sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Rue Libre mobiliza a comunidade artística em Santa Maria da Feira

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Rua Livre é um manifesto pelo espaço público. Rua Livre é um alerta para as nossas ruas, paras as nossas praças… para a utilização do nosso espaço público. Rua Livre será um encontro entre artistas e público, uma tarde de interacção e partilha… uma fonte potenciadora da criação artística para o espaço público.

Pela terceira vez, Portugal associa-se ao movimento Rua Livre, na sombra do francês Rue Libre, uma organização da Fédération Nationale des Arts de la Rue que ao longo dos anos se caracterizou pela sua dinâmica e ações marcantes.

Responsável pela génese do movimento em Portugal, a Artelier? associa-se em 2012 a outras entidades, dando vida a ações por todo o país. A PAR – Plataforma das Artes de Rua, o FIAR – Centro de Artes de Rua de Palmela e a Bússola| Plataforma para o Desenvolvimento Artístico e Cultural responderam positivamente ao desafio e juntam-se à causa do espaço público.

No próximo fim-de-semana decorrerão ações em diversos pontos do país, estando o convite aberto a todos os artistas para novos apontamentos espalhados pelo país.
Dia 27, em Vendas Novas, Loures, Lisboa e Palmela serão desenvolvidas ações de rua, com convite à participação de artistas e público, que unidos darão voz à causa do espaço público. No dia seguinte, a ação decorrerá em Cascais e Santa Maria da Feira.
Em todos os locais onde se irão desenrolar os apontamentos Rua Livre em Portugal será lido um texto manifesto da Plataforma Rua Livre Portugal, redigido por Nuno Paulino e que será brevemente disponibilizado através do Facebook.


No caso particular de Santa Maria da Feira, a ação decorrerá no Domingo 28 de Outubro, depois das 14h30, caracterizando-se por um convívio entre artistas e público, no espaço público, onde de forma espontânea irão ocorrer pequenos apontamentos e apresentações ao longo de cerca de 3 horas. À chamada já responderam diversos intervenientes do espaço público em nome individual, assim como, entidades que ao longo da tarde divulgarão parte do seu trabalho, são elas a Companhia Persona, Trapos com Histórias [Liliana Salomé e Saphir Cristal], Projeto EZ, Rafaela Oliveira [estátua viva], Saltimbancos de Santa Maria, Só Animarte e Wayout [em acústico].

Atendendo ao grande destaque que ontem a internacional Rue Libre deu aos eventos nacionais, em especial ao apontamento e à mobilização anunciada para Santa Maria da Feira, o nome da cidade e dos nossos artistas já está em destaque nesta Jornada Europeia das Artes de Rua.

Assim, reforçamos o convite à mobilização e à participação de todos os intervenientes em atividades artísticas desenvolvidas no espaço público.


BÚSSOLA | Plataforma para o Desenvolvimento Artístico e Cultural
 






PCP - O ridículo de uma acusação!

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CARTA ABERTA DO PCP AO VEREADOR DO PELOURO DAS OBRAS MUNICIPAIS DE Stª Mª DA FEIRA



Ex.mo Senhor.

Recebeu o PCP, no seu Centro de Trabalho em Stª Mª da Feira, uma notificação do processo de contra ordenação nº 64 – A/2012, instaurado pelo Vereador do Pelouro das Obras Municipais dessa Câmara, com base na pretensa e hipotética deposição de lixo por este Partido, a partir de fotografias de um monte de resíduos e sacos, à mistura com folhetos do mesmo, no passeio da Rua Eng. Duarte Pacheco, cidade da Feira, fora do horário estabelecido para o efeito. Lixo esse que não foi aí depositado pelo PCP.

Independentemente da razão que nos assiste e que será expressa e fundamentada na contestação a tal processo que iremos apresentar, não podemos deixar de manifestar desde já a nossa estranheza e repúdio pelo mesmo, dado tratar-se, a nosso ver, de uma clara atitude política e persecutória deste Executivo contra o PCP.

Conhecido que é o estado calamitoso em que o Concelho se encontra em matéria de recolha e tratamento dos lixos domésticos – com a proliferação de montureiras ou lixeiras um pouco por todo o lado -  e que, aliás, tem merecido a nossa constante e viva denúncia, o citado processo, agora movido pelo Pelouro das Obras Municipais, Protecção Civil e Ambiente ao PCP, além de rídiculo e inconsistente é sobretudo uma manobra de diversão que rejeitamos liminarmente.


Stª Mª da Feira, 25 de Outubro de 2012 
  

 
Comissão Concelhia de Stª Mª da Feira do P.C.P.                        

CD PAÇOS DE BRANDÃO - XIII TORNEIO INTERNACIONAL - VERÃO 2013 - TRAQUINAS - FASE APURAMENTO

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BE - Apresenta 6 medidas para salvar a economia

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Francisco Louçã, no encerramento das jornadas parlamentares do Bloco de Esquerda, apresentou seis medidas fundamentais para salvar a economia.

No documento apresentado, salienta-se que “em 2012, a dívida pública já aumentou 13,4 mil milhões e, só em Julho e em Agosto, cresceu 700 milhões; que “no final de 2012, esta dívida será mais do dobro do que era há oito anos; e que “em 2013, aumentará mais 12 mil milhões”.
E sublinha-se: “Portugal está a empobrecer, a perder emprego e a promover a emigração, para ficar sempre mais endividado. Responder a esta falência anunciada é a maior tarefa da democracia”.
As seis medidas são:
1. Primeira medida:anular o aumento do IRS e mudar o sistema fiscal com eficácia imediata
2. Segunda medida: um programa para reestruturar as dívidas e para financiar o investimento na criação de emprego
3. Terceira medida: reforçar as políticas sociais ao nível local, com mais responsabilidade e mais rigor nas autarquias
4. Quarta medida: corrigir a dívida interna, recuperando hospitais e terminando o escândalo das PPP rodoviárias
5. Quinta medida: proteger a Segurança Social
6. Sexta medida: proteger as pessoas dos despejos e do sobreendividamento

terça-feira, 23 de outubro de 2012

UM ENSAIO … OU TALVEZ NÃO … SOBRE A LIBERDADE



Por: Carlos Varela

Existem concepções, de Vida, de Filosofia que têm que prevalecer no nosso ser. Se queremos que uma espontaneidade total nasça no mundo das ideias, será preciso que os pensadores possuam uma perfeita independência interior. O Homem só a obtém depois de haver abolido em si toda a vontade de poderio – e talvez somente se ele for realmente fraco. A ausência de poder parece uma condição favorável para falar em nome da Liberdade e para a suscitar no outro.  É dentro da humildade, dentro da generosidade, que um indivíduo tem a possibilidade de colaborar, numa parte ínfima, impercetível, no nascimento de um Mundo onde a Liberdade possa plenamente manifestar-se.

O Homem em geral, na qualidade de ser dotado de razão, que se dirige aos seus irmãos, espera deles perguntas e respostas, e que pretendem todos juntos em busca do verdadeiro. Os «porque» e os «talvez» não podem prevalecer para a razão. Ela não vive de argumentos pró e contra, mas da sua autenticidade própria e com a lúcida consciência de não possuir a verdade e somente caminhar em sua busca.

Analisando o aspecto histórico de algumas crónicas, chega-se à conclusão de que certos «cronistas» se recusam a executar seja o que for, não admitem qualquer argumento, mantêm firmemente, como uma premissa intangível, o seu «credo qui absurdum», e a sua fé, naquilo que nos apresentam, parece real. Em vez de encararem a Razão como o ar que nós não vemos, mas que queremos puro, pelo contrário preferem uma atmosfera capitosa e inebriante.

Sem quase se dar por isso, renunciamos à Razão e obviamente à Liberdade. E o Homem, renunciando à Liberdade da Razão, fica a um passo da escravidão. Ficando predisposto ao mito, deixa afundar-se tudo quanto constitui a compreensão da Liberdade. E se ficarmos acantonados a uma fé irracional e insuscetível de ser discutida, ficamos à beira da Liberdade cessar de nos alimentar e em breve esqueceremos o que Ela significa.

Se, o vazio nos ocupar os nossos sentimentos ficamos privados simultaneamente de nós próprios e da Verdade, ficamos prostados no terror. Renunciando à Razão renunciamos também à Liberdade. Quem não fizer brilhar em si próprio a luz da Razão, está mais ou menos perdido. Fica prisioneiro das verdades que concebem ou que se lhe impõem. Marcha ao acaso da Vida, ávido do poderio e sem penetrar nos verdadeiros móbeis que o animam. Tende a considerar a sua própria ideia uma verdade absoluta e única, procura de uma maneira totalmente egocêntrica a identificação com uma causa, recusa-se quanto não traz água ao próprio moinho. Não se procuram amigos, mas admiradores e súbditos. Com a maior naturalidade, apenas se contempla o próximo na medida em que ele pode participar como figurante no nosso próprio drama.

Para muitos, dos pretendentes a escribas, deste ou de outro meio de comunicação escrita e em alguns casos falada, só a imaginação impera – a imaginação que com nada se devia comprometer e que se deveria pretender que fosse a própria verdade da nossa essência, quando, na verdade apenas somos objecto de estados afectivos incoerentes. Um pensamento mítico a este ponto degenerado, por carecer de uma autocrítica existencial, não constitui senão a negação do pensamento.

São, os pseudos-escribas, claro, uma forma de anti-razão, têm origem numa negação simultânea da Verdade e da Liberdade humana, são a corrupção de uma verdade inicial; são impulsos que os arrastam para o «sabbat» infernal das metáforas, dos dogmas, dos aforismos, para a expressão de um capricho instável, para perpétua inversão dos valores, para uma falsa interpretação da Vida.

Termino com um filósofo grego do século V-IV A.C., ISÓCRATES,  no que se relaciona com «Os sofistas», diz-nos :
«Quem não há-de detestar e desprezar os que passam o tempo a discutir, os que fingem procurar a verdade, mas logo ao começo das suas proclamações tentam dizer mentira?
A tal ponto chegou a sua audácia, que tentam persuadir os jovens de que, se deles se aproximarem, ficarão a saber o que se deve fazer, e, graças a esse conhecimento, se tornarão felizes. E, instituindo-se mestres e senhores de tais especialidades, não se envergonham de reclamar por elas três ou quatro minas.» (Contra os sofistas, 2-3)

(O meu tributo para o Jornalista, o Poeta, o Lutador pela Liberdade de Escrever, que nos acaba de deixar e para tantos outros, talvez anónimos, e esquecidos, mas que deram as suas Vidas pela Razão de se alcançar a Liberdade).


Paços de Brandão, 23 de Outubro de 2012

Quinta do Engenho - Mino leva raspanete do chefe dele!

Há umas semanas atrás, a coberto pelo fim de semana prolongado do dia 5 de Outubro, o nosso Mino, numa operação ultra-secreta e de cariz "relâmpagonónico", decidiu abater quase todas as árvores, "resistentes" da Quinta do Engenho Novo. Como ele não é muito apologista de resistências, e como isso lhe soa a revoluções, além disso é o prato do dia no país, e porque deve ser vermelho de certeza, (mesmo tendo cor verde por fora) pimba! ...porrada nas árvores que é para elas aprenderem a não se meterem com ele!!!
(Agora a sério)

Quem visitar a Quinta do Engenho Novo por estes dias, poderá verificar que em vez de um parque aprazível e lúdico prometido, depara-se sim, com um deserto em forte expansão, tal é o grau de devastação que ali foi infringido! 
Bem haja, (mas infelizmente fora de tempo para a mancha verde resistente), que alguém alertou o Presidente da Câmara para esta situação, que imediatamente deu ordem pessoalmente ao nosso Mino, para que parasse com esta devastação!
Ainda não conseguimos entender as razões que levaram o nosso Mino, a infringir um abates de árvores nas proporções que se verificaram há cerca de 2 anos atrás. Como tal, para o Engenho, é completamente impossível entender este, concretizado agora há poucos dias. Não obstante, há uma ideia simples que nos surge: DINHEIRO!
Fazendo fé nas contas da Junta de Freguesia, que foram dadas a conhecer  recentemente, euros é coisa que não abunda pelos cofres da Rua do Corgo! Logo, é legítimo pensar que para fazer face a algumas despesas disparatadas deste executivo, tais como a famosa "máquina do povo", há que realizar "pilim" a todo o custo. Nem que para tal se delapide sem qualquer pudor, o maior património ecológico público  Brandoense!

Os nossos filhos já não poderão julgar, mas estamos certos que talvez os nossos netos, irão recordar para sempre o nosso Mino como o maior criminoso ecológico da história de Paços de Brandão!

Haja memória e respeito pelo menos pelo mentor da Quinta do Engenho Novo, que até era laranja, e que foi o Sr Joaquim Carvalho. O qual nesta altura já deve ter dado muitas voltas no seu túmulo,  com tanta asneira que os seus pares de agora vão fazendo nesta terra de (supostos) " Blandoões"!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Onde anda o grupo da Joaninha?



Uns dizem que este se perdeu quando atravessava o oceano das tormentas da herança da Dona Joana. Outros afiançam porém, que o grupo está vivo, e que é ir vê-los a mexer todas as sextas-feiras no seu ritual  dos ensaios no local habitual.
Cá para nós, e até porque somos algo saudosistas no Engenho, estamos em crer, que o grupo irá surgir numa noite de nevoeiro, juntamente com o D. Sebastião, mas montados num "burrinho" mesmo em frente ao bar do arraial, e no dia da festa dos arcos,  a fazer dupla com o "quarteto 1111"!

Museu do Papel - Semana aberta

In: Site Museu do Papel






Semana Aberta
22 Outubro a 28 Outubro
Comemorações do Aniversário do Museu do Papel
entrada livre
especial - horário contínuo
10h00 às 21h00 todos os dias

Integrada na comemoração do aniversário do Museu do Papel, em Paços de Brandão, Santa Maria da Feira, decorre de 22 a 28 de Outubro, a 4ª edição da Semana Aberta, com entrada livre e visitas guiadas, a partir das 10h00 da manhã e até às 9h00 da noite.