terça-feira, 25 de março de 2014

BE - Catarina Martins e Marisa Matias em Santa maria da Feira

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Catarina Martins e Marisa Matias (cabeça de lista às europeias) na próxima sexta-feira, dia 28 de março, às 21.30h, no auditório da Junta de Freguesia de Santa Maria da Feira.


PCP - Nota de imprensa sobre Minigolfe

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Nota de Imprensa

O concelho de Santa Maria da Feira tem sido vítima, ao longo das últimas décadas, de propostas com um propósito meramente eleitoral. Muitas destas propostas avançaram e hoje são autênticos "elefantes brancos". Mais do que infraestruturas descontextualizadas da realidade local e por isso abandonadas, são o espelho da falta de bom senso, do desperdício de dinheiros públicos e da incapacidade de os seus proponentes em lhes dar utilidade.

Um exemplo destas obras de propaganda são os campos de minigolfe. Dos vários existentes no concelho, não há um que esteja a ser dinamizado, nem mesmo os que se encontram em espaço aberto, como o de Stª Mª da Feira e o de Sanfins. Regista-se, ainda, que apenas este último se encontra registado na Federação Portuguesa de Minigolfe.

Não sendo, ainda hoje, compreensível a opção por estas infraestruturas salienta-se que duas se encontram perto de escolas e que por isso poderiam ser dinamizadas, por exemplo, pelas Atividades Extra Curriculares, no entanto isso não se verifica.

Em Santa Maria de Lamas, talvez o caso mais gritante, após vários mandatos do PSD o espaço do minigolfe continua vedado e votado ao abandono, uma vez que tem servido apenas para o crescimento de vegetação diversa. Para este espaço, e uma vez que a população nunca o viu como utilitário, o PCP e a CDU já propuseram a sua conversão num espaço de lazer, de recreio e de fruição cultural aproveitando, para isso, a orografia do terreno convertendo-o num auditório ao ar livre.

Os sucessivos executivos do PSD têm ignorado estas infraestruturas, talvez com a esperança de que os feirenses não se lembrem dos seus erros de gestão.

Tendo o PCP conhecimento que as referidas infraestruturas estão sob gestão das juntas de freguesia e não tendo nenhum eleito nas Assembleias das mesmas, fará através do eleito da CDU na Assembleia Municipal uma pergunta ao executivo com a intenção de apurar o qual futuro destes locais.



Comissão Concelhia de Santa Maria da Feira do PCP



NOVO CARTÃO SÓCIO - CD PAÇOS DE BRANDÃO

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 BREVEMENTE ENTREGUE AOS SÓCIOS O NOVO CARTÃO COM A ACTUALIZAÇÃO.


BE - Junta de Freguesia coloca em risco grave a segurança de desempregados que estão em Contrato Emprego-Inserção

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O Bloco de Esquerda teve acesso a informação que demonstra um abuso completo na utilização de Contratos Emprego-Inserção pela União de Freguesias das Caldas de S. Jorge e Pigeiros, Sta. Maria da Feira. As fotografias, que seguem em anexo, são prova desse abuso.

A Junta de Freguesia referida recorreu ao IEFP para, com a utilização do mecanismo dos Contratos Emprego-Inserção, utilizar desempregados em trabalhos a desempenhar pela Junta de Freguesia. O resultado está à vista e é aterrador. As imagens demonstram a realização de trabalho em altura, sem qualquer segurança, sem qualquer preparação e num completo amadorismo. O risco coloca mesmo em causa a vida destes cidadãos.

Para o Bloco de Esquerda esta é uma situação inaceitável e deve ser completamente averiguada. Aliás, o próprio IEFP deve, urgentemente, levar a cabo a fiscalização desta situação e exigir a responsabilização da Junta de Freguesia nesta matéria.

O Bloco de Esquerda já denunciou o abuso que são os Contrato Emprego-Inserção. Esta é mais uma situação que expõe a exploração a que são sujeitos os trabalhadores, representando uma segunda punição para quem está no desemprego. Por outro lado, não viola a lei apenas em matérias de segurança, é ilegal porque está a utilizar os desempregados para preencher postos de trabalho, o que é proibido.

O líder parlamentar do Bloco de Esquerda pedro Filipe Soares já questionou o Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, exigindo medidas imediatas. Ler aqui
 
 
 
 

As tricas do Sr. Padre





Há quem tenha a ideia que a Igreja católica e o Vaticano são uma instituição que assenta nos valores democráticos e na igualdade entre as pessoas, mas não é! Apesar de muito se apregoar por lá tudo aquilo que Jesus ensinou e que vai realmente ao encontro destes valores altruistas, de Cristãos esta igreja só possui mesmo o nome.

Mas adiante, aquilo de que queríamos mesmo falar eram sobre alguns comentários que surgiram a este post no Engenho a propósito da realização de um jantar de homenagem ao Presidente do Clube Desportivo de Paços de Brandão, o Sr. Januário.
Tudo indica que o nosso estimado pároco emprestado de Rio Meão não gosta muito que lhe coloquem a autoridade em causa e com razão!

Pelo que se sabe, o  Clube anunciou um jantar em sede eclesiástica ( o salão paroquial) sem a anuência burocrática de sua santidade  "O Lando" cuja resposta  divina a um e-mail tardou em sair largos dias após o pedido realizado.
Pois bem, isto já toda a gente percebeu que não é mais o feudo dos amigos de Julião, pelo que qualquer coisa que antes era simples, nos dias de hoje complica-se e de que maneira!!!

Mas os factos são estes: a Igreja não é do povo, é da diocese! E para o bem e para o mal é o pároco o seu representante e por sinal a entidade máxima nestas matérias.
Por mais que o Sr. Januário tenha sido um benemérito da freguesia e por mais que toda a população o reconheça, o Sr. Padre e os seus caprichos é que imperam e não fosse uma espécie de "beija mão" dos responsáveis do clube e este jantar não se realizaria de certeza...

Este episódio, que parece mais uma telenovela Mexicana dobrada em Brasileiro,  serve para meditar nesta quaresma que vigora....amen!



sábado, 22 de março de 2014

Bendita a hora.

Pelo menos por algum tempo os moradores desta zona de Paços de Brandão terão algum sossego!

Vai para um ano que a gerência desta casa, e vá-se lá saber porquê, consegue alargamento de horários todos os fins-de-semana deixando de lado as visitas da autoridade tão cooperante no entendimento de ambas as partes, esbarrando sempre na incompetência ilegal de quem subscreve tais alargamentos.

Sabemos que o motivo de força maior foi que um sócio deu de fosques, resta agora saber o que se segue para esse cancro do sossego dos edifícios circundantes.

Ao que conseguimos apurar, o gerente ainda em exercício da sociedade exploradora, montou já arraiais noutro bar da vila e pelos vistos o problema aí é o mesmo. Lamentando o sucedido aos residentes, servirá para melhor perceberem o que vem acontecendo na rua da Mó.

Por aqui ficamos contentes de assistir á desmontagem de alguns equipamentos da Favela e vamos cantando: "vai e não voltes!".



quarta-feira, 19 de março de 2014

BE - Afinal o Edifício do Tribunal de Santa Maria da Feira não corre risco de derrocada

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O Bloco de Esquerda tomou conhecimento da realização de novas perícias técnicas ao edifício do Tribunal de Santa Maria da Feira, agora vazio, que contradizem o perigo de derrocada alegado em 2008 e que justificou o abandono deste edifício.

Como o Governo saberá, os serviços do Tribunal de Santa Maria da Feira localizam-se, desde essa data, num prédio e em locais inicialmente destinados à habitação e à localização de comércio. O custo do aluguer mensal destes espaços, incluindo espaços de garagem, ascende aos quase 70 mil euros. Esta solução mantém-se desde 2008, tendo custado milhões de euros aos contribuintes.

Agora, novas perícias ao antigo edifício do Tribunal, dizem que este nunca esteve em risco de derrocada e que, inclusivamente, pode ser recuperado mediante as obras necessárias.

Lembramos que os 6 anos de abandono, falta de manutenção e vandalismo a que esteve exposto o antigo edifício, tornam hoje mais difíceis e mais caras as obras necessárias à recuperação do mesmo. Lembramos ainda que os 6 anos de aluguer de espaços provisórios num prédio de habitação já gastaram mais dinheiro do que aquele que seria necessário para a recuperação do edifício original.

Perante a situação que representou um enorme gasto de dinheiro público, assim como um funcionamento da justiça feito em condições nem sempre condizentes com a dignidade que ela merece, impõe-se algumas questões.

Para o BE toda esta situação é muito grave, revelando uma incompetência enorme, por parte de quem tomou a decisão de abandonar as instalações do tribunal e alugar outras a um privado. Esta incompetência prejudicou enormemente o erário público e por consequentemente todos os portugueses.

Face a isto, o líder parlamentar do BE, Pedro Filipe Soares exigiu hoje ao Ministério da Justiça um esclarecimento total e rápido de todo este imbróglio, que causou um prejuízo de largos milhares de euros aos cofres públicos. Ler aqui as questões.
 
 

CDU Requerimento - Incêndios Florestais

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Imaginarius abre inscrições para Voluntariado e Backstage

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Imaginarius abre inscrições para Voluntariado e Backstage

De 17 de março a 4 de abril, decorre o período de inscrições para o voluntariado e backstage do Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua, denominado Programa Imaginarius Participa.

Podem inscrever-se todos os indivíduos com idade igual ou superior a 16 anos (voluntariado) ou 18 anos (backstage), desde que demonstrem disponibilidade, experiência em eventos anteriores ou similares e currículo relevante.
A ficha de inscrição, deve ser remetida para o e-mailparticipa@imaginarius.pt com o assunto “Voluntariado ou Backstage Imaginarius 2014”, consoante a opção pretendida.

O ‘Voluntário Imaginarius’ assumirá como principais funções o contato com o público, companhias e artistas, nomeadamente na cedência de informações e encaminhamento para espetáculos, gestão do público, participação em espetáculos e acompanhamento de companhias, entre outros.

O selecionado para o ‘Imaginarius Backstage’ assumirá funções operacionais de produção, no que se refere a montagens e desmontagens de espetáculos e à gestão de estacionamento e trânsito.

Os interessados podem consultar todas as informações sobre este processo nos documentos abaixo listados, nomeadamente o regulamento de participação e, numa fase posterior, a lista dos selecionados, que será divulgada até 5 de maio.

Voluntariado
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» Questões Frequentes

Backstage
» Ficha de Inscrição [Fazer download e preencher o pdf editavél]
» Questões Frequentes

A próxima edição do Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira realiza-se nos dias 23 e 24 de maio. Durante dois dias consecutivos, o teatro invade as ruas da cidade de Santa Maria da Feira, surpreendendo, em cada canto e esquina, o público com variadíssimos espetáculos, instalações e performances artísticas e culturais.

CDPB Mapa Jogos - Semana 22 e 23 Março 2014

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PCP - Convocatória de Plenário concelhio

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C.D.P.B - 14º TORNEIO INTERNACIONAL VERÃO

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segunda-feira, 17 de março de 2014

Grupo Folclórico Joaninha de Paços de Brandão

In: Correio da Feira



«Tudo começou em 1948, por iniciativa de Luís Ferreira Alves e da sua filha, mais conhecida por D. Joaninha. Queriam manter as tradições de Paços de Brandão, onde nasceram, e por isso decidiram proceder à recolha das cantigas da zona. “Para manter, para guardar, para não desaparecer, para não morrer, para continuar para sempre” – diz, poeticamente, a neta de D. Joaninha e actual cantandeira do grupo, Joana Carvalho. Depois da recolha feita, passaram à acção e D. Joaninha juntou-se a algumas raparigas da terra que também cantavam. As actuações começaram e cedo foram reconhecidas. “Foram convidadas para cantar numa rádio do Porto e, por sugestão do locutor, acabou por ficar o nome “Como elas cantam em Paços de Brandão”” – adianta Joana Carvalho.

Os convites não ficaram por aí. Fizeram várias actuações, a nível nacional, em sítios como o Casino Estoril e o Palácio da Foz, e foram, ainda, requisitadas pela directora do Conservatório de Música do Porto para actuar no País de Gales. “Correu melhor do que o esperado, porque era uma actuação que não estava prevista” – afirma Joana Carvalho. Em 1955, junta-se às cantigas uma extensa recolha das danças levadas a cabo nas desfolhadas de Paços de Brandão. “E a partir daí começam a actuar mais vezes fora” – diz a cantandeira. Em 1980, as Joaninhas realizam o primeiro Festival de Folclore da Europa Comunitária. “Reuniam-se aqui em casa muitos grupos de vários países, que depois actuavam em Paços de Brandão” – conta Joana Carvalho.

 Grupo muito procurado por jovens
Entretanto, o grupo sofre um interregno, por alguns anos, e é depois retomado em 2011, pela mão da filha de D. Joaninha, que ganhou o nome da mãe. “Somos todas Joaninhas: a minha avó, a minha mãe, a minha irmã, eu” – diz Joana Carvalho, que planeia manter esta tradição. Com novas pessoas à sua frente, o conjunto assume o nome Grupo Folclórico Joaninha de Paços de Brandão, e anuncia o seu retorno numa actuação na terra. “A partir daí as pessoas começaram a aparecer. Não fomos nós que as procuramos, foram elas que apareceram” – afirma Joana Carvalho, adiantando que, contrariamente ao normal, foram os jovens que mais se interessaram pelo conjunto. “Isso ainda foi mais satisfatório: ver o interesse de pessoas jovens por um grupo folclórico, porque não é tão frequente um grupo ser composto por pessoas novas e que têm gosto em fazer aquilo” – diz a neta de D. Joaninha.

São 23 elementos, com uma média de idades entre os 15 e os 20 anos, que já se tornaram “uma família”. “Recebemos as pessoas e elas envolvem-se naquilo tanto quanto nós” – salienta Joana Carvalho. Apesar disso, ainda há pessoas que permanecem desde o início do grupo. “Também temos pessoas da mesma família, pais e filhos, e aquelas pessoas mais antigas, que nos ajudam a manter a tradição” – refere a cantadeira. A pessoa mais velha é, possivelmente, a mãe de Joana Carvalho, filha da fundadora e actual directora do grupo, Joaninha. Todos se juntam aos sábados, pelas 21h30, na casa das Joaninhas, para ensaiar. “A grande maioria é daqui da zona, mas também temos um ou outro de fora” – diz Joana Carvalho, acrescentando que os ensaios costumavam ser à sexta-feira e que mudaram para tentar “compatibilizar horários”.

O importante é manter a tradição
“Lembro-me do grupo desde sempre. É algo de que nos orgulhamos e que valorizamos muito devido à dedicação e ao esforço de todos em mantê-lo” – diz Joana Carvalho, para quem é essencial preservar este conjunto. “É a história da minha família e, através dele, representamos a nossa terra, porque as nossas origens estão cá. Por isso, enquanto eu puder, estou cá” – garante. A tradição é mesmo mantida à risca, não mudando uma sílaba aos cantares nem um passo às danças. “Nunca varia. Continua tudo como o meu bisavô e a minha avó deixaram. Tentamos evitar ao máximo as mudanças porque queremos que a tradição continue a mesma” – salienta a cantandeira, que assumiu este papel com muito gosto. “Para mim é lisonjeador. Para além de ter o privilégio de pertencer a esta história, conto com elementos excelentes e com a ajuda fulcral da minha mãe” – refere.

Mas não é só Joana Carvalho que reconhece a importância do Grupo Folclórico Joaninha de Paços de Brandão. “Estamos a notar a receptividade das pessoas em relação ao grupo. São muito carinhosas, eu não tinha essa percepção. Depois das actuações, vemos isso, é muito bom” – conta, acrescentando que a interacção entre o público e o grupo é grande. “Sinto a força das pessoas, o carinho com que nos recebem, o conhecer das músicas, os aplausos, são gestos de grande receptividade” – diz a cantandeira, prosseguindo: “É óptimo, durante uma actuação, ver tanta gente que veio especialmente para nos ver e poder observar, de perto, as suas reacções ao que nós fazemos. Sobem ao palco, dançam, porque o grupo já faz parte de Paços de Brandão, e está entranhado nas pessoas” – afirma, acrescentando que nada disto seria possível sem a colaboração de todos os elementos do conjunto. “Fomos nós que construímos mas também temos muita ajuda das outras pessoas que mantêm viva a chama do grupo” – refere.

Para ela, não há grupo folclórico como as Joaninhas. “Os cantares, as danças, os passos, as vestimentas, está tudo lá, é muito rico em cultura. E a simplicidade com que tudo isto começou: uma mera recolha pessoal ganhou esta dimensão” – sublinha, enaltecendo o papel da família neste amor ao grupo. “Lembro-me, em pequena, da minha mãe, da minha avó, da minha irmã no grupo, de tudo o que fez parte disto, e o que vivo hoje deve-se muito ao que guardo desses tempos. Até o meu irmão dança hoje no grupo” – diz Joana Carvalho. Por ter arrancado, novamente, há pouco tempo, o grupo ainda está “a entrar no compasso das coisas”, mas as actuações em Paços não param. Recentemente estiveram no Carnaval e a famosa Festa da Póvoa, em Agosto, poderá certamente contar com elas. “Recomeçamos do zero e agora estamos a ir com calma” – diz a cantadeira, garantindo: “O grupo é a cultura de Paços de Brandão e é para levar até ao fim”.»

quinta-feira, 13 de março de 2014

C.D.P.B. JANTAR DE ANIVRSÁRIO E HOMENAGEM A JANUÁRIO MONTEIRO

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HOMENAGEM AO PRESIDENTE JANUÁRIO MONTEIRO


LIDER HÁ CERCA DE 25 ANOS (intercalados)

A DIREÇÃO VAI HOMENAGEAR O SEU PRESIDENTE NO PRÓXIMO DIA 10 DE MAIO (54º ANIVERSÁRIO DO CD P.B.) EM JANTAR CONVÍVIO A REALIZAR NO SALÃO PAROQUIAL DE PAÇOS DE BRANDÃO, PELAS 20,00 HORAS.

O VALOR É DE 15 BOLAS.

TODOS NÓS DIRETORES, SECIONISTAS, TREINADORES E OS DEMAIS ELEMENTOS LIGADOS AO CLUBE (SÓCIOS E SIMPATIZANTES) DEVERÍAMOS ESTAR PRESENTES.

A Direção
 
 

CDU - Rua da Bela Vista em Sanguedo

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C.D.P.B Mapa Jogos - Semana 15 e 16 Março 2014

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segunda-feira, 10 de março de 2014

Carnaval de Paços de Brandão - Discurso de Rei



Meu povo,

Aqui estou eu, vosso rei, para vos saudar e agradecer a vossa presença que há trinta anos trazeis a este chão que D. Manuel, meu antecessor, se esqueceu de mencionar no Foral que concedeu às terras da Vila da Feira, há 500 anos.

Caros súbditos:

Eu não me vou esquecer que fostes vós que me tornaste dono e senhor deste Reino de Blandon que com tanta alegria hoje abrilhantais.
Assim, solenemente vos prometo - e prometer é algo que pessoas na minha posição sabem fazer muito bem. Para que vale um Rei que não faz promessas? Para nada!

Viva o Rei!

Toda a gente sabe que as promessas são muito importantes e, sem elas, ninguém consegue nada na vida.
Quem nunca ouviu promessas? Eu Rei sei faze-las melhor que ninguém!

Viva o Rei! Viva o Rei!

Vós, meus súbditos ides agora ouvir algumas - como já estais habituadinhos!
Se se vão cumprir ou não, isso é outra história. O mais importante mesmo é fazer as promessas e que toda a gente acredite nelas.
Vamos então ouvir algumas dessas promessas:
Prometo fazer deste chão uma eira: plana, sem buracos, onde podereis dar largas à folia: desfilar, transitar, pular e dançar até descalços!

Viva o Rei Viva o Rei!

Dizei-me então caros súbditos: Estais contentes? Estais contentes com o vosso Rei?
Eu sei, eu sei. Quereis mais sombra no chão novo, sítios agradáveis para o descanso! Mais sombra no reguengo dos meus amores. Vereis que tudo se vai realizar com muito trabalho para distribuir por todos.
Podem ser mais promessas. Mas promessas são boas!
Caríssimos súbditos aqui vão mais:
Agrada-vos o Burgo iluminado? Dessa maneira mais alqueires pagareis não é? Passa-vos a tristeza e com mais luz mais alegria.
Pois prometo-vos que no próximo advento tereis luz no pátio do burgo, nesta nossa magnífica praça onde hoje vos recebo.

Viva o Rei! Viva o rei!

Áh! Ia-me esquecendo de que vos prometera a capela nova a surgir no Parlamento. Mas vede bem que os parlamentares não se entendem: uns acham que seria ai no infantário, eu e outros achamos que seria melhor no Parlamento.
Mas aqui vos prometo que ela ai vai surgir.
Bem vejo como o vosso apreço por mim vai aumentando!
Entretanto ides servindo-vos da casa do senhor de Santo Brás, lá dos montes de cima. Mas, para vos facilitar a caminhada, mandei fazer, como sabeis, um tapete novo e sem buracos. As jornadas assim ficam mais agradáveis!

Viva o Rei! Viva o Rei! Amo-vos meu povo!

Caros Súbditos,
Também se murmura pelas tabernas cá do burgo que não tereis as tradicionais Festanças nas romarias, tanto ao santo de lá de cima da Póvoa como a daqui do Pátio, a dos arcos… Pois vos digo solenemente aqui, que já nomeei os conselheiros laranjinhas da corte para iniciarem a construção de 100 arcos a serem colocados o 1º aqui de fronte neste local solene. Os outros a serem colocados pelo tapete novo. O último de fronte ao Santo Brás, nos arredores da leira da Póvoa.
Que felizes ficareis! Que povo contente sereis.

Viva o Rei! Viva o Rei!

É por tanto vos dar, por tanto trabalhar em prol deste meu povo e deste nosso chão sagrado, que me sinto um Rei realizado.
Gostais do vosso Rei?
Então todos temos o que queremos. Prometo continuar neste rumo certo.
Quero-vos felizes e prometo cá estar para o ano.

Viva o Rei! Viva o Rei!