quinta-feira, 5 de maio de 2011

CDU - Intervenção na Assembleia Municipal

Pedido de divulgação enviado por e-mail:

Exmo. Sr. Presidente da Assembleia Municipal
Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal
Exmos. Senhores Vereadores
Exmas. Senhoras e Exmos. Senhores
Caros representantes da comunicação social

Era uma vez um concelho, com o povo desempregado.
Com as lutas sociais, demonstrado o desagrado.
Era uma vez uma Câmara, que dizia preocupar-se,
Mas ao fim e ao cabo, pão e circo eram o seu estandarte.

E assim passavam dias, anos e décadas até,
Saneamento inacabado, e agora culpam o Zé.
Mas é o Zé, o povinho, quem paga,
A factura da incompetência,
É vê-las chegar aos magotes,
As contas à residência.

Mas diz o senhor Presidente, que nisto não há mal nenhum,
Pois se vêm as novelas, que mal tem pagar o bem comum?
Mas o bem comum é de todos, um direito a exercer,
E mais cedo do que tarde, o povo há-de vencer.

São contas e números espalhados, por folhas de papel,
Que demonstram que as promessas, eram só palavras vãs,
E que a sua execução serão sempre os amanhãs.

O amanhã que há-de vir, que isto agora está mal,
É o FMI, o governo, “falta cumprir Portugal.”

De promessa, em promessa, de ano para ano, são os mesmos de sempre, e a mesma conversa. Páginas, impressas em frente e verso, que se repetem, numa melodia cansativa que já todos estamos fartos de ouvir. Ou pelo menos alguns de nós.

Não é, meus senhores, admíssivel que se prometa a um povo os seus direitos mais básicos: educação, saneamento, água, para logo em seguida os trair.

Não é, meus senhores, admissível a malfadada promessa de 1986 de que vamos ter saneamento, para lermos nestas páginas que era em 2007. Não, em 2008. Afinal 2009. Esperem, 2010. Não, não, 2011. Quem falou em 2011, sempre dissemos 2012. Charters e charters de promessas com comissão para a Indáqua. Comissão na agua, comissão nas taxas, comissão nas multas...é o negócio da china que afinal não aconteceu no Sporting, mas aconteceu aqui mesmo.

O povo, é que paga.

“Ao faminto, que te tirou
O último pão, olha-lo como inimigo.
Mas ao ladrão que nunca passou fome
Não lhe saltas às goelas.”

E já sabemos o que vão dizer “Vocês, vêm para aqui criticar, mas pelo menos estamos a fazer alguma coisa”. E se a minha avó tivesse rodas era uma bicicleta! Ora com tanto incumprimento, tantos anos de promessas, era o que faltava não fazerem só, repito, SÓ, o que vos compete... Mas quem paga são os munícipes, como se vê pelos aumentos de 100% nas facturas da água. Sim, criticamos. Porque desde sempre dissemos que não era este o caminho. Apresentámos e apresentamos alternativas. Mais cómodos seríamos caladinhos, quase a lembrar o poema da “censura” de Herman José, “estes partidos encarnados, querem chatear alguém vão chatear as vossas mães”.

Não, meus senhores, não é admissível que se vangloriem de uma obra que devia estar acabada e que apenas tem prejudicado aqueles que V.Exas. dizem representar.

E não deixa de ser uma tragicomédia que venham os vereadores do PS, na discussão do relatório e contas, com uma breve aparição do seu ex-cabeça de lista que prometia terrenos a 1 euro e a diminuição da idade da reforma, mas cuja voz não se faz ouvir nas reuniões de Câmara, onde não falam uma vez do desemprego, dos custos da água, da grave situação social que os feirenses vivem, exigir racionalidade na gestão dos recursos humanos (tradução em português corrente, despedimentos) e erguer a bandeira da indignação pelo atraso no pagamento das senhas de presença de 3 meses.

Oh vil metal, perguntem lá aos eleitos da Assembleia Municipal quando recebem eles as senhas. Perguntem aos trabalhadores da cortiça quando recebem salário. Perguntem aos desempregados quando recebem o subsídio. Perguntem às crianças quando recebem o abono de família. Porque estes, os trabalhadores, os desempregados, as crianças, vivem só disto. E depois perguntem ao PS, com a mesma indignação, por que cortaram o abono a 40 000 crianças do distrito. Ou por que diminuíram o subsídio de desemprego e cortaram o subsídio social de desemprego.  Ou por que não há castigo para o crime dos salários em atraso. Mas com a mesma indignação. E já agora, perguntem à Ministra do Trabalho, cabeça de lista por Aveiro, e à Câmara, se os trabalhadores não são pessoas. É que eles e elas, graças a ela, podem trabalhar 60 horas por semana. É que os trabalhadores do comércio, graças à inércia da câmara, podem trabalhar o ano inteiro como diz o anúncio. Mas os senhores Vereadores têm que ter o fim de semana. Não podem ler os documentos ao fim de semana. Mas os trabalhadores não são pessoas e têm mais é que trabalhar. Mas perguntem, com a mesma indignação.

E no município feirense são 8746 os desempregados, e elas, como sempre, são a maioria, representando 59%. 50,3% têm idades compreendidas entre os 35 e 54 anos e 33,9% apenas têm o primeiro ciclo do ensino básico enquanto a Câmara Municipal continua, como sempre, com políticas de “atenuação” dos efeitos. Não cria oportunidades de investimento e emprego com direitos, não exige do poder central intervenção assertiva e defensora dos interesses municipais e, acima de tudo, dos interesses das pessoas.

E a gestão de resíduos da Câmara Municipal, diz o Sr. Vereador Emídio, tudo vai bem. Perguntamos, para quem? Vezes sem conta criticámos e denunciámos a total ausência de medidas que visassem uma gestão eficaz nesta matéria por parte da Câmara PSD. A CDU, como é seu timbre, ao longo de sucessivos mandatos deste poder laranja, sempre denunciou a falta de uma verdadeira aposta em políticas de defesa ambiental, que começa desde logo pela não eliminação das lixeiras e montureiras existentes no concelho, e termina na falta de uma acção sustentada e coerente de sensibilização dos munícipes para a triagem e separação dos resíduos no próprio domicílio. Acresce a ineficácia que deriva de uma escassez de meios da sua recolha e transporte, de ecopontos e de ecocentros que cobrem nitidamente de forma ineficaz o município, dado o seu número insuficiente. Quem ande pelas ruas da sede do concelho tropeçará nas lixeiras nos passeios, já normais, mas sobre isso nem uma palavra. Apenas os projectos experimentais em quatro condomínios, enquanto a recolha diminuiu a periodicidade, se paga um balúrdio em taxas e há mesmo quem diga que não vai pagar e ainda por cima separar. E permanece um fiscal para 31 freguesias. Bem? Para quem recebe as taxas.

Na educação, o parque escolar, nas mãos da Câmara desde 1988, permanece um parque desqualificado e desadaptado em virtude de anos sem qualquer intervenção de fundo. O anúncio da construção dos centros escolares, sendo positivo, continua a ser tardio e insuficiente, pois os contentores, pomposamente denominados salas modulares, continuam a ser a solução encontrada por esta Câmara, que de provisórios passaram a permanentes - já lá vão 5 anos e a redução é de apenas 30%, com as derrapagens e sucessivos atrasos nas obras nas escolas.

Quanto à certificação das contas, todos os anos a estória é a mesma. As reservas são sistematicamente levantadas nomeadamente a trabalhos para o Município, cujo valor não se consegue apurar, a saldos de terceiros por insuficiência na prestação de informações, nomeadamente informações bancárias e relativamente aos subsídios de investimento, o que nos causa reservas também quanto à transparência das contas públicas.

Na generalidade, todos os pelouros sofreram cortes orçamentais entre os 20% e 30%, graças ao generoso Governo que elegeu o poder local democrático como inimigo, com a anuência do PSD. E o resultado está à vista. A execução ronda os 51,6%, com a receitas sempre provenientes dos impostos pagos pelos feirenses. O Município continua a ver a qualidade de vida a degradar-se. A poluição a aumentar. O aparelho produtivo a desaparecer. O rendimento a emagrecer. As dificuldades sempre a crescer.

Se há aqui uma encenação, os farsantes sabemos quem são, e, mais ainda, que custa a entender como vêm há mais de vinte anos vendendo ficção aos eleitores: seria uma comédia, se não fosse trágico. Mas como é, e é muito sério, e já agora que certos e determinados actores estão de saída, que tirem a máscara antes de virem agradecer à boca de cena, e peçam desculpa ao público. Porque a verdade é que o cartaz prometia pouco, mas a actuação foi, mais uma vez, decepcionante.

Pois,

“em nome do que nós temos
em nome do que nós fomos
revolução que fizemos
democracia que somos
em nome da unidade
linda flor da classe operária
em nome da liberdade
flor imensa e proletária
em nome desta vontade
de sermos todos iguais
vamos dizer a verdade
dizendo: não passam mais.
(...)
Em nome do que passámos
Não deixaremos passar
O patrão que ultrapassámos
E que nos quer trespassar
E por onde a gente passa
Nós passamos a palavra:
Cada rua cada praça é o chão que o povo lavra
Passaremos adiante
Com passo firme e seguro
O passado é já bastante
Vamos passar ao futuro”.

Alerta

Disponibilizamos aqui o acesso para que tomem conhecimento destes concurso.
Hoje, o Engenho sabe que é da maior importancia que se leia com atenção as condições exigidas neste concurso bem ao estilo do executivo Brandoense na mira de milhares de euros e de algumas condições de concurso no minimo absurdas pelo que aos concorrentes pede-se muita atenção ao conteudo das exigencias deste concurso


Voltaremos cá com mais detalhes depois de registarmos os pareceres de colaboradores na área de direito.

Entretanto leiam o publicado com muita atenção porque, como diz o povo, a coisa afinal não é bem como se pinta.

terça-feira, 3 de maio de 2011

2 de Maio - Que "Grandassembleia...."

Arriscava a dizer que a assembleia de Junta de Freguesia de 2 do corrente foi a mais animada desta legislatura.
Apesar de pouca assistencia no publico, manteve-se animada e produtiva. Fazer um texto sobre a mesma parece á partida massudo, no entanto no que me diz respeito passar-vos-ei uns flashs e vão perceber que realmente esta terra tem "GrandaJunta".
Uma coisa que me chamou a atenção foi um personagem dito acessor  financeiro da Junta que se encrespou na sala tal e qual um jogador de sueca no Tono Belinha quando alguém faz uma renuncia, ou bebe um fino mal tirado.
Lamento dizer e contar este facto, mas a determinada altura em plena assembleia o dito acessor "espetou" com um papel na mesa, quase na cara, do irmão, o Presidente de mesa, tal como alguém mal educado que passe um atestado de burro na expressão subsequente, chateado enfim com quem ponha em causa seus doutos conhecimentos da matéria. Feio, muito feio. 
Dando o beneficio da duvida esperou-se que se recompusesse deste episódio quando a páginas tantas está a discutir matérias de direito com o Sr. Neves, o homem da oposição, e que grande oposição, confundido aí pelo tal acessor com alguem da assistencia. Pasme-se com tal  episódio. Há no ar um posso e quero em que um dos manos está a ficar mal na foto e a despentear o outro para a foto seguinte.
Fica no ar aquele tom de que "isto é nosso e para nós, temos de resolver" e depois sai esta figura própria da rudeza de um fiscal da nossa praça semanal. 
Haja termos e respeito na assembleia, meus caro€, mais por aqueles que são chamado€ para a ajudar.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

CDU - Obras na EN 1 -14 em Mozelos

Pedido de divulgação enviado por e-mail:


Isto já é demais!

            Obras na EN 1 -14 arrastam-se indefinidamente!      
      
Qualquer semelhança com um país moderno e eficiente é pura coincidência e já não há pachorra. Trata-se sem sombra de dúvidas de um verdadeiro escândalo. As obras em curso na Estrada nº 1-14, concretamente entre o Picôto e a rotunda das Quatro estradas nunca mais acabam, arrastando-se há já longos e penosos meses sem um fim à vista, tal como mostram as fotos anexas. Sendo pelos vistos esta intervenção da responsabilidade do IEP – Instituto de Estradas de Portugal – a mesma decorre numa via de indubitável importância do norte do Concelho, provocando atrasos e estrangulamentos a toda hora, congestionando e infernizando ali diariamente a circulação rodoviária, causando prejuízos materiais e pondo os nervos em franja aos seus utilizadores.

Além dos problemas acrescidos de segurança que inevitavelmente coloca, dado ser uma estrada com intenso tráfego e de reduzidas dimensões, a actual situação e o seu arrastamento vem agravar ainda mais as condições de mobilidade e de escoamento do trânsito em toda aquela área do Concelho, não só densamente povoada mas também com grande implantação industrial.

È por isso mesmo que não se compreende nem se aceita a inércia e a ausência de qualquer iniciativa por parte dos órgãos autárquicos, nomeadamente das Juntas de Freguesia de Mozelos e de S. Paio de Oleiros bem como do Executivo Municipal, que ponham cobro a este autêntico calvário.


Pela conclusão imediata das obras na EN 1-14!

Pela melhoria das condições de mobilidade e circulação no Concelho!    

Stª Mª da Feira, 2 de Maio de 2011

Coordenadora da CDU / Stª Mª da Feira

Manifestação de 1º de Maio de Lisboa - Um olhar Brandoense

Enviado por e-mail:





Esperava uma manifestação de dezenas de milhares de pessoas, neste 1º de Maio, aqui em Lisboa. Fui à procura da manifestação e confesso, que ia com algum receio, pois esperava alguma confusão. Mas como disse um capitão de Abril de 74- o povo é ordeiro. E foi o que vi por aqui no Marquês.

Muita paz, tudo nas calmas a descer a Avenida, bombos sempre a rufar, cabeçudos rodopiando ao som dos tambores, que muita falta fizeram no Carnaval de Paços de Brandão.
Juntos Seremos mais Fortes! Onde estavam os outros? Perguntei eu a um companheiro- afinal havia mais no Martim Moniz. Fiquei triste por não poder estar nos dois lados. Foi a minha primeira participação num 1º de Maio. Esperava mais emoção. Mas valeu, não se fica indiferente, toca-nos cá dentro.

Avelino Almeida

Bar do arraial - Concurso público

O bar do arraial vai a concurso público, aos interessados na sua exploração, o Engenho disponibiliza aqui o Diário da República onde estão todos os dados necessários para concorrer.





quinta-feira, 28 de abril de 2011

C.D. Paços de Brandão Iniciação na "FCP Dragon Force"

Pedido de divulgação enviado por e-mail:

CDPB - Jogos da semana 17 - 30 de Abril e 01 de Maio de 2011

Enviado por e-mail:

ISPAB Futsal - Vamos apoiar a equipa rumoa à subida!

Enviado por e-mail:

Este fim de semana vai ser um jogo importante!
 

 
A quatro jornadas do final do campeonato, a Associação de Antigos Alunos do ISPAB mantém-se nos lugares da subida. A seis pontos do Luso e a Sete do Azagães, que as piram chegar ao lugar dos estudantes de Paços de Brandão. Na última jornada estas duas equipas vão-se encontrar. Este Sabado a partir das 18 horas o ISPAB recebe o Travassô no pavilhão da Escola EB 2, 3 de Paços de Brandão. Um jogo onde em caso de vitória, os estudantes darão um passo de gigante rumo à subida de divisão.
A Direcção da A A A do ISPAB Futsal convida todos os brandoenses a marcarem presença no pavilhão para apoiarem a sua equipa, Paços de Brandão pode conseguir uma subida.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Capitão Joaquim Pinto Coelho - Uma história anti-fascista

O capitão Joaquim Pinto Coelho, é talvez mais conhecido por ter dado nome, em tempos, a uma creche mesmo junto do cemitério (da qual alguns disseram ir transformar em capela mortuária). Todavia, o seu legado é um pouco mais vasto, e para além de benemérito na  freguesia, foi também um dos principais opositores do regime fascista que vigorava no tempo de Salazar aqui em Paços de Brandão. Esta sua faceta menos conhecida, saiu-lhe bastante cara, tendo sido perseguido e vigiado pela PIDE (Policia Politica do Regime Fascista). Além de ter sido afastado da sua carreira militar,  ficado a sua progressão "congelada" em Capitão. Das actividades que desenvolveu,  sabe-se, e de acordo com o que contam os seus contemporâneos, que Joaquim Pinto Coelho promovera clandestinamente alguma actividade  anti-fascista. Terá sido na sua casa, entretanto desaparecida, que inúmeras reuniões dos Brandoenses opositores  do regime se terão realizado. Alguns deles viriam mais tarde a fazer parte de partidos como PS e PCP.
Apesar de não ter vivido para ver a democracia nascer na alvorada de Abril, Capitão Pinto Coelho, não fora esquecido pelo seu contributo de lutador contra o fascismo. Como tal alguns Brandoenses que partilharam as suas lutas, prestaram-lhe uma curiosa homenagem após o 25 de Abril de 1974. Na rua onde era a sua casa , colocaram uma placa com o seu nome. Nome esse que subsiste até hoje como "Rua Capitão Pinto Coelho".
O Engenho tomou conhecimento desta história há algum tempo, e como tal,  presta aqui também a sua homenagem ao nosso Capitão. Que embora não tenha sido um dos de Abril, pois falecera alguns anos antes da revolução dos cravos em 1967, merece contudo um lugar de relevo na nossa história como um lutador pela liberdade!


Paços de Brandão - Fotos do carnaval, quer dizer....giras (4)

Esta imagem curiosa foi enviada para o Engenho, e ilustra aquilo que parece ter sido a contratação deste ano de 2011 da Junta : Os escribas do Jornal (que é do CiRAC, mas não é do CiRAC)!

Sorriam se faz favor...


CiRAC - Presidenta Bina: "Trabalhem com paixão"

in: "Correio da Feira"

«É nos momentos de maior dificuldade que as pessoas "se aproximam mais e o Círculo de Recreio Arte e Cultura (CiRAC) de Paços de Brandão é exemplo disso mesmo". Nem mesmo as limitações ao nível do espaço, travam o trabalho das diversas secções, numa lógica de crescimento, com as pessoas a "serem o melhor que a casa tem, porque se envolvem, porque trabalham para crescer, todos os dias", valoriza Silvina Tavares, presidente da direcção.
A sede existente há muito que não dá resposta à actividade que é desenvolvida. "Lembro-me de fazer um ensaio com o grupo de jovens de Paços de Brandão e uma das jovens disse-me que tínhamos algumas salas, mas que já não chegavam para albergar tanta gente. Já precisávamos de mais espaço, porque temos a Música, o Teatro, o Grupo Coral, o Atletismo, a Escola de Pintura criada pelo nosso grande mestre Ramiro Relvas, que funciona em pleno ao sábado à tarde, o jornal Notícias de Paços de Brandão, que sai agora uma vez por mês. Existem actuações dos grupos corais também fora da freguesia, que precisámos de preparar. O Teatro sairá com uma peça, talvez em Maio próximo", elenca.

A dirigente associativa não esquece "as artes circenses e animação de rua. Todas as semanas, são chamados fora de Paços de Brandão, fruto de um trabalho que é reconhecido em várias realizações pelo país. Eles e elas trabalham, de forma afincada, porque têm feiras, ou viagens, medievais, praticamente por todo o território português.
Mário Anacleto, que esteve na génese da associação, não é esquecido. "Foi realmente um grande homem, um verdadeiro mestre. Aprendi muito com ele e hoje procuro dar sequência a um trabalho que comecei com ele. Silvina Tavares esteve com o professor Mário Anacleto na fundação do Coro Infantil do CiRAC. O trabalho tem sido de tal ordem que "muitos têm saído para o coro adulto e todos os momentos de trabalho são gratificantes", diz.
Depois de ter sido editado o primeiro CD do grupo infantil, os talentos continuam "a afirmar-se com muito trabalho e sem descansarmos, em momento algum, com o que conseguimos". Silvina Tavares confessa que trabalhar com crianças "foi sempre algo que me fascinou".
Só com muito trabalho, humildade e paixão é "possível termos resultados, através dos grupos corais, mas isso aplica-se a todas as secções da nossa associação. Hoje, nada é fácil, não se estalam os dedos e as coisas aparecem feitas. Tenho um grupo de jovens que é fantástico, sem eles nada faria, e limito-me a orientar o trabalho. Têm sido momentos únicos, que me fazem muito bem", verifica.»

Geração à rasca - Qual geração à rasca?



Geração à rasca foi a minha. Foi uma geração que viveu num país vazio de gente por causa da emigração e da guerra colonial, onde era proibido ser diferente ou pensar que todos deveriam ter acesso à saúde, ao ensino e à segurança social.

Uma Geração de opiniões censuradas a lápis azul. De mulheres com poucos direitos, mas de homens cheios deles. De grávidas sem assistência e de crianças analfabetas. A mortalidade infantil era de 44,9%. Hoje é de 3,6%.

Que viveu numa terra em que o casamento era para toda a vida, o divórcio proibido, as uniões de facto eram pecado e filhos sem casar uma desonra.

Hoje, o conceito de família mudou. Há casados, recasados, em união de facto, casais homossexuais, monoparentais, sem filhos por opção, mães solteiras porque sim, pais biológicos, etc.

A mulher era, perante a lei, inferior. A sociedade subjugava-a ao marido, o chefe de família, que tinha o direito de não autorizar a sua saída do país e que podia, sem permissão, ler-lhe a correspondência.

Os televisores daquele tempo eram a preto e branco, uns autênticos caixotes, em que se colocava um filtro colorido, no sentido de obter melhores imagens, mas apenas se conseguia transformar os locutores em "Zombies" desfocados.
 
Hoje, existem plasmas, LCD ou Tv com LEDs, que custam uma pipa de massa.

 Na rádio ouviam-se apenas 3 estações,  a oficial Emissora Nacional, a católica Rádio Renascença e o inovador Rádio Clube Português. Não tínhamos os Gato Fedorento, só ouvíamos Os Parodiantes de Lisboa, os humoristas da época.

 Havia serões para trabalhadores todos os sábados, na Emissora Nacional, agora há o Toni Carreira e o filho que enchem pavilhões, quase todos os meses. A Lady Gaga vem cantar a Portugal e o Pavilhão Atlântico fica a abarrotar. Os U2, deram um concerto em Coimbra em 2010, e UM ANO antes os bilhetes esgotaram.

As Docas eram para estivadores, e o Cais do Sodré para marujos. Hoje são para o JET 7, que consome diariamente grandes quantidades de bebidas, e não só...
 
O Bairro Alto, era para a malta ir às meninas, e para os boémios. Éramos a geração das tascas, do vinho tinto, das casas do fado e das boites de fama duvidosa. Discotecas eram lojas que vendiam discos, como a Valentim de Carvalho, a Vadeca ou a Sasseti.

As Redes Sociais chamavam-se Aerogramas, cartas que na nossa juventude enviávamos lá da guerra aos pais, noivas, namoradas, madrinhas de guerra, ou amigos que estavam por cá.
 
Agora vivem na Internet, da socialização do Facebook, de SMS e E-Mails cheios de "k" e vazios de conteúdo.
 
As viagens Low-Cost na nossa Geração eram feitas em Fiat 600, ou então nas viagens para as antigas colónias para combater o "inimigo".
 
Quem não se lembra dos celebres Niassa, do Timor, do Quanza, do Índia entre outros, tenebrosos navios em que, quando embarcávamos, só tínhamos uma certeza... ...a viagem de ida.
 
Quer a viagem fosse para Angola, Moçambique ou Guiné, esses eram os nossos cruzeiros.

Ginásios? Só nas coletividades. Os SPAS chamavam-se Termas e só serviam doentes.
  
Coca-Cola e Pepsi, eram proibidas, o "Botas", como era conhecido o Salazar, não nos deixava beber esses líquidos. Bebíamos, laranjada, gasosa e pirolito.

Recordo que na minha geração o País, tal como as fotografias, era a preto e branco.

A minha geração sim, viveu à rasca. Quantas vezes o meu almoço era uma peça de fruta (quando havia), e a sopa que davam na escola. E, ao jantar, uma lata de conserva com umas batatas cozidas, dava para 5 pessoas.
 
Na escola, quando terminei o 7ºano do Liceu, recebi um beijo dos meus pais, o que me agradou imenso, pois não tinham mais nada para me dar. Hoje vão comemorar os fins dos cursos, para fora do país, em grupos organizados, para comemorar, tudo pago pelos paizinhos.
 
Têm brutos carros, Ipad’s, Iphones,PC’s, … Tudo em quantidade. Pago pela geração que hoje tem a culpa de tudo!

Tiram cursos só para ter diploma. Só querem trabalhar começando por cima.

Afinal qual é a geração à rasca?

Li algures, e não resisti a publicar, perdoem-me não citar o autor. Estou com amnésia, estou à rasca...

segunda-feira, 25 de abril de 2011

CDU - Intervenção na Assembleia municipal de 25 de Abril

Pedido de divulgação enviado por e-mail:


Vivemos tempos conturbados. Quando o imperativo da soberania nacional parece não representar mais do que um conceito distante para o nosso Governo, assinalar a Revolução de Abril levanta questões de fundo acerca do significado da democracia. Este ano, Abril comemora-se entre os uivos de uma ingerência no país, protagonizada por organismos que vêm impor directivas estrangeiras ao rumo nacional, numa clara afronta ao direito de auto-determinação de um Estado soberano. Talvez por sentirem o embaraço e a vergonha que esta cedência representa face ao projecto de Abril, alguns preferiram virar o rosto noutra direcção e assobiar para o ar, como se este ano pudessemos passar da noite de 24 para a manhã de 26 de Abril. É a humilhação de quem prefere esconder do que reconhecer os erros, e é mais uma prova de que alguns de nós estavam certos quando afirmavam, na esteira de Abril, que só um projecto patriótico e de esquerda, assente na produção e na justa distribuição da riqueza, emancipado dos monopólios bolsistas e banqueiros poderia conduzir Portugal a um futuro de dignidade e a uma vida melhor. Esse foi, esse é o legado que Abril nos outorga. A principal lição dessa madrugada: um povo só se cumpre quando é livre. E hoje, citando Pessoa, apetece dizer, de novo, falta cumprir-se Portugal.
Passados trinta e sete anos de liberdade, quais são as memórias que permanecem do tempo de Salazar e Marcelo Caetano?
Para quem não viveu, nem sofreu em tempo de ditadura, o que mais nos transtorna são as histórias contadas, na primeira pessoa, de torturas e de prisões. Condenando-se toda e qualquer liberdade de expressão de gente como todos nós, que temos ideias próprias e pensamentos diferentes. Mas, o tempo foi passando as histórias e as vozes foram-se calando e as nossas memórias apagaram-se, de tal forma que, muito boa gente já apela de novo a um Salazar, num desespero por voltar ao passado, devido a uma política de direita que se arrasta há demasiado tempo. São sinais de uma vontade confundida, perante a lógica do capital e da especulação, que lança a divisão e o caos para se impor como única solução “viável”. Mas não, meus senhores: a escolha não é, não poderá jamais ser entre isto ou o caos. A alternativa existe, bm concreta e real, tem nomes e tem projectos. Hoje, mais do que nunca, os portugueses são chamados a julgar as políticas que nos últimos trinta e cinco anos nos conduziram a este estado de coisas. Hoje, mais do que nunca, é hora de mudar, de se fazer cumprir Abril, e dar corpo ao sonho de um povo.
Sabemos que alguns apelaram mesmo à poupança nas Comemorações do ”25 de Abril”. A primeira questão que nos ocorre é: Que tipo de poupança será esta? Uma poupança financeira no combustível, uma vez que, não existirão aviões, blindados ou pagamentos de gratificados? Ou será, isso sim, uma economia de memória, dissimulando os direitos adquiridos, cortando o direito de liberdade de expressão, emagrecendo no direito ao voto e, em suma, reduzindo genericamente o direito à democracia?
Encontram-se por aí vozes, ditas credíveis, e achando-se donas da verdade que apelam a uma greve ao voto, no dia cinco de Junho, como se fosse esta a solução para a grave crise económica e politica que atravessamos. E eu pergunto: como podemos abster-nos, quando se está a decidir o futuro do nosso País? Como é que as mulheres podem abster-se quando tantas outras já lutaram por este direito fundamental? Como é que podemos abdicar de um direito e de um dever, num País que conta com todos nós? Mais uma vez, tentam fazer-nos esquecer que este direito ao voto, garantia e pilar da liberdade de um povo, foi adquirido com a Revolução dos Cravos de 1974 a 25 de Abril. Outros, com iguais propósitos, vêm agora, com novos argumentos, defender uma velha modalidade de supressão da democracia: a unidade do come-e-cala e da resignação, numa estranha e curiosa massa informe de partidos do arco do poder que, ao que tudo indica, já ponderam juntar-se para sobreviver, e, quem sabe, tocar um uníssono final antes de cair o pano. É triste ver que em momentos destes os do costume vêm apelar ao compromisso nacional em prol do silenciamento dos eleitores, do engavetamento dos projectos dos partidos, a favor de um soberano menosprezo pelo sentido de cada um dos votos, apenas para que os responsáveis por esta crise se perpetuem no poder, como, se de algum modo, aqueles que fazem parte do problema pudessem ser a solução!
Num momento em que a soberania nacional está em causa, em que os bancos e o capital mandam em nós, vemos a história repetir-se. Também durante o fascismo poucos eram os que mandavam: os Mellos, Espírito Santo, Champalimaud…, os mesmos que hoje andam em roda - viva na televisão pública, a culpar a classe trabalhadora pela crise, para a qual nos empurraram. Tudo isto enquanto o povo empobrecia, enchia as ruas a pedir aumento de salário, menos horas de trabalho e pão. Trinta e sete anos decorridos sobre a revolução, a classe trabalhadora empobrece, trabalha até sessenta horas semanais, já não tem dinheiro para viver apenas do seu trabalho. Nas grandes superfícies comerciais, explora-se os trabalhadores 365 dias por ano com a permissão do executivo camarário. Os bancos continuam a mandar e o cinto, de quem menos tem, continua a apertar!
O poder local democrático está em causa! A democracia mais pobre e, ao mesmo tempo que, tentam descredibilizar quem se dá à causa pública.
Mas meus senhores e minhas senhoras, desenganem-se que a ofensiva desta vez é contra todos os que amam e lutam pela liberdade. Não é apenas contra os comunistas, contra os trabalhadores, contra os sindicatos. Como dizia o Padre Niemöller:
“"Primeiro eles procuraram os comunistas
e eu não falei,
porque não era comunista.
Depois procuraram os judeus,
e eu não falei,
porque não era judeu.
Depois procuraram os católicos
e eu não falei,
porque era protestante.
Então vieram atrás de mim,
mas aí, já não havia ninguém
para falar por mim."
Com efeito, estes momentos difíceis que atravessamos parecem ser uma justificação para voltarmos a um tempo de ditadura e de censura, onde o Povo se cala com o receio de perder o seu emprego, onde o Povo se cala com receio de perder os seus direitos, onde o Povo se cala com receio de um futuro incerto, e abre mão da democracia em nome de falsos salvadores da Pátria.
Daqui afirmamos, com a convicção de quem sempre lutou por um outro Portugal: este rumo não passará! Afirmamo-lo com a alegria e a esperança dos olhos que viram a madrugada de Abril, os muitos olhos, de muitas gentes, que se abriram para a liberdade, e, com José Afonso, repetimos agora: “quem vencer esta meta, que viesse em linha recta!”
Que este 25 de Abril seja o mote para sair de novo à rua, para expressar a indignação, a necessidade de mudança e a esperança num Portugal livre e soberano.
E para terminar, afirmamos:
25 De Abril, sempre!


Ricardo Silva
Membro da Comissão Concelhia do PCP Santa Maria Feira

25 de Abril pelos olhos de um Brandoense em Lisboa- Belém

Enviado por e-mail:

De Belém

Hoje fui ver a chegada dos políticos ao Palácio de  Belém . Estavam muitas pessoas para visitarem o Museu da Presidência da República. Com um controlo muito  apertado para que não houvesse valdas na entrada.
As pessoas eram muito ordeiras e mesmo com todo o sol a dar-lhes na cabeça, não arredavam pé de uma fila, com cerca de 50 metros. O que era de admirar é que quem ia visitar o museu não tinha acesso ao local da cerimónia oficial do 25 de Abril.
De frente para a entrada oficial do Palácio de Belém, fui assistindo à chegada de algumas entidades oficiais, politicas e militares. Sem grande aparato lá iam chegando algumas caras conhecidas da política. Todos tinham algo em comum, eram as grandes máquinas, Mercedes e BMW com os respectivos choferes. Estes carros eram sempre motivo de alguns comentários das poucas pessoas que estavam ao meu lado.
Motivo de aplauso, foi a chegada de Otelo Saraiva de Carvalho, num mini Toyota, que me parece não haver mais pequeno. As pessoas deram vivas a Otelo – Assim é que é, há que dar exemplo. Também por outros motivos, ouve aplauso, desta vez para Passos Coelho, que já estava atrasado, isto cerca das 11h30. Passos, Passos, salva-nos, não era futebol e isto deu-me saudades do meu Paços de Brandão, Saudades à parte, o Passos lá acenou para as pessoas e a verdade se diga foi o mais sorridente.
 Como a sessão decorria à porta fechada e nada de interessante decorria, resolvi ir andando , de repente uma voz bastante audível se fez ouvir, dizendo que - Presidente que se alia a Nazistas é uma prostituta porca. Isto várias vezes até que vários Policias atravessaram a rua e logo o agarraram, impedindo este de se manifestar. Isto revoltou um pouco as pessoas presentes, mas havia muito medo de falar. Logo a seguir, perto do meio-dia, chega mais um atrasado, que motivou algumas risadas dos presentes e alguns comentários. Quem havia de ser Santana Lopes.
Ainda tive tempo de ver mais um acto de pura ditadura. Um jovem que estava a meu lado mostrando uma pequena lona, onde estava escrito, trabalho precário e sem trabalho, marido pró carálh..  foi de imediato preso por uma corja de policias. Ouve um apelo às armas por um ex militar ao qual me juntei e dei o meu apoio.

Avelino Almeida

Foi há 37 anos...25 de Abril para sempre!

domingo, 24 de abril de 2011

Blog sobre futebol juvenil em Paços de Brandão

Pedido de divulgação enviado por e-mail:

Chama-se "Petizes de 2005" e trata-se de mais um blog Brandoense, da autoria de Eduardo Rocha. Aborda sobretudo o futebol infantil/juvenil, e ainda faz algumas considerações sobre as histórias deste escalão em Paços de Brandão. 

Pode ser acedido aqui:  http://verdebriosa.blogspot.com/





FELIZ PÁSCOA!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Candidatura da Ministra do Trabalho em Aveiro

Pedido de divulgação enviado por e-mail:


Também quer/vai ser responsável pela degradação da situação social?


«Facto: de acordo com os dados publicados pelo IEFP, o número de desempregados registados no distrito de Aveiro no mês de Fevereiro de 2011 era de 37.249. Apenas 19 052 auferiam subsídio de desemprego, isto é apenas 51,14% - metade – tinham protecção social.
Facto: em Fevereiro de 2010, 25 737 desempregados tinham protecção social, existindo um corte de 35% nesta prestação até Fevereiro de 2011.
Facto: as mulheres continuam a ser mais afectadas eram 21.913 em Fevereiro 2011, 58,82% dos desempregados registados no distrito de Aveiro.
Facto: os desempregados de longa duração atingem 18.032 trabalhadores, 48,41 % do desemprego do distrito de Aveiro.
Facto: o desemprego registado dos jovens com idade inferior a 34 anos, é de 12.434, ou seja 33,38 % do desemprego registado no distrito de Aveiro.
Facto: Aveiro continua a ser o quinto distrito com mais desemprego registado.
Facto: eram titulares de abono de família em Fevereiro de 2010 123.288 crianças em Aveiro. Em Fevereiro de 2011, esse número decresceu para 83.037 – menos 40.251 crianças a receberem o abono de família (menos 48,5%)!
Facto: o centro de emprego prometido pelo Governo há quase um ano em Santa Maria da Feira, ainda não está construído nem se sabe se estará.
Facto: a Rohde fechou. A Ecco ou reduziu despediu muitas centenas de trabalhadoras (es). Milhares de desempregados sem protecção social.
Facto: a discriminação salarial na cortiça persiste, as mulheres continuam a ganhar menos 97 euros do que os homens para trabalho igual, perante a inércia das entidades competentes.
Facto: a Feira apenas conta com dois inspectores do trabalho que têm a seu cargo os concelhos de Arouca, Castelo de Paiva, Feira, Oliveira de Azeméis, São João da Madeira e Vale de Cambra.
Facto: a Ministra do Trabalho que assinou com os patrões e a UGT a diminuição salarial, a destruição da contratação colectiva, a facilitação dos despedimentos será candidata no distrito de Aveiro pelo PS.
Facto: a Ministra do Trabalho que roubou 15 euros no aumento do salário mínimo nacional desrespeitando a promessa feita aos portugueses.

Helena André, Ministra do Trabalho, senhora que assinou todos os diplomas legais que conduziram aos factos descritos, foi apresentada com pompa e circunstância como cabeça de lista do PS para o distrito do mesmo. Quer mesmo que esta senhora continue a cortar nas prestações sociais, a ser responsável pelo aumento do desemprego, pela diminuição dos salários, pelo aumento da pobreza? É que está nas suas mãos eleger deputados por Aveiro. Eleger esta “senhora”, que tanto mal tem feito ao distrito de Aveiro. Quer ser responsável juntamente com ela?»

 


Lúcia Gomes
Candidata da CDU pelo distrito de Aveiro às Eleições Legislativas 2011

Espírito académico e "carisma à ISPAB"

in: Correio da Feira

Queima das Fitas envolveu a comunidade. Já lá vão 21 anos de tradição pelo ISPAB.


«Das vilas que têm Ensino Superior em Portugal, há Paços de Brandão e a Gandara, o que é "sintomático do espírito académico e de missão", do Instituto Superior de Paços de Brandão (ISPAB).
Só é possível com "muito amor à causa e sentido colectivo", assume Carmo da Silva, director da instituição.
A última edição da Queima das Fitas voltou a envolver a comunidade, com "espírito académico, muito carisma, entreajuda e amizade. Isso faz toda a diferença e enche-nos de orgulho. Há muitos anos que o ambiente académico é muito bom, há laços que se criam e que ficam para toda a vida", confia.
Atendendo ao número de alunos e de docentes, o ISPAB "apresenta uma vivência académica que é rara nos dias de hoje e, proporcionalmente, o instituto tem razões para se sentir orgulhoso. Não nos podemos, claro, comparar com uma instituição universitária, não temos sequer essa pretensão. Não nos podemos comparar com uma grande instituição politécnica, mas dentro da nossa realidade, procuramos que o ISPAB seja cada vez maior e que mais alunos nos procurem", constata Carmo da Silva.
São 21 anos de ISPAB, com uma ligação forte à região de Terras de Santa Maria. "Os alunos vivem a instituição com fervor e com muita noção dos limites, mesmo na Queima das Fitas. Elas e eles voltaram a demonstrar que sabem estar e como presidente da instituição assumo, publicamente, satisfação pela postura de todos. Nada de exageros, conseguem estar com a população brandoense, fazem com que o povo venha para a rua, ao contrário de muitos locais do país", define.

Apesar da conjuntura vivida no Ensino Superior não ser favorável, "vamos conseguindo ter alunos, ao contrário de outras instituições maiores, localizadas em cidades, com outras infra-estruturas e com outros apoios". O ISPAB, ao nível de apoios financeiros, "não dispõe de quaisquer benefícios estatais. As nossas fontes de receita são autónomas, são geradas por nós e não temos quaisquer apoios, a não ser quando enveredámos pelo desenvolvimento de programas de formação profissional. Mas não é isso que constitui a principal fonte de receita", adverte Carmo da Silva.
No fundo, o ISPAB vive das "propinas dos alunos e estamos sujeitos à lei do mercado, da oferta e da procura, mas os nossos alunos passam a palavra e o ambiente académico, que é único, do ISPAB atrai alunos de vários pontes da região norte do país e por vezes temos alunos do Centro e do Sul", releva.
O que "vemos a acontecer à nossa volta não é muito animador, muito pelo momento em que o país vive, as empresas e as organizações. Cada vez mais, encontramos dificuldades para conseguirmos pessoas com espírito de missão, porque não esqueço que temos a Fundação de Ensino e Desenvolvimento de Paços de Brandão, que é constituída por pessoas. A lógica de participação e de envolvimento são essenciais, mesmo sabendo que todas estas pessoas já deram ao longo de vários anos", afirma.»

Sta. Maria de Lamas - Ataques à bomba a predador sexual

in: Correio da Manhã

«A casa de Américo "Nicha", o predador sexual de Santa Maria de Lamas, na Feira, de 68 anos, que em Novembro do ano passado foi condenado a dois anos e quatro meses de prisão (mas que se manteve em prisão domiciliária a aguardar recurso), foi alvo de três atentados à bomba. 
Os engenhos de baixa potência causaram poucos danos materiais, mas os vizinhos dizem que foram avisos de alguém que não gostou da sentença proferida pelo Tribunal da Feira. "Não nos admiramos se um dia destes for a sério, porque ele fez muito mal às meninas e já andaram à procura dele, armados com pistola", disse ao CM a vizinha Maria Lúcia.
Em tribunal ficaram provados os abusos e a importunação sexual de quatro crianças e três jovens. Muitos crimes prescreveram por falta de queixa.
"Isto é um bicho, e as pessoas andam revoltadas, por isso o que lhe fizerem não é nada que ele não mereça", afirma Valdemar Silva.
Os primeiros rebentamentos ocorreram ao início da noite de terça e quarta-feira da semana passada. "Aquilo ecoou na noite e ficámos bastante assustados", diz Maria Lúcia. Anteontem à noite, cerca das 23h00, houve um novo rebentamento. "O incrível é que isto é uma rua de pouco movimento, mas não conseguimos ver ninguém suspeito por perto", diz Maria Lúcia. "Alguém quer deixar o aviso", acrescenta Valdemar Silva.
A GNR entregou as investigações à Polícia Judiciária do Porto que já esteve no local a tentar recolher vestígios.

PRESO HÁ UM ANO PELA PJ FICOU EM CASA

Américo "Nicha" foi detido em Março de 2010 pela PJ do Porto depois de se masturbar à frente de uma mulher e das duas filhas de sete e doze anos. O primeiro caso em Santa Maria da Feira remonta a 11 de Setembro de 2009, altura em que "Nicha" surpreendeu três irmãs de cinco, nove e quinze anos, em Fiães. O predador sexual chamou as meninas e obrigou-as a vê--lo masturbar-se. As autoridades acreditam que desde 2006 terá feito dezenas de vítimas, mas muitos dos crimes prescreveram por falta de queixa. Houve situações em que ‘Nicha’ terá obrigado as crianças a aproximar-se da carrinha onde se encontrava.»

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Surpresa (ou não) no apuramento para a final da taça de Portugal

Dia 02 de Maio pelas 21:30 - Assembleia de Freguesia

Foi publicado no site da Junta:


Vista pascal realiza-se apenas de tarde este ano

De acordo com a informação do site paroquial de Rio Meão - Paços de Brandão, este ano a tradicional visita do compasso na freguesia, realiza-se exclusivamente da parte da tarde.

24/04 Domingo de Páscoa

Rio Meão: Missa Solene - às 08h00 e Compasso das 09h00 às 13h00

Paços de Brandão: Missa Solene às 19h00 e Compasso  das 14h00 às 18h00

Medina Carreira - Para ler, pensar, analisar e partilhar (se quiserem)

Caiu na caixa de e-mail:

PERGUNTO: QUE PODEMOS FAZER?? VOTAR NA OPOSIÇÃO??? OU CORRER COM TODOS???

Foi pedido o resgate!

«Bom, dado o que está em causa é tão só o futuro dos nossos filhos e a própria sobrevivência da democracia em Portugal, não me parece exagerado perder algum tempo a desmontar a máquina de propaganda dos bandidos que se apoderaram do nosso país.
Já sei que alguns de vós estão fartos de ouvir falar disto e não querem saber, que sou deprimente, etc, mas é importante perceberem que o que nos vai acontecer é, sobretudo, nossa responsabilidade porque não quisemos saber durante demasiado tempo e agora estamos com um pé dentro do abismo e já não há possibilidade de escapar.
Estou convencido que aquilo a que assistimos nos últimos dias é uma verdadeira operação militar e um crime contra a pátria (mais um). Como sabem há muito que ando nos mercados (quantos dos analistas que dizem disparates nas TVs alguma vez estiveram nos ditos mercados?) e acompanho com especial preocupação (o meu Pai diria obsessão) a situação portuguesa há vários anos.
Algumas verdades inconvenientes não batem certo com a "narrativa" socialista há muito preparada e agora posta em marcha pela comunicação social como uma verdadeira operação de PsyOps, montada pelo círculo íntimo do bandido e executada pelos jornalistas e comentadores "amigos" e dependentes das prebendas do poder (quase todos infelizmente, dado o estado do "jornalismo" que temos).
Ora acredito que o plano de operações desta gente não deve andar muito longe disto:

Narrativa: Se Portugal aprovasse o PEC IV não haveria nenhum resgate.
Verdade: Portugal já está ligado à máquina há mais de 1 ano (O BCE todos os dias salva a banca nacional de ter que fechar as portas dando-lhe liquidez e compra obrigações Portuguesas que mais ninguém quer - senão já teríamos taxas de juro nos 20% ou mais).
Ora esta situação não se podia continuar a arrastar, como é óbvio.
Portugal tem que fazer o rollover de muitos milhares de milhões em dívida já daqui a umas semanas só para poder pagar salários! Sócrates sabe perfeitamente que isso é impossível e que estávamos no fim da corda.
O resto é calculismo político e teatro, como sempre fez. 

Narrativa: Sócrates estava a defender Portugal e com ele não entrava cá o FMI.
Verdade: Portugal é que tem de se defender deste criminoso louco que levou o país para a ruína (há muito antecipada como todos sabem).
A diabolização do FMI é mais uma táctica dos spin doctors de Sócrates.
O FMI fará sempre parte de qualquer resgate, seja o do mecanismo do EFSF (que é o que está em vigor e foi usado pela Irlanda e pela Grécia), seja o do ESM (que está ainda em discussão entre os 27 e não se sabe quando, nem se, nem como irá ser aprovado). 

Narrativa: Estava tudo a correr tão bem e Portugal estava fora de perigo mas vieram estes "irresponsáveis" estragar tudo. Verdade: Perguntem aos contabilistas do BCE e da Comissão que cá estiveram a ver as contas quanto é que é o real buraco nas contas do Estado e vão cair para o lado (a seu tempo isto tudo se saberá).
Alguém sinceramente fica surpreendido por descobrir que as finanças públicas estão todas marteladas e que os papéis que os socráticos enviam para Bruxelas para mostrar que são bons alunos não têm credibilidade nenhuma?
E acham que lá em Bruxelas são todos parvos e não começam a desconfiar de tanto oásis em Portugal?
Recordo que uma das razões pela qual a Grécia não contou com muita solidariedade alemã foi por ter martelado as contas sistematicamente, minando toda a confiança.
Acham que a Goldman Sachs só fez swaps contabilísticos com Atenas?
E todos sabemos que o Eng.º relativo é um tipo rigoroso, estudioso e duma ética e honestidade à prova de bala, certo? 

Narrativa: Os mercados castigaram Portugal devido à crise política desencadeada pela oposição. Agora, com muita pena do incansável patriota Sócrates, vem aí o resgate que seria desnecessário.
Verdade: É óbvio que os mercados não gostaram de ver o PEC chumbado (e que não tinha que ser votado, muito menos agora, mas isso leva-nos a outro ponto), mas o que eles querem saber é se a oposição vai ou não cumprir as metas acordadas à socapa por Sócrates em Bruxelas (deliberadamente feito como se fosse uma operação secreta porque esse aspecto era peça essencial da sua encenação).
E já todos cá dentro e lá fora sabem que o PSD e CDS vão viabilizar as medidas de austeridade e muito mais.
É impressionante como a máquina do governo conseguiu passar a mensagem lá para fora que a oposição não aceitava mais austeridade.
Essa desinformação deliberada é que prejudica o país lá fora porque cria inquietação artificial sobre as metas da austeridade. Mesmo assim os mercados não tiveram nenhuma reacção intempestiva porque o que os preocupa é apenas as metas. Mais nada. O resto é folclore para consumo interno. 


E, tal como a queda do governo e o resgate iminente não foram surpresa para mim, também não o foram para os mercados, que já contavam com isto há muito (basta ver um gráfico dos CDS sobre Portugal nos últimos 2 anos, e especialmente nos últimos meses).
Porque é que os media não dizem que a bolsa lisboeta subiu mais de 1% no dia a seguir à queda?
Simples, porque não convém para a narrativa que querem vender ao nosso povo facilmente manipulável (julgam eles depois de 6 anos a fazê-lo impunemente).
Bom, há sempre mais pontos da narrativa para desmascarar mas não sei se isto é útil para alguém ou se é já óbvio para todos. 


E como é 5ª feira e estou a ficar irritado só a escrever sobre este assunto termino por aqui.
Se quiserem que eu vá escrevendo mais digam, porque isto dá muito trabalho.»
Henrique Medina Carreira.

A propósito de palavrões...

Uma notícia curiosa a que o Engenho teve acesso, corrobora a tese sobre a visita de algumas personagens a este blog, e a sua crónica dor de qualquer coisa. Afinal dizer impropérios alivia a dor....

in: Naturlink


«Os cientistas Richard Stephens e Claudia Umland, da instituição britânica, em Newcastle-Under-Lyme, Inglaterra, já tinham realizado um trabalho anterior onde tinham constatado que pronunciar palavrões podia reduzir a sensação de dor.

A nova investigação analisou um grupo de pessoas habituadas a pronunciar palavrões com mais frequência para perceber se sentem o mesmo alívio do que os que o fazem menos vezes. A tolerância foi medida com base na duração em que cada voluntário conseguia manter as mãos no balde de água gelada. Os resultados revelaram que os participantes que tinham o hábito de dizer palavrões com mais frequência conseguiram suportar menos tempo a dor.

O estudo mostra que se, por um lado, pode ser uma prática benéfica, também há evidências de que se o fizermos com muita frequência no dia-a-dia, esse poder não terá a mesma força.

A equipa de investigadores acredita que o alívio da dor ocorre porque esta forma de expressão desencadeia no organismo a chamada reacção de luta ou fuga, acelerando as batidas cardíacas, uma resposta fisiológica associada ao comportamento agressivo.

Dizer palavrões produz para além de uma resposta emocional uma reacção física. Esta prática já existe há séculos e assume-se como um fenómeno linguístico humano universal.

Os palavrões são uma expressão que contrariam os códigos da linguagem e da educação em vigor, mas podem ser terapêuticos.»

Fonte: Ciência Hoje

Mino e as grandes prioridades para Paços de Brandão (parte 2)

Para aqueles que sendo cépticos, ou talvez apenas cegos. E cuja vontade de vociferar impropérios é o que mais lhes apraz quando visitam este blog, trazemos mais uma excelente razão para ulular!
Por estes dias, e após  uma interessante entrevista dada ao pasquim dos lados do castelo "Correio da Feira" (curiosamente dentro da esfera do PS). Ficamos  todos a saber, que a grande prioridade do nosso estimado Mino, Presidente da Junta para os mais distraídos, são os passeios das estradas!
Afinal isto até pode fazer algum sentido, senão vejamos: Já que não se conseguem tratar das estradas, pelo menos asseguram-se os passeios nas bermas. Afinal  é para onde os peões podem fugir, quando os carros  desviem das covas e buracos das estradas Brandoenses!
Verdade seja dita, que muitos destes buracos e covas até nem são resultado da Junta de Freguesia não fazer o trabalho que lhes compete, ou seja: tapar e remendar buracos nas ruas. Estes declives nas vias públicas da nossa terra, são quase todos da exclusiva responsabilidade da Indáqua, que a quando das obras inerentes à instalação do saneamento fizeram um trabalho execrável, e isso é um facto indelével!
Mas mesmo assim, e para que sirva como prova disso mesmo, eis aqui um exemplo crasso: A rua das Brévias
Nesta rua, onde após as obras de saneamento que  por lá esventraram as ruas, nunca mais os paralelos da estrada ficaram direitos! (ver foto) Isto leva a que o piso seja irregular, e com desníveis, e este problema agrava-se ainda mais, com a passagem de veículos pesados, o que transforma este local num constante perigo para a segurança de condutores, carros e peões que por lá precisam de passar!
Assim sendo fica o ALERTA para que esta rua seja reparada com URGÊNCIA, onde buracos e inundações são uma constante. E como tal que seja também uma prioridade na agenda da Junta de Freguesia de Paços de Brandão!

Para quando o concurso público para o Bar do Arraial?

Apesar de ter um site remodelado e pintado de fresco na Internet, a junta de Paços de Brandão continua a pouco mais lá deixar, que algumas actas e regulamentos que só não cheiram a mofo e estão cheios de pó, porque aquilo é um espaço virtual! 
Pelo que se pode verificar tudo aponta para que o Mano Brito não entenda patavida de informática, e como tal, não é capaz de manter aquilo "vivo", ou seja alimentado com informação útil e actual para a nossa freguesia, que era o espectável! Todavia, podemos também considerar que toda a pompa e circunstância que envolveram esta prioridade da junta no seu início de mandato, não foi mais que um embuste, ou mesmo uma fraude, pois praticamente nada mudou e o site está "virtualmente" morto.
Toda esta observação em relação ao espaço cibernético da nossa junta, se deve a propósito de um comentário que foi feito neste post. Onde alguém interessado em saber do concurso público sobre o bar do arraial, se dirigiu à nossa junta com algumas questões sobre o assunto, e saiu, pelos vistos, com mais dúvidas que as que entrou!
Mas será que o Bar do Arraial está prometido a alguém? Dizem alguns boatos que o nosso Mino prometeu a uma pessoa de família...Mas isto são boatos!
Por outro lado, se a coisa é assim tão transparente, porque não colocar esse anúncio no site? Tal como ao nosso leitor/comentador, também nós aqui pelo Engenho ficamos com mais dúvidas que certezas! Esperamos com alguma expectativa, que este assunto venha a ter desenvolvimentos em breve, até porque ao que nos parece até final de Abril têm de ocorrer uma assembleia de freguesia obrigatoriamente. E como tal, seria importante que este tema constasse como um ponto da agenda dos trabalhos. E fosse possível ver todas as dúvidas  devidamente esclarecidas...ou não!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Mino e as grandes prioridades para Paços de Brandão

Segundo o Jornal dos lados do castelo, o nosso inestimado Mino, têm como suas grandes prioridades para Paços de Brandão: A construção de passeios!
Fantástico! Pena é que se esqueceu que nem só pelo  "passeio" anda o povo, mas também pelas "estradas" ou caminhos de buracos com odores nauseabundos Brandoenses!

Era de todo interessante, para não dizer URGENTE, que situações como esta que se passa na Rua da Laranjeira, bem perto do antigo Ramboia, fossem resolvidas! A imagem ilustra bem o aspecto, embora não consiga mostrar o cheiro!
Toda a crise económica que assola o país , já é suficiente para retirar qualidade de vida às pessoas, não permitam que empresas com pouca escrupulosidade como esta de nome "Indáqua" nos encham literalmente as ruas de "melenas", e com isso retirem também a dignidade do povo Brandoense. Sr Presidente da Junta de Paços de Brandão, a sua prioridade devia ser esta: Cuidar do povo da sua terra! E exigir junto dos seus amigos da Câmara, que Paços de Brandão não seja sempre esquecida do concelho! Onde até a Indáqua numa atitude prepotente e sem qualquer atenção ás mais básicas regras de segurança, abre buracos em todo lado, não os sinaliza, agindo como se fosse dona da freguesia! Para além disso não resolve as verdadeiras obras de mer** que vai fazendo como esta que aqui ilustramos!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Mino aposta na construção de passeios na freguesia!

in: Correio da Feira



"São obras simples, mas de grande significado, porque ajudam à acessibilidade de muita gente. Decorre uma reparação na zona do Cerrado, de forma a que seja possível instalar as águas pluviais e há que levantar a rua na totalidade e a junta debate-se com falta de verbas para concluir a intervenção, mas são obras de muita necessidade", afirma o presidente da Junta de Paços de Brandão.
Com todos os cortes que foram feitos "torna-se muito difícil o presidente de junta gerir todas as obras necessárias, com as carências que a freguesia tem. Temos muitas ruas que se encontram em estado lastimável e que precisam de reparação, mas não verbas suficientes para fazer seja o que for", afirma Firmino Costa, líder da Junta de Paços de Brandão.
Os recursos existentes servem, unicamente, para ir "tapando uns buracos, o que é manifestamente escasso", reconhece.
Em relação à rede de saneamento básico, "estamos longe de uma cobertura de 100 por cento, dado que há vários terrenos que estão, ainda, em fase de expropriação. Logo não é, ainda, possível serem feitas as ligações", releva.

A relação entre as forças partidárias, na vila brandoense, é encarada como normal. "Para mim, o importante são as atitudes e não a cor de cada um. Temos muita união e mantemos relações com qualquer partido que seja, desde que as pessoas olhem para os interesses de Paços de Brandão e não para os seus interesses. Quando estamos à frente de uma equipa, temos que tomar decisões e nem sempre são compreendidas. Mas vamos continuar a trabalhar com todos e neste momento, mais do que nunca, é crucial que Paços esteja unido para conseguir fazer as intervenções mais importantes para a população", assume o autarca social-democrata.

As verbas entregues às associações de Paços de Brandão, por parte da junta, sofreram um corte de 50 por cento. "Não é por minha vontade, porque queria ajudar mais, mas tenho que zelar pela junta e há decisões que são difíceis de tomar, porque esta terra tem uma riqueza grande, na Cultura, no Desporto e na parte social", elogia.
A limpeza das artérias é encarada como "fundamental". Para isso "peço civismo a todos, porque a junta tem feito um esforço muito grande para manter a nossa terra limpa, mas esse atitude tem que ser colectivo. Infelizmente, há muita gente que coloca o seu lixo nas estradas e não pensa nos outros. Vamos todos manter Paços com brilho e sem lixo, espalhado", apela Firmino Costa.»