quinta-feira, 14 de abril de 2011

Pancadaria em jogo do CD Paços de Brandão

Nota do Engenho:
Que saudades dos bons velhos tempos, em que eram os adeptos do Paços que em sua casa batiam nos adeptos adversários! Agora mudam-se os tempos e mudam-se os argumentos, e ao invés de uns socos e pontapés, a claque adversária já vêm devidamente apetrechada para uma guerra campal, de tão armados que chegam aos estádios para apoiar (supostamente) as suas equipas! Paus das bandeiras já se sabia que eram usados como "arma" em jogos da bola. Todavia, matracas, bastões de metal extensíveis e facas, só mesmo nas guerras tribais de algum país do terceiro-mundo na África central! Por cá que sirva de lição para futuramente se efectuar algum controlo das pessoas na entrada para o estádio. Pois este episódio, apesar de ter alguns contornos de gravidade, saldou-se apenas por algumas cadeiras partidas e uma cabeça rachada sem grande importância. Contudo poderia ter-se descontrolado e terminado numa tragédia! Assim espera-se que a direcção do CD Paços de Brandão além de não alimentar desejos de vingança dos adeptos, tome medidas em conjunto com as autoridades policiais, para que estes tristes acontecimentos não se repitam!


In: Correio da Manhã

«O final do jogo de futebol entre o Paços de Brandão e o Recreio de Águeda (1-1), dos distritais de Aveiro, no último domingo, foi marcado por confrontos entre adeptos. A direcção do Paços de Brandão acusa a claque de Águeda de agressões e até mesmo de assalto à bilheteira.
"Jovens selvagens e sem escrúpulos que vieram de Águeda para molestar os responsáveis e adeptos do clube", referiu, em comunicado, a direcção do clube. "Estavam apetrechados de matracas, facas, punhais e correntes de ferro", acrescenta.
A Comissão Administrativa do Águeda defende-se, afirmando que não tem nenhuma claque e garantindo que os seus adeptos não protagonizaram qualquer acto de violência. "Quem partiu as cadeiras para arremessar aos jovens adeptos de Águeda foram os apoiantes do Paços de Brandão", acusa a Comissão, negando, também, o assalto às bilheteiras.
A GNR tomou conta da ocorrência, mas não foi realizada qualquer detenção.»

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