segunda-feira, 10 de outubro de 2011

C.D. Paços de Brandão continua sem perder

Realizou-se neste domingo mais um jogo do nosso Paços de Brandão, e, para não variar (ainda bem!), o nosso clube voltou a não perder. Apesar de este "não perder" começar a saber a pouco, pois esta equipa de recurso orientada pelo Cardosinho está a conseguir surpreender tudo e todos, ao ocupar neste momento o 4º lugar, deixa a dúvida se não teriam condições de lutar por algo mais...
Mas voltando ao jogo em si, o Carregosense  veio a Paços arrancar  um empate sem golos, que pode dizer-se ter sido sofrido! O Paços esteve quase sempre mais perto de conseguir o golo, que o seu adversário. O que a acontecer  lhe daria mais um triunfo merecido! Seja como for, o Paços continua até ao momento a brilhar neste inicio de época, o que deixa todos os adeptos da "Briosa" cheios de orgulho!

domingo, 9 de outubro de 2011

Tuna de Oleiros - Festejo dos 101 anos

Decorreu no passado dia 4 de Outubro, véspera de feriado, o concerto de evocativo da celebração dos 101 anos da Tuna de Oleiros. Para festejar a efeméride subiu ao palco a prata da casa, onde a tuna musical e o grupo coral interpretaram várias obras musicais.
O evento, apesar de pouco concorrido para o habitual, contou com a presença de diversas individualidades da cultura, música e politica locais. De onde se destacam a presença de Emídio Sousa, em representação da autarquia Feirense e de David Rodrigues por parte da Junta local.
Ao longo de todos estes anos de existência, a tuna Oleirense contou também muitas vezes com o contributo de inúmeros Brandoenses nas suas fileiras, o que de alguma forma une estas duas terras, e de onde nos merece destaque o saudoso Sr. Aires de Sousa.

Bicho da madeira deixa salão nobre da junta esburacado

Na última Assembleia de freguesia, foi possível tomar conhecimento de duas situações que muito entristeceram os presentes, e até os ausentes! Primeiro, foi o abandono triste do nosso Tono Mangas, que pelos vistos (em carta oficial) decidiu dedicar mais tempo à família em detrimento da Junta de freguesia. Mas que, e toda a gente sabe disso, afinal foi mesmo por nunca se ter conseguido  entender com o nosso Mino, tendo a coisa mesmo chegado ao ponto de se arregaçar as "mangas" e quase trocarem "outros" argumentos.
Em segundo lugar, e nisto talvez nem todos tenham prestado atenção, mas a verdade é que o bicho da madeira chegou a Paços! Não é porque este seja PSD, não nada disso! Apenas foi possível dar conta deste facto porque o piso do salão nobre da junta estava cheio de buracos (ver foto). A sorte é que são só buracos no soalho mesmo, e não chegou ao cofre ainda....Ou será que chegou?

O mundo contra Wall Street

Caiu no e-mail:

Por uma boa causa....http://www.avaaz.org

Milhares de norte-americanos ocuparam sem violência a Wall Street - um epicentro do poder financeiro global e da corrupção. Eles são os últimos raios de luz em um novo movimento pela justiça social que está se espalhando rapidamente pelo mundo: de Madrid a Jerusalém e a 146 outras cidades, com outras aderindo a cada instante. Mas eles precisam de nossa ajuda para triunfarem.

Como são as famílias de trabalhadores que estão pagando a conta de uma crise financeira causada por elites corruptas, os manifestantes estão exigindo uma verdadeira democracia, justiça social e combate à corrupção. Mas eles estão sob forte pressão das autoridades e alguns meios de comunicação estão retratando-os como grupos extremistas. Se milhões de nós de todo o mundo os apoiarem, vamos aumentar a sua determinação e mostrar a mídia e aos líderes que os protestos fazem parte de um movimento massivo pela mudança.


Este ano pode ser o nosso 1968 desse século, mas para ter sucesso ele deve ser um movimento de todos os cidadãos, de todas classes sociais. Clique para participar da campanha para a democracia real - um contador gigante será erguido no centro da ocupação em Nova York mostrando ao vivo cada um de nós que assinarmos a petição e retransmitido ao vivo na página da petição:

http://www.avaaz.org/po/the_world_vs_wall_st/?vl


A onda mundial de protestos é o capítulo mais recente na história deste ano do poder global do povo. No Egito, as pessoas tomaram a praça Tahrir e derrubaram seu ditador. Na Índia, o jejum de um homem trouxe milhões às ruas e o governo teve que ceder - vencendo uma ação real para acabar com a corrupção. Durante meses, os cidadãos gregos protestam sem descanso contra os injustos cortes nos gastos públicos. Na Espanha, milhares de "indignados" desafiaram a proibição de manifestações pré-eleitoral e montaram um acampamento de protesto na praça do Sol para manifestar contra a corrupção política e a manipulação do governo da crise econômica. E neste verão em Israel as pessoas construíram "cidades de tendas" para protestar contra o aumento dos custos de habitação e por justiça social.

Estes assuntos nacionais estão ligados por uma narrativa global de determinação para acabar com a conivência das elites e de políticos corruptos - que em muitos países ajudaram a causar uma prejudicial crise financeira e agora eles querem que as famílias de trabalhadores paguem a conta. O movimento de massas que está respondendo a isso pode não só garantir que o ônus da recessão não caia sobre os mais vulneráveis, mas também pode ajudar a melhorar o equilíbrio de poder entre democracia e corrupção. Clique para apoiar o movimento:

http://www.avaaz.org/po/the_world_vs_wall_st/?vl


Em cada revolta, do Cairo a Nova York, o pedido por um governo responsável que sirva o povo é claro e nossa comunidade global tem apoiado esse poder do povo em todo o mundo, onde quer que tenha surgido. O tempo em que os políticos ficavam nas mãos dos poucos corruptos está terminando e, em seu lugar, estamos construindo democracias reais, de, por e para as pessoas.

sábado, 8 de outubro de 2011

A propósito de Duarte Lima

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Um texto curioso, que ilustra a relação de promiscuidade, quase pornográfica, que existe nos meandros da politica Portuguesa...

A revista Sábado que ontem chegou às bancas dedica oito páginas a Duarte Lima, desde o tempo em que, órfão de pai aos 11 anos, ajudava a mãe a vender peixe em Miranda do Douro. À beira de completar 56 anos (Novembro), Duarte Lima tornou-se um homem imensamente rico. A investigação de António José Vilela e Maria Henrique Espada está recheada de detalhes picantes. Na sua casa da Av Visconde de Valmor, em Lisboa, Duarte Lima dava jantares impressionantes, confeccionados in situ por Luís Suspiro; no fim do ágape, o chef vinha à sala explicar aos convidados  —  entre outros, Manuel Maria Carrilho, Ricardo Salgado, João Rendeiro, Horácio Roque, Adriano Moreira e José Sócrates  —  a génese das suas criações. Ângelo Correia, que o lançou na política em 1981, nunca foi convidado para esses jantares. O andar da Visconde de Valmor foi decorado por Graça Viterbo: a decoradora cobrou 705 mil euros. Quando entrou para a Universidade Católica, graças a uma bolsa que o isentou das propinas, foi ignorado pelos colegas: era pobre, vestia-se mal e vinha da província. Só Margarida Marante se aproximou dele. Duarte Lima oferecia-lhe alheiras confeccionadas pela mãe. Em 1980 já era maestro do coro da Católica. Pacheco Pereira e Santana Lopes assistiam embevecidos aos seus concertos de órgão. O estágio de advocacia foi feito no escritório do socialista José Lamego, então casado com Assunção Esteves, actual presidenta da AR. O primeiro casamento (1982) foi celebrado pelo bispo de Bragança. Em 1983 chegou a deputado e, em 1991, a líder parlamentar e vice-presidente do PSD. Nos anos 1980-90 era das poucas pessoas a quem Cavaco atendia o telefone a qualquer hora. Até que, em 1994, o Indy, então dirigido por Paulo Portas, obrigou o Ministério Público a investigar as suas contas. Demitiu-se de cargos políticos e aguardou a conclusão do processo. Com o assunto arrumado, candidatou-se em 1998 à Distrital de Lisboa do PSD. Ganhou, derrotanto Passos Coelho e Pacheco Pereira. A leucemia afastou-o do cargo. Volta ao Parlamento por dois mandatos: 1999-2002 e 2005-2009. Segundo a revista, Duarte Lima depositou nas suas contas, entre 1986 e 1994, mais de cinco milhões de euros, parte considerável (25%) em cash. É membro da Comissão de Ética do Instituto de Oncologia de Lisboa e fundou a Associação Portuguesa Contra a Leucemia. Agora é o principal suspeito do assassinato de Rosalina Ribeiro.

Nada disto me impressiona, excepto o facto de Duarte Lima ter obtido do BPN, em 2008, pouco antes da nacionalização do banco, um empréstimo de 6,6 milhões de euros, «contraído sem a apresentação de qualquer garantia». O affaire Duarte Lima é um caso de polícia. Mas o affaire BPN, sendo também um caso de polícia, é sobretudo um assunto de Estado. E nenhum jornal ou revista investiu ainda o bastante para o dilucidar.

Etiquetas: BPN, Duarte Lima

Para pensar - O papagaio e a Galinha de Bocage

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De vez em quando umas páginas de humor, e sobretudo se elas partem de uma personalidade como a do Bocage, assentam muito bem a certos papagaios que por aí andam.
Solraro

O PAPAGAIO E A GALINHA !


  Loquaz papagaio
  Secava a guela,
  Soltando mil gritos
  A uma janela.
  Olhou para a rua,
  Por onde vagava
  Galinha de pôpa,
  Que depenicava.
  Na língua das aves
  Co'um ar superior
  Lhe deu estes chascos
  O vão palrador:
  - Deveras, vizinha,
  Que podes campar
  Co'a prenda galante
  De cacarejar !
  Deixando ironias,
  Sempre és coisa pouca,
  Não tens outro chiste
  Senão essa touca.
  Depois de defunta
  Só causas prazer,
  Para te comerem
  Te dão de comer,
  Eu em alma e corpo
  Sou ave excelente,
  Não pasmes de ouvir-me
  Falar como a gente ?
  Não pasmo (responde
  dos galos a amiga),
  Vilão, carioca,
  Mordaz de uma figa.
  Da língua, que alegas,
  Basófia concebes ?
  Que importa que a fales
  Se não a percebes ?
  Com isso te abates
  No meu parecer.
  Os tolos só dizem
  O que ouvem dizer...
  
Bocage

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

C.D. Paços de Brandão - Jogos de 08 a 09 de Outubro de 2011

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BE - Portagens nas SCUTs

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Portagens nas SCUTs: BE questiona Comissão Europeia sobre qualidade do ar em Aveiro

O Bloco de Esquerda questionou a Comissão Europeia sobre a má qualidade do ar em Aveiro provocada pela introdução de portagens nas antigas SCUTs.

A deputada Marisa Matias quer saber que medidas vai a Comissão tomar dado que esta "decisão de portajamento tem como clara consequência a violação da legislação europeia no que respeita à qualidade do ar". A deputada quer ainda saber o que fará a Comissão "para que a qualidade do ar nas localidades envolventes" à EN109 "estejam nos limites legais definidos pela própria União Europeia e transpostos para a legislação nacional".

Apesar do impacto do desvio do tráfego das auto-estradas para estradas nacionais e municipais que atravessam populações ainda não ser suficientemente conhecido, a deputada cita as conclusões de um estudo da Universidade de Aveiro recentemente divulgadas. "O tráfego nessas estradas triplicou, provocando um aumento em média de 60% dos níveis de poluição. Os valores dos poluentes PM10 e óxidos de azoto estão acima do permitido colocando em risco a saúde pública, nas localidades junto à EN109. Nalguns locais, nomeadamente numa zona comercial muito frequentada os valores de poluição aumentaram 300%. Os valores apurados ultrapassam os valores limite. Os valores são elevados numa área considerável de 500 metros de distância dessa estrada."

Na pergunta escrita é ainda referido que o fim das SCUTs teve com como consequência "um enorme impacto nas finanças dos cidadãos que, sem alternativas viáveis, se deslocam diariamente para o seu local de trabalho assim como um sobrecusto na actividade das pequenas e médias empresas e no turismo".

A Comissão tem agora seis semanas para responder por escrito. Os limites legais para a qualidade do ar são definidas por várias directivas europeias (92/72/EEC, 96/62/E, 99/30/EC; 2000/69/EC; 2002/3/EC, directiva Auto-Oil) transpostas para a legislação nacional.

A pergunta escrita segue em anexo:

CDU - Documentos da assembleia municipal

Pedido de divulgação enviado por e-mail:


A 30 de Dezembro de 2010 questionámos o executivo, nesta Assembleia, sobre o rumo do Centro de Artes de Rua. Fizemos 12 perguntas a acrescer a outras tantas feitas anteriormente. A resposta veio mais tarde, por escrito. Mas ficou uma promessa. De que haveria uma sessão pública de esclarecimento. Questionámos e voltámos a questionar. Da sessão nem sombras. Mas as máquinas ouvem-se e vêm-se todos os dias, num lufa-lufa apressado para a construção do centro. Comercial e não cultural. Consta-se, porque a Câmara falta em informação concreta, que o financiamento estará em risco. Mas o financiamento cultural. Porque o comercial, no centro da cidade, perto de escolas e unidade de saúde, não faltará. Mas continuamos sem saber que interesses vem servir e quanto irá custar. Mas facilmente se compreende qual, afinal, foi o projecto desta Câmara.

E falemos dos não projectos. Dos não projectos para um município que, mais uma vez, vê o desemprego crescer substancialmente de Julho para Agosto. De 8460 passámos para 8655 desempregados inscritos nos centros de emprego, sempre com a maioria composta por mulheres: 59,3%. Dos não projectos do município onde as fábricas de cortiça continuam a encerrar, deixando centenas de pessoas no desemprego enquanto o sr. Américo Amorim tem a lata de dizer que não se considera um homem rico.

Dos não projectos como é o tribunal. Com gastos que ascendem aos 60 mil euros por mês, pedem-se agora estudos ao LNEC e à FEUP para se comprovar como, afinal, o edifício serve. Então não servia, agora serve? Em que ficamos? E como se justifica, se serve, que se tenha pago tanto a título de rendas?
Dos não projectos, como é a educação. Apesar do lançamento de primeiras pedras, a verdade é que muita obra que se projectava está por iniciar, parada ou por concluir. 2
Em relação ao presente ano lectivo, a perspectiva de iniciar as aulas em novas instalações (centros escolares) em Arrifana, Argoncilhe, Escapães, Espargo, veio a ser gorada, uma vez que as crianças continuam a frequentar o mesmo estabelecimento de ensino, em alguns casos, nos contentores provisórios (!!!), o que acrescenta despesa, embora a Srª vereadora da educação tenha feito o discurso da normalidade, em recente entrevista.

Há que notar também que, num município que se diz pioneiro da educação de infância, continuamos com instalações precárias, como é exemplo o jardim de infância de Farinheiro (Fornos), das quais mais de uma dezena continuam cobertas com telhas de fibrocimento, apesar das sucessivas promessas do Sr. Vereador Emídio Sousa.

As carências em creches e berçários são um problema muito grave, sobretudo afectando jovens casais, num momento tão difícil como o actual. A rede de escolas do ensino básico e secundário, instalada no município, mantém-se idêntica, ao que era há cerca de 15 anos. Se exceptuarmos a recente intervenção de que foi alvo a Secundária de Santa Maria da Feira e a intervenção forçada em Paços de Brandão, cuja escola estava em riscos de ruína, as restantes edificações continuam fisicamente desqualificadas (estão, há muito, fora do prazo de validade). Prova disso mesmo é a deslocação de crianças e jovens para as novas escolas de Concelhos vizinhos, agora não por falta de vagas no ensino público, mas pela atracção das melhores condições que lhes propiciam esses estabelecimentos de ensino.

Assim, perguntamos: quando prevê a Câmara concluir e instalar os centros escolares? Para quando a remoção do fibrocimento dos jardins-de-infância? Para quando a criação de novas creches e berçários? Que intervenção está a ser considerada para as sedes de agrupamentos de escolas?

Dar nota ainda que deixamos aqui um requerimento sobre o mais recente não projecto marketing propagandístico focado exclusivamente na distribuição de umas quantas centenas de compostores por ano a famílias do Município. Isto sem cuidar de ensinar a fazer compostagem doméstica nem proceder sequer à separação e compostagem das muitas toneladas de resíduos organicamente degradáveis dos cemitérios municipais, como a CDU sempre propôs? Bem prega Frei Tomás.

Para finalizar, em tempos como estes, em que é o próprio Primeiro-ministro que nesta quarta afirma que Portugal perdeu a sua soberania, submetendo-se ao poder estrangeiro em virtude de políticas que levaram a esta submissão, esquecendo-se que, nas últimas 3 décadas os exclusivos responsáveis são PS, PSD e CDS-PP, a esperança nasce nos milhares de mulheres e homens que amanhã, no Porto e em Lisboa, marcharão contra o pacto de submissão.


(Intervenção na Assembleia Municipal de Santa Maria da Feira ,  Período de Antes da Ordem do Dia, 30 de Setembro de 2011)


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Escolas do 1º ciclo sem actividades extra-curriculares

Enviado por e-mail:

A grande maioria das escolas do 1ºciclo do concelho ainda não têm AEC's - (actividades extra-curriculares), estas actividades são em primeira instância e por protocolo com o Ministério da Educação, da competência da Câmara Municipal, que pode delegar em outros organismos, como entidades particulares creditadas. A Câmara da Feira assumiu esse compromisso, e geria com a "Grande Sábio" estas actividades até ao final do ano lectivo 2010/2011.

Para 2011/2012 a Câmara  passou a "bola" para os agrupamentos, o que lhes veio baralhar a necessidades com docentes, na maior parte dos casos o processo de contratação de professores ainda decorre, concretamente noagrupamento de Paços de Brandão as actividades tiveram inicio na data de começo das aulas, em Oleiros juntaram duas turmas para inglês o quetotalizou 3 dezenas de alunos numa só turma, entretanto este caso foi resolvido.
 
Com a falta de recursos financeiros cada vez mais evidente houve pais que se socorreram destas actividades para ter onde deixar os filhos durante o horário de trabalho e poupar nos ATL's, o que levou a um aumento do numero de alunos para estas actividades, em Oleiros a coordenadora "tentou" fazer uma triagem para solucionar o problema dos excedentes.

ISPAB e Colégio de Lamas fazem parceria

In: ispab.pt

ISPAB e Colégio Liceal de Santa Maria de Lamas, em 26 de Setembro de 2011, celebraram um protocolo de cooperação que contempla as áreas da cooperação técnica, científica, pedagógica e cultural, ensino e formação, recursos humanos, acesso privilegiado a cursos, projectos e estudos conjuntos, partilha de recursos físicos, promoção e divulgação, prestação de serviços à comunidade e desenvolvimento regional.

No âmbito deste protocolo o ISPAB concede aos alunos e ex-alunos provenientes do Colégio de Lamas as seguintes regalias especiais:

a) Redução de 30% no valor das propinas de frequência dos cursos conferentes de grau académico ministrados (licenciaturas);

b) Acesso preferencial aos cursos não conferentes de grau académico promovidos (pós-graduações e cursos de especialização). ISPAB e Colégio Liceal de Santa Maria de Lamas, considerando as vantagens mútuas que poderão advir da aproximação entre as duas comunidades escolares e da partilha de recursos, saberes e experiências, comprometem-se a cooperar nos vários domínios abrangidos pelo protocolo e, assumindo as suas responsabilidades enquanto instituições de ensino e formação de referência da região, procurarão promover ou aderir a acções de desenvolvimento regional, apelando a outras instituições que partilhem dos mesmos objectivos e associar-se aos seus esforços

PEV - Pergunta sobre o antigo tribunal da Feira


Ex. ma Sr.ª Presidente da Assembleia da República:

A já longa e atribulada história da casa da justiça em Santa Maria da Feira começou com a concessão da obra em 1983, sendo que na altura ainda se designava a localidade por Vila da Feira. O projeto do arquiteto Viana Lima só seria uma realidade construída em Dezembro de 1991 quando o Ministro de então, Laborinho Lúcio, o inaugurou com pompa e circunstancia, após várias falências de empreiteiros terem arrastado o término da obra no tempo.
A construção cedo começou a demonstrar cedências estruturais sendo inclusive noticia o arco de flecha que a viga de sustentação do alçado principal começava a denotar. A análise e intervenção de especialistas foram por múltiplas vezes também noticiadas.
Em finais de Abril de 2008 era noticiado que oedifício onde se encontrava instalado o Palácio da Justiça de Santa Maria da Feira, apresentava graves deficiências estruturais, diagnosticadas como sendo consequência de deficiente fundação em face da natureza do solo, e de erros de concepção e de execução.
No tribunal de Santa Maria da Feira trabalham 130 funcionários, incluindo magistrados (judiciais e do Ministério Público). O Palácio da Justiça apesar de ser uma construção relativamente recente sempre funcionou em condições de segurança permanentemente atestadas, dado as deficiências estruturais precocemente detectadas. Ao longo de mais de uma década foi acompanhado e monitorizado de forma permanente pelo Instituto de Gestão Financeira e de Infra-estruturas da Justiça e pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil, nunca tendo as perícias efectuadas apontado existência de risco que exigisse a interdição de utilização do edifício.
Contudo e em finais de Abril de 2008 foi considerado que dada a natureza e extensão das deficiências, a recuperação do edifício se apresentava inviável, pelo que, o Ministério da Justiça optou pela criação de um novo Campus de Justiça. Na comunicação social dizia-se” … no decurso da última semana, novas perícias registaram uma alteração dos valores observados, a que não terá sido alheia a elevada pluviosidade recentemente verificada. Em face da alteração agora registada, não obstante não estar prevista qualquer evolução iminente, o Ministério da Justiça decidiu tomar, por princípio de precaução… o Encerramento imediato das instalações do Palácio da Justiça de Santa Maria da Feira.”
Cinco dias após o encerramento, o Governo decidiu arrendar um edifício de escritórios que diziam estava em fase final de construção, situado próximo das instalações que foram encerradas devido ao risco de ruína. Esse edifício foi entretanto adaptado para receber todos os serviços do tribunal e, logo na altura foi referido que as antigas instalações seriam abandonadas de imediato e devolvidas à Câmara Municipal de Santa Maria da Feira para serem demolidas.
Para assegurar o funcionamento do tribunal este passaria provisoriamente para um pavilhão na zona industrial do Roligoe para um salão cedido pelos bombeiros locais, ambos em regime de arrendamento. Nestas instalações acabaria por funcionar precariamente durante seis meses.
O valor contratual mensal que o Ministério da Justiça passou a pagar pelo arrendamento do edifício onde se encontra o actual Tribunal da Feira bem como pelas garagens que posteriormente teve de arrendar por questões de segurança de juízes e réus, é de 60 mil euros.
Três anos volvidos e após se terem gasto avultadas importâncias em arrendamentos e em obras de readaptação das instalações de um novo edifício, foi tornado público que a demolição (que ao fim de três anos não foi realizada) das antigas instalações do Palácio da Justiça, de Santa Maria da Feira, vai ser suspensa. Foi igualmente tornado público que esta resolução foi tomada durante uma visita do Sr. Secretário de Estado da Justiça, Fernando Santo, sendo fundadas na tese da Câmara Municipal da Feira de que aquelas instalações não correm risco de derrocada, como até aqui se pensava. Segundo as noticias vindas a público “dependendo do resultado dos estudos, aquelas instalações podem ser aproveitadas pelo Ministério para ali colocar alguns serviços do Tribunal ou até pela Câmara Municipal que, para ali, poderá transferir algumas das repartições que tem a funcionar em espaços arrendados”.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª a Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Justiça possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1 - Que estudos foram preponderantes em 2008 para o “encerramento imediato”, das instalações do Tribunal da Feira? E Em que data foram apresentados?
2 - Que elemento de risco justificava então o abandono precipitado das instalações, que colocou em perigo inclusive a segurança de magistrados e outros durante mais de seis meses em instalações precárias?
3 - Passados três anos e após gastos orçamentais da ordem de vários milhões de euros em arrendamentos, o que é que se alterou de então até agora no capítulo da segurança do edifício? Que estudos foram solicitados e em que datas?
4 - As instituições que emitiram em 2008 pareceres técnicos foram agora consultadas para o mesmo efeito?
5 - Por conta de quem foram feitas as obras de remodelação e adequação do imóvel onde atualmente está instalado o Tribunal da Feira?
6 – Qual a duração do contrato de arrendamento onde hoje está instalado o Tribunal da Feira?
7 - O contrato prevê indemnização em caso de cessação por parte do estado?
8 - Como se designa o proprietário do imóvel onde se encontra instalado atualmente o Tribunal da Feira?
 

Palácio de São Bento, quinta-feira, 29 de Setembro de 2011
 
Deputado(a)s
JOSÉ LUÍS FERREIRA(PEV)
HELOÍSA APOLÓNIA(PEV)

C. D. Paços de Brandão - Soma e segue!

Neste fim de semana decorreu em Rio Meão mais um "derby" local, com o regresso saudado da Juventude Atlética de Rio Meão ao primeiro escalão da distrital de Aveiro. Para não variar,  o nosso Paços não se mostrou rogado, e bateu a equipa local por 2-1, elevando assim para 10, os pontos já alcançados nesta temporada, e mantendo-se ainda sem derrotas. Como todos sabem o Paços está a usar uma equipa de recurso, que foi construída à pressa e que é orientada pelo Cardosinho, ex jogador do clube.Não deixa por isso de estar a causar uma enorme surpresa a sua prestação no campeonato. E a seguirem este caudal de vitórias, ainda vai ser um caso a sério se o Paços no fim estiver a lutar pela subida!

BE - Antigas instalações do tribunal de Santa Maria da Feira

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Antigas instalações do tribunal de Santa Maria da Feira, afinal a culpa é de quem?

O Secretário de Estado da Administração Patrimonial e Equipamentos do Ministério da Justiça, Fernando Santo, visitou, recentemente, o antigo edifício do Tribunal de Círculo e de Comarca de Sta. Maria da Feira. Nessa visita proferiu algumas dúvidas sobre as debilidades estruturais do edifício, que tinham sido o motivo para o seu abandono. Fernando Santo mostrou-se “muito surpreendido” com o abandono precipitado em Abril de 2008, dizendo que não percebe “as razões que levaram a interditar o edifício”. Continuou, indicando que não viu “nenhum elemento estrutural partido e os testemunhos não têm fissuras”. O Secretario de Estado terá informado os presentes que iria contactar o Laboratório Nacional de Engenharia Civil e pedir para rever o processo relativo ao encerramento edifício do antigo tribunal.

O antigo edifício do Tribunal de Círculo e de Comarca de Sta. Maria da Feira foi abandonado em Abril de 2008, numa medida de emergência face ao risco eminente de colapso do edifício. Desde então, o Tribunal de Círculo e de Comarca de Sta. Maria da Feira tem funcionado em espaços alugados.

As afirmações de Fernando Santo colocam em causa as declarações de perigo eminente de colapso que serviram como base para o abandono das antigas instalações do Tribunal de Círculo e de Comarca de Sta. Maria da Feira. E esta acusação não pode ser feita de ânimo leve, dado que poderá estar em causa uma decisão lesiva das contas públicas, no valor de 11 milhões de euros. Esta decisão é tão mais gravosa quanto a recuperação das antigas instalações do Tribunal custaria apenas 1,5 milhões de euros, segundo alguma imprensa.

Em resposta a uma pergunta do Bloco de Esquerda (Pergunta n.º271/XII/1ª) foi indicado que o valor da renda mensal das instalações actuais é de 62.464€ (52.000€ das instalações acima do solo e 10.464€ dos pisos -2 e -3). O contrato de arrendamento das instalações actuais tem a duração de 15 anos e termina no ano 2023. Assim, o valor anual de renda é de 749.568€ e, no final do contrato de arrendamento, terão sido pagos mais de 11 milhões de euros. Ora, este é um pagamento avultado, que tem de ser cabalmente justificado, sob pena de se poder transformar numa má utilização de dinheiros públicos.

Por outro lado, foi noticiado por um órgão de comunicação local que o Ministério da Justiça ainda não entregou o pavilhão industrial que, em 2008, serviu de Tribunal provisório de Sta. Maria da Feira, durante cerca de seis meses. Decorrente desta situação, os proprietários recorreram para a via judicial e o Estado foi condenado a pagar mais de 135.000€ de rendas e juros em atraso. O diferendo entre o Estado e os proprietários baseia-se no compromisso, assumido contratualmente pelo Estado, em devolver o armazém da mesma forma que foi alugado, coisa que não aconteceu. Estas obras, segundo os proprietários, teriam um custo que rondaria os 20.000€. Esta situação demonstra uma sobranceria enorme na gestão de dinheiros públicos.

Face á confusão instalada, que está acarretar despesas avolumadas para o erário público, o deputado Pedro Filipe Soares questiona o Ministério da Justiça. Ler aqui as perguntas

Contacto: Deputado Pedro Filipe Soares 938 602 234

PCP - Destruição de propaganda

Pedido de divulgação enviado por e-mail:




DESTRUIDA PROPAGANDA POLÌTICA DO PCP!

    De uma forma repetida e ilegal, têm sido destruídos e vandalizados nos últimos dias cartazes de propaganda política do PCP em vários concelhos do Distrito de Aveiro.

   Com efeito, painéis publicitários de um espectáculo da Associação de Estudantes da Universidade de Aveiro foram abusiva e ostensivamente colados em estruturas de propaganda do nosso Partido, nomeadamente em diversos pontos do Concelho de Stª Mª da Feira, o que atenta não só contra o exercício das liberdades democráticas como contra o direito de propriedade.

      Uma vez que, infelizmente, tais atropelos se têm vindo a repetir por parte daquela Associação, apesar de já alertada para a gravidade dos mesmos, o PCP vê-se assim obrigado a apresentar a respectiva queixa-crime, como único meio de defender os seus legítimos direitos e sobretudo fazer respeitar mais uma vez o pleno exercício das liberdades que a Constituição da Republica consagra. 

       Não permitiremos que uma das principais conquistas do 25 de Abril – o uso e expressão das liberdades e de propaganda política – seja cortado ou prejudicado seja por quem for.


      Stª Mª da Feira, 3 de Outubro de 2011
      Comissão Concelhia de Stª Mª da Feira do PCP
     

A História e as "estórias" de Paços de Brandão (take 3)

Pedido de divulgação enviado por e-mail:
No seguimento deste post, que motivou um debate sobre a história de Paços de Brandão, surgiram alguns comentários, quer no Engenho no papel, quer no Facebook. No seguimento de um pedido de resposta pelo autor, a um comentário da nossa leitora Filomena Rodrigues neste post, temos a fazer a seguinte publicação:





A FILOMENA RODRIGUES E «AS ORIGENS DOS APELIDOS DAS FAMÍLIAS PORTUGUESAS»
Cara Senhora:

Ao falar de "livros antigos", e, no que se refere “AS ORIGENS DOS APELIDOS DAS FAMÍLIAS PORTUGUESAS”, de Manuel de Sousa, fiquei na dúvida se efectivamente leu tal livro, ou se considera um livro editado pela primeira vez em 2001, como livro antigo!...Quanto às influências deste livro nos 900 Amos de Paços de Brandão, do Pde. Correia, só lhe posso afirmar uma coisa, fiquei "pasmado", como é que um livro que foi editado em 1995, foi consultar um que foi editado em 2001?...
Ainda quanto ao livro do Sr. Manuel de Sousa, queira, por favor, consultar, «geneall.net-Plagio» e veja as complicações e polémicas em que esse livro se viu ou está envolvido (Sic).
Quanto ao “estarem todos doidos”, vou-lhe contar o que se passou com a descoberta de um monumento arqueológico, bem perto de nós, e, talvez por muitos completamente ignorada a sua existência, “O CASTRO DE OVIL”. No «Archeologo II, pág. 37 e seguinte», no ano de 1897, Pedro A. de Azevedo, diz-nos o seguinte, quanto  á localização do referido castro:
«…um trabalho sobre o território do antigo Castro de Ovile descrevendo que tem grande probabilidade o antigo Castro de Ovile (Obile ou Obil) ou Castro de Oubil, ser o actual Monte Murado na freguesia de Mozelos.» O Sr. Professor Arlindo de Sousa discordou do que estava escrito na ilustre revista de Arqueologia, e as suas dúvidas vieram a ter os seus frutos, pois conseguiram mobilizar um grupo de personalidades que formaram o Grupo de Estudos para a Defesa do Ambiente e Património Cultural de Espinho, que viram as suas pesquisas coroadas de êxito, ao em Fevereiro de 1981, descobrirem o castro. A descoberta aconteceu no dia 2 de Fevereiro de 1981 e foi efectuada, pelo nosso conterrâneo, Sr. Dr. Francisco Azevedo Brandão e Dr. Carlos Jorge Ferreira, formados em História, tendo o último conhecimentos de arqueologia, Margarida Santos, aluna de arqueologia da Universidade do Porto e João Quinta, membro da GEDAPE.
Será que todas estas personalidades estavam doidas?...Se a Filomena pensar bem verificará que elas apenas seguiram os passos que a HISTÓRIA  lhes indicou, INVESTIGAR. Decerto que não foi por o Castro de Ovil ter sido descoberto em Paramos que os habitantes e Mozelos encararam tal facto como uma «questão de birra para com o Povo Mozelense». Só quem não conhece os fundamentos da História é que pode tecer comentários como aqueles que a Filomena efectuou.
Por último e para que a Senhora possa aprofundar os seus conhecimentos, aconselho umas leituras, bem atentas: 
LIVRO DAS CAMPAÍNHAS (códice da segunda metade do século XIV) – Mosteiro de São Salvador de Grijó – Edição da C.M.de V.N.de Gaia, Jorge de Alarcão e Luís Carlos Amaral; OS BRANDÕES –Origens e Varonia (938-1663), de M. Antonino Fernandes (Porto-Novembro de 2007); BRASÕES DA SALA DE SINTRA, de Anselmo Braamcamp Freire (Primeiro Livro) – Imprensa da Universidade de Coimbra (2ª Edição) – 1921; OS PATRONOS DO MOSTEIRO DE GRIJÓ (Evolução e estrutura da Família Nobre – Século XI a XIV), de José Augusto P, de Sotto Mayor Pizarro – Porto 1987); LE CARTULAIRE BAIO – FERRADO DU MONASTÈRE DE GRIJÓ (XI – XIII Siècles) , por Robert Durand, Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural Português – Paris 1971; e, se confrontar este último livro (Le Cartulaire Baio – Ferrado) com os "900 Anos de Paços de Brandão", verificará no erro que o Sr. Pde. Correia cometeu, que em HISTÓRIA, para o qual a palavra «plágio», significará «muito pouco».
As pesquisas em história não se fazem por «birras» sobre esta ou qualquer outra  localidade, mas sim pela obtenção de factos verídicos que nos possam levar a um melhor conhecimento, das «raízes e origens históricas» de uma certa localidade.
Mais nada, tenha boas leituras.

SOLRARO

domingo, 2 de outubro de 2011

Rádio àguia azul na próxíma quinta-feira em directo do CiRAC

O programa  de rádio "Praça da república", que todas as quintas-feiras entre as 21 e as 23 horas aborda os temas mais relevantes sobre a política Feirense, a partir da estação Feirense "Rádio águia azul". Estará na  próxima semana, dia 6 de Outubro, em Paços de Brandão, e a partir das instalações do CiRAC levará a cabo uma emissão em directo e ao vivo. Entre muitos temas que serão abordados, um deles prende-se com as dificuldades, que de um modo geral, todas as colectividades do concelho estão a enfrentar, devido aos cortes financeiros feitos pela autarquia Feirense. O programa vai estar aberto ao público, pelo que, todos aqueles que queiram assistir ao vivo terão essa possibilidade dirigindo-se às instalações do CiRAC na próxima quita-feira.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Populares de Oleiros apanham jovem ladrão Brandoense

In: Correio da Manhã

Apanha ladrão e leva-o à GNR

«Assim que chegou a casa, na rua do Ribeiro, em S. Paio de Oleiros, Feira, e a esposa lhe disse que a casa acabara de ser assaltada, Domingos Neves não pensou duas vezes. Foi à procura do ladrão com quem se tinha cruzado, sem saber, minutos antes. "Passa para cá o dinheiro que roubaste", disse-lhe logo que o encontrou num café das redondezas. O jovem, de 23 anos, negou ter feito o roubo e Domingos, sem certezas absolutas, deixou-o ir. 

Só que nessa altura outros dois vizinhos também já procuravam o jovem ladrão. Sabiam que ele tinha entrado nas suas casas e não o deixaram escapar. Imobilizaram-no e entregaram-no à GNR. Ontem, o ladrão, residente em Paços Brandão, foi presente a tribunal, mas foi libertado pouco depois pelo juiz.
O jovem terá entrado na casa de Domingos cerca das 16h00, numa altura em que a mulher estava sozinha. "Ela pensou que era o meu filho e chamou por ele. Como não obteve resposta avisou que ia começar a gritar por socorro e o ladrão fugiu pela janela, por onde entrou", explica Domingos, construtor civil, de 54 anos.
O ladrão não terá levado nada, porque foi descoberto, mas depois de fugir ainda entrou em pelo menos duas outras casas.»