Durante o dia de hoje, o Observatório do Engenho resolveu andar às voltas com a temática da “Ética e Deontologia Profissionais”. Apesar de aparentemente se tratarem de termos da actualidade, na verdade a sua origem remonta à antiga Grécia (escusado será dizer que o nosso grande objectivo é mostrar que, efectivamente, somos gente de grande cultura!!!).
Deontologia é um termo que aparece da aglutinação de 2 palavras gregas (“déon” e “logos”), sendo que “déon” significa DEVER e “logos” DISCURSO/TRATADO. Neste sentido, Deontologia passaria a significar o tratado do dever (ou o conjunto de deveres, princípios ou normas adaptadas com um fim determinado), regulando e orientando determinado grupo de indivíduos no âmbito de uma actividade laboral, para o exercício de uma profissão.
A par desta ideia de tratado, e associado à regulamentação de uma profissão, estava implícita uma certa Ética (“ethos” – MODO DE SER), que posteriormente viria a ser entendida como a ciência do comportamento moral dos homens em sociedade. A ética não envolve apenas um juízo de valor sobre o comportamento humano, mas determina em si uma escolha, uma direcção, a obrigatoriedade de agir num determinado sentido em sociedade.
Após exaustiva análise sobre a temática aqui em dissecação, ficamos cientes que a ÉTICA é a responsável pela elaboração dos princípios morais, subjacentes a todo o comportamento humano em sociedade, ao passo que a DEONTOLOGIA assume a dimensão ética de uma profissão ou de uma actividade profissional.
E perguntam os senhores leitores: qual o propósito de tudo isto?
Temos as nossas suspeitas e, só por isso, deixamos no ar a seguinte questão: ético ou nem por isso?
Não dá para acreditar, não chegava ter um irmão como manobrador, o irmão do outro como contabilista, um sobrinho como jardineiro, agora a empresa de um dos senhores a prestar serviço à junta. Isto não é falta de ética, é excesso de oportunismo. A isto costuma chamar-se a politica dos tachos, depois de estarem no poder começam a distribuir tachos por quem lhes interessa e ainda andam a dizer o contrário, haja decencia. Esperamos pela próxima assembleia, para ver o que vai ser dito, provavelmente foi devido ao mau tempo, mas a máquina do povo anda desaparecida.
ResponderEliminarEu também acho, inacreditável. Se o anónimo das 9:10 tivesse ganho ele não contrataria nenhuma empresa: ou fazia ele ou deixava estar.
ResponderEliminarNão me acredito que seja porque a empresa é de alguém da família que venha a crítica, porque o que eu quero saber é se foi o melhor orçamento proposto.
Vão mas é carregar cal....
todos ao molho pedir moção de censura na proxima assembleia de fregesia lol
ResponderEliminar"A mulher de César não chega sê-lo, é preciso parecê-lo", já dizia o meu avô.
ResponderEliminarCom a previsão de tanta gente na assembleia, é melhor marcá-la para o pavilhão do GRIB. Esqueci-me o presidente deixava, mas controlava as entradas, é que oivi dizer que ele era um dos controleiros laranjas da nossa terra. Já agora alguém sabe dizer quando é a assembleia, quero ir lá para ver se é verdade o que se diz que existe um ventriluquo nos membros da assembleia, percebem fala pelos outros.
ResponderEliminarCom a falta de obras que por aí vai, o Mino presidente liga ao Mino empreiteiro e diz ó pá manda um orçamento que eu preciso de fazer uma obra. O Mino empreiteiro bota no papel uns euros a menos, mas depois o Mino presidente diz ó Mino não gastes tanta massa, é Mino guarda as guias que o teu empregado veio cá trazer, ó Mino passa na junta que nós pagamos. Afinal em que ficamos é cá uma mistura esta junta.
ResponderEliminarò anónimo das 15:14 é mesmo isso, só falta as chamadas para dos familiares a pedir um tacho.
ResponderEliminarAinda ontem vi os funcionários do Mino a trablhar para a Junta, os funcionários da Junta foram de férias. Começamos a perceber porque é que os antigos não sabiam, eram fáceis de encontrar, os actuais são tipo Luky Luck, mais rápidos que a própria sombra.
ResponderEliminarQuando queremos fazer um comentário temos de o fazer com um olhar mais abrangente e não atacar sempre os mesmos.Desculpem mas esta critica deve vir da ala Socialista. Acho bem que analisem estas situações, mas a verdade é que o trabalho está a ser feito e era necessário. Vamos voltar ao Centro Social todo o material de informática foi renovado e melhorado e já agora: De onde veio o material? Da loja do senhor Director do C.S. Jardinagem, decoração, ramos etc , etc de familiares do senhor Director. Tanto dinheiro gasto no pavilhão do arraial, decoração mais uma vez a cargo de familiares do senhor Director e para uma situação provisória. Para quê ?
ResponderEliminarEsta situação é preocupante o Centro sem dinheiro e os familiares do Director a alimentar os seus negócios.
Deixerm de uma vez por todas o Presidente da Junta trabalhar e preocupem-se de facto com quem vem de fora estragar o que já existe em Paços de Brandão.
Já agora alguém sabe dizer quando e em que moldes vão decorrer eleições para a direcção do Centro Social?