terça-feira, 14 de janeiro de 2014

CDU - Comunicado da CDU aos Oleirenses

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Ao iniciar-se um novo mandato autárquico, a CDU de S. Paio de Oleiros vem desta forma saudar toda a população, garantindo que saberá honrar a confiança que recebeu de muitos dos seus eleitores, e reafirmar o seu empenho, como sempre o fez, na resolução de muitos problemas na nossa terra.

Independentemente da Vila e da própria junta ter novos protagonistas, e da CDU não ter responsabilidades executivas, continuaremos a intervir, seja na Assembleia de Freguesia, através da nossa eleita, seja na ação geral, não só para inventariar convenientemente as carências mais urgentes e prioritárias, como para as resolver. Para isso a CDU formalizou junto do Executivo da Freguesia propostas e convergências específicas para recuperarmos o tempo perdido, nomeadamente a nível de orçamento e da formação de vários grupos de trabalho.

Estamos conscientes das dificuldades atuais para superar rapidamente todos os bloqueios e atrasos existentes na nossa terra, em diferentes áreas como a rede viária e acessibilidades; os equipamentos escolares; as questões ambientais e a recolha dos lixos, citando os mais importantes, mas que são no fundo da responsabilidade dos sucessivos mandatos autárquicos, tanto do Executivo da Freguesia, como do próprio Município e que ao longo de todos estes anos muito pouco fizeram para os enfrentar e lhes dar respostas. Situação a que também não é alheia a política recessiva, o encerramento de múltiplos serviços públicos e a contínua redução de transferências de verbas do Orçamento do Estado para as autarquias locais que o governo PSD/CDS, na linha dos anteriores, põe em prática e aprofunda ainda mais.

Pela nossa parte a CDU manterá em todas as circunstâncias os mesmos compromissos eleitorais e a mesma independência de decisão e não deixará de corresponder cabalmente aos legítimos anseios dos Oleirenses a uma vida melhor e à resolução dos problemas da nossa terra.


S. Paio de Oleiros, Janeiro 2014
CDU / S. Paio de Oleiros

C.D.P.B. - XIV TORNEIO INTERNACIONAL VERÃO 2014 - FASE APURAMENTO TRAQUINAS

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CDU: Selagem das pedreiras da Cidade de Lourosa

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Ambiente e qualidade de vida:
Selagem das pedreiras de Lourosa, Cidade de Lourosa
Comissão Acompanhamento Recuperação Pedreiras de Lourosa

São conhecidas as posições e preocupações que a CDU tem tomado sobre diversas situações relacionadas com o ambiente e qualidade de vida. Nesse sentido fizemos parte da comissão acima citada que terminou funções no final do mandato anterior. Assim:
         - Dado que o processo de selagem das referidas pedreiras ainda está em decurso, só se encontrando selada a carreira os Limas e estando ainda em processo de selagem a carreira dos Linos;
         - Dado que está ainda por finalizar a execução do processo de saneamento das duas carreiras e respetivo arranjo urbanístico;
         - Dado que a campanha de fiscalização das águas subterrâneas está parada e só será lançada após a conclusão das obras.
         - Deve igualmente referir-se que era objetivo principal e último da anterior comissão, acompanhar o processo de fiscalização das águas subterrâneas através de piezómetros, por um período idêntico ao da execução da mesma (julga-se que durante dois anos). Este objetivo não foi alcançado pelo facto de se verificar um atraso na conclusão das obras que estava previsto para junho de 2012;

Assim, em face do exposto e nos termos legais e regimentais aplicáveis, a CDU – Santa Maria da Feira propõe:

A criação de uma nova Comissão Acompanhamento Recuperação Pedreiras Lourosa, que dê continuidade ao trabalho da anterior comissão e desenvolva todos os procedimentos de acompanhamento inerentes a um processo desta índole.

 Pela Coligação Democrática Unitária,
Filipe Moreira

BE - E o pavilhão de Fiães?

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Numa das últimas Assembleias Municipais de 2013, questionado sobre a situação do Pavilhão de Fiães, Emídio Sousa foi perentório em afirmar que este tema não lhe merecia qualquer preocupação, uma vez que estávamos todos convidados para a sua inauguração ainda antes de findar o ano. Bem, já estamos em 2014 e nada.

Pode parecer grave o erro, mas o pior ainda estava para vir...

Será disputado entre 9 a 17 de Abril em Santa maria da Feira e Espinho, o Campeonato de voleibol Escolar, organizado por estes dois municípios em colaboração com o Ministério da Educação e Ciência e com a Federação Portuguesa de voleibol. Evento este, que contará com a participação de 32 equipas masculinas e femininas, envolvendo 950 atletas em representação de 36 Países...não contabilizando com todo o staff que também acompanhará todos os participantes.

Fiães possui um clube de voleibol com 57 anos de história, com vários escalões de formação, com uma equipa sénior que disputa o campeonato da 2ª divisão...não fossem suficientes estes argumentos, possui na sua terra um pavilhão "novo" totalmente dedicado à prática desta modalidade. No entanto o inacreditável acontece, Fiães não é contemplado com nenhum jogo deste campeonato e ainda, o clube não participa sequer na organização do evento.

Estranha-se muito, que numa altura em que se discute neste município a relação a desenvolver com as mais variadas associações e a forma de estreitar a colaboração com estas, valorizando muito mais uma relação imaterial, deixa-se de fora um clube com este palmarés e acima de tudo, com um conhecimento profundo desta modalidade.

Perante uma situação que é no mínimo muito caricata, o BE questiona:
- O que se passa com o Pavilhão de Fiães?
- Está pronto ou não, e pode receber um evento desta dimensão? E porque não foi considerado para este evento?
- Qual é a relação deste executivo com o Clube Desportivo de Voleibol de Fiães? E porque que não foi convidado para integrar a equipa organizadora do evento?

Este novo ciclo começa a parecer ainda muito pior que o antigo, que não deixou saudades a ninguém.

HISTÓRIA DE PAÇOS DE BRANDÃO

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Caros amigos (as),

Nas últimas eleições autárquicas, dirigi-me pessoalmente, a todos os candidatos a autarcas, de todos os partidos, e, aos quais perguntava: «…será audácia a mais perguntar a todos Vós, candidatos a autarcas – prestai atenção, que eu digo todos Vós – avaliais suficientemente o que representa para esta Paróquia (Paços de Brandão) o conhecimento da verdade histórica das suas origens. Não Vos peço mais do que aquilo que não podeis dar.»

É claro que em Fevereiro de 2012, já tinha manifestado e referenciado, o que estava menos correcto à Junta de Freguesia de Paços de Brandão. Se num caso já lá vão dois anos para me darem uma simples resposta, no outro, apenas um partido tomou posição, através do seu candidato à autarquia, como é óbvio, tenho que agradecer ao BE. Também tenho que reconhecer, que a nível pessoal, tenho sido contactado por pessoas, que de certa maneira estão ligadas, tanto ao PSD, como ao CDS, que me têm manifestado o seu interesse em se interessarem pela verdade histórica das origens da nossa Paróquia.

Mas porque me estou, novamente, a interessar-me por este assunto?...Seria mais vantajoso, deixar estar tudo como está, mas, como tenho dito, só tenho procurado que a verdade histórica seja encontrada, nada mais me move, e, assim continuarei. 

Caros Amigos (as), tenho constatado que pessoas, que à falta de outros argumentos, se escudam com a tradição popular, para eles, e evidentemente, para todos aqueles que se interessem por História elaborei o artigo que oportunamente foi publicado, sob o título, A TRADIÇÃO NA HISTÓRIA, talvez todos aqueles que estudaram esta disciplina, revejam os seus conhecimentos e os apliquem em consciência e com o objectivo de se encontrar a verdade histórica.

Devo lembrar-Vos de que esta questão não é nova, e, nem sequer fui o único a referir-me a ela. Já em 1996, o Sr.Dr. A. De Almeida Fernandes, a pedido do Sr. Dr. Pinto de Oliveira, se referia a este assunto, e, particularmente à data de 1095, ele nos diz: «…o ano de 1095 seria inaceitável, porque está há muito arredado da historiografia para a  vinda do conde D. Henrique: de modo que o tal ”Blandon” não podia ter fundado Paços de Brandão nesses anos e não há os 900 anos em 1995, comemorados (e “lapidados”, pelo menos em projecto.». Também em Novembro de 2007, veio à estampa, um livro, com o título, OS BRANDÕES – Origens e Varonia (938-1663),do Sr.Dr. M. Antonino Fernandes, cuja “Dedicatória” é bem explícita quanto ao conteúdo do livro: «A toda a grande família Brandoense, sobretudo os naturais de Paços de Brandão, que se prezem da terra, do sobrenome e de conhecer as suas raízes históricas.»; e na sua “JUSTIFICAÇÃO”, diz-nos: «São tão anacrónicas e fabulosas as notícias que nos dão os Armorias e Nobiliários sobre as origens de algumas famílias portuguesas, que quem procure os ascendentes mais remotos da sua linhagem fica redondamente desiludido.»; e no que se refere concretamente ao  livro do Sr.Pde.Correia, diz-nos o seguinte: «A origem dos Brandões, recentemente tão enfatuada pelo P.Joaquim Correia da Rocha, em “recordar 900 anos de Paços de Brandão”, é mais um exemplo flagrante disso mesmo.»

Em documentos que enviei aos candidatos a autarcas, bem como à Junta de Freguesia de Paços de Brandão, e que agora vou levar ao Vosso conhecimento, podem constatar   que o que se encontra escrito, quanto às origens desta Paróquia, nos 900 anos, está de tal maneira afastado da realidade histórica, que teimar em não rectificar, o que lá se encontra relacionado, e, por mim já  por diversas vezes referido, é não prezar pela história desta Terra e muito menos em ter um  pequeno, que seja, interesse pela verdade histórica das origens de Paróquia de São Cipriano de Paços de Brandão.

Paços de Brandão, 08 de Janeiro de 2014
Carlos Alberto Sequeira Varela