quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Exposição de Pintura

Encontrado pelo Engenho na porta do Salão Nobre da Junta:

(clique na imagem)

Está a decorrer desde o dia 8 uma exposição de pintura de Jaime Marques, no Salão Nobre da Junta de Freguesia, e prolonga-se até dia 20 deste mês de Dezembro. Os interessados podem efectuar visitas nos seguintes horários:

Sábados e Domingos - Das 16:00h. até as 22:30h.
Segunda até Sexta - Das 18:00h até as 22:30h.

A obra da hipocrisia (II)


"Ovo de Colombo", é uma expressão usada correctamente para exprimir uma coisa fácil de realizar, mas em que não se pensou antes de a ver efectivamente realizada. A expressão deve-se ao facto de Cristóvão Colombo ter provado, para espanto de todos os presentes, que seria possível equilibrar um ovo em pé, valendo-se de uma solução tão simples quanto a de o colocar na posição, esmagando uma das extremidades. O arrojado navegador teria recorrido a esse artifício para enfrentar a inveja e a maledicência de seus adversários. Estes costumavam alegar que a América seria descoberta mais cedo ou mais tarde, “que era uma questão de tempo e, para isso, bastaria reflectir”. Esse argumento mal escondia a intenção de diminuir o mérito de Cristóvão Colombo.

Pois bem, posto isto, podemos reflectir que a obra recentemente realizada no nosso Museu do Papel, como ilustra a imagem, não foi certamente um "Ovo de Colombo", contudo, não vejo grande sentido, senão o de um grande oportunismo hipócrita, quando se vota contra a melhoria das acessibilidades aos cidadãos com mobilidade reduzida, e depois se vai a correr efectuar as obras que afinal eram o objecto de sugestão.

Não restam grandes dúvidas que neste concelho os executivos autárquicos, andam todos a reboque, ora são os pasquins ora são recomendações da Assembleia Municipal que rejeitam, alguns mesmo sem saber porquê...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Oficina "Um Natal de Papel" no Museu do Papel em Paços de Brandão

Decorre nos dias 5, 13 e 19 de Dezembro, entre as 15 e as 17 horas, nas instalações do Museu do Papel, uma iniciativa de Natal designada "Um Natal de Papel". Pretende-se criar decorações de Natal a partir de pasta de papel obtida pela reciclagem de revistas, jornais e folhas usadas.

Os destinatários são famílias, e as inscrições são gratuitas. Para mais informações pode consultar o site do Museu do Papel.
(clique na imagem)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Nostalgia - Equipa do C.D. Paços de Brandão - Época 1979/80 (???)


Por mero acaso encontrei esta preciosidade no Blog "Futebol em Portugal" . Eu creio que esta foto fazia parte de uma colecção de cromos e deve datar dos finais da década de 70, inícios de 80.

Como não consegui encontrar a data exacta desta pérola arrisco a época 1979/80.

Agora vou correr um risco mais sério; atribuir a identidade aos jogadores da equipa:

Acho que consigo reconhecer o guarda redes, penso que é o Soqueiro (o cangalheiro da Póvoa) em cima à direita, ao lado dele está o Pêras (o capitão), ainda em cima o Flora. Em baixo reconheço o Pirata e talvez o Zé Artur. Confesso que seria demasiado arriscado para a minha memória lançar o resto dos nomes, por isso vou lançar um desafio aos leitores:

Vamos lá situar esta foto no tempo exacto e vamos fazer a constituição correcta da identidade dos jogadores da equipa, conto com a vossa ajuda para depois actualizarmos o post.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A DAO comemora 25º aniversário dia 13 de Dezembro

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Jogos do GRIB

Calendário 08 a 13 Dezembro (Actualizado)


Terça, 08 Dezembro 2009
Sub19 Feminino
Ovarense - GRIB     11:00h     Pav. Raimundo Rodrigues    
Sub16 Masculino
GRIB – Galitos     15:30h     Pav. Grib
Sub14 Feminino
GRIB – Ovarense(B)     17:30h     Pav. Grib
Quarta, 09 Dezembro 2009
Sub20 Masculino
Ovarense - GRIB     21:30h     Arena Dolce Vita
Quinta, 10 Dezembro 2009
Sub16 Masculino
Ovarense – GRIB     21,30h     Arena Dolce Vita
Sub18 Masculino
Sangalhos - GRIB     21,30h     Pav. Sangalhos
Sexta, 11 Dezembro 2009
Sub18 Masculino
GRIB – Illiabum     21:30h     Pav. Grib
Sábado, 12 Dezembro 2009
Sub14 Masculino
GRIB – ………………..     15:30h     Pav. Grib
Sub16 Feminino
Sangalhos - GRIB     17:00h     Pav. Sangalhos
Seniores Feminino
Diogo Cão - GRIB    18:30h     Pav. D. Agr.Escolas D. Cão
Seniores Masculino
Basquete Leça - GRIB    21:30h     Pav. Municipal Guifões
Domingo, 13 Dezembro 2009
Sub12 Femininos
Illiabum - GRIB      09:15h     Pav. Cap. Adriano Nor     
Sub12 Masculino
GRIB – Sanjoanense(A)      09:30h     Pav. Escola EB 2,3 Paços Brandão
Sub19 Feminino
Sangalhos - GRIB    10:30h     Pav. Sangalhos
Sub16 Masculino
GRIB – Sanjoanense     15:30h     Pav. Grib
Sub18 Masculino
GRIB – Illiabum     17:30h     Pav. Grib

domingo, 6 de dezembro de 2009

Transparência na C. M. de Santa Maria da Feira

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Caríssimos:

Numa altura em que todos questionam (mas todos querem participar) qualquer adjudicação de fornecimento de bens ou serviços aos organismos públicos, o "Transparência PT" permite-nos aceder a um conjunto de contratos que nos deixam, por vezes, atordoados com tamanha (in)justificação de despesa.

Por isso aqui fica, para analisar ou simplesmente para informação. (http://transparencia-pt.org)

Alguns exemplos de "gente" conhecida:
Nota Administrador: Nos tempos que correm, é vital que as pessoas saibam afinal para onde são canalizados os fundos resultantes dos seus impostos. Ainda recentemente a Câmara da Feira, "presenteou" todos os Feirenses com a taxa máxima de IMI, tal como o Engenho aqui deu a conhecer. Neste post deixamos a curiosidade de cada um verificar por si só e tirar as suas conclusões com o que afinal é feito ao dinheiro de todos nós!

Linha do Vouga - Haja memória!

No passado dia 23 de Novembro, a linha do Vale do Vouga comemorou o seu 101º aniversário.
Ao contrário do que sucedeu no ano passado, a efeméride deste aniversário passou praticamente despercebida, o que até se compreende: 100 anos são sempre 100 anos e não se comemoram todos os dias.
Claro está que a pompa e circunstância das comemorações do centenário do ano transacto, não se esgotaram em foguetório e festa.
Na altura, anexos às comemorações foram assinados uma série de protocolos entre a Refer, as autarquias e o governo Português, na pessoa do secretário de estado dos transportes Ana Paula Vitorino e que tinham por objectivo revitalizar a utilização deste meio de transporte. Mas mais importante, ficou assente entre todas as partes que seria dado cumprimento ao dec.lei. 568/99 , com vista à melhoria das condições gerais de atravessamento das passagens de nível desta via férrea, que como se sabe é a linha de caminho de ferro com o mais alto índice de sinistralidade da rede ferroviária nacional.
O protocolo que incide sobre a melhoria da segurança nas passagens de nível prevê cerca de 50 supressões e 50 automatizações tudo num investimento a rondar os 18 milhões de euros. Sendo que no concelho da Feira todas as passagens de nível serão intervencionadas, 18 serão suprimidas, se bem que algumas já estejam desactivadas e outras 18 serão automatizadas, havendo a ainda lugar à construção de duas novas passagens desniveladas, uma em São Paio de Oleiros e outra no Cavaco-Santa Maria da Feira.

Eu recordo aqui que este protocolo é do domínio público (basta procurar na net e encontram lá tudo), pelo que considero patéticas algumas intervenções de alguns neopolíticos distraídos e oportunistas que há não muito tempo defendiam o encerramento da linha e hoje apresentam-se à opinião pública como paladinos acérrimos defensores da linha do Vouga. Ainda recentemente questionavam, na mais completa ignorância, para quando o fim dos trabalhos que estão a ser feitos nas passagens de nível. A resposta é encontrada de duas formas, ou lendo a legislação actualizada que tem por base o dec-lei. 568/99 ou então recorrendo ao protocolo assinado o ano passado, que prevê a conclusão de todo o plano de requalificação das passagens de nível até finais de 2010.

Eu julgo que as obras decorrem a bom ritmo, pelo que também não entendo porque razão se diz que os trabalhos estão atrasados, a menos que alguém consiga demonstrar que tecnicamente será impossível concluir todo o plano de obras durante 2010, isto sem prejuízo de eu entender que esta obra já deveria ter sido feita há décadas.
O cumprimento deste plano será a maior revolução jamais operada em termos de segurança nesta linha.
Este será o plano mais ambicioso e porque não dizê-lo o único plano que nos últimos 100 anos se fez com vista a melhorar as condições de segurança da linha do Vouga.

Esta linha, tal como quase todas as outras que existem em Portugal, foi covarde e convenientemente esquecida, quer por governantes, quer por autarcas, quer por políticos em geral, durante décadas. Portanto, tentar explorar agora a possibilidade de retirar dividendos políticos, duma situação que está dentro daquilo que foi estabelecido é no mínimo falta de honestidade politica, termo muito em voga e que faz escola teórica no discurso e na escrita de muito boa(???) gente.
Outra questão que me faz confusão é afirmar que os atrasos se devem a questões ligadas com alterações ao ordenamento do território. O que poderá estar a acontecer e acontece mesmo, é que os acordos para a cedência de terrenos que irão constituir os caminhos alternativos à supressão de algumas passagens de nível, não estarão a ser fáceis de negociar, pelo que em última instância e caso não haja acordo, as autarquias terão que recorrer à expropriação dos terrenos. No entanto, não me parece que isto possa mexer muito com os mecanismos de ordenamento do território, tanto mais que a maioria dos caminhos alternativos, para não dizer a sua totalidade serão construídos paralelamente à via férrea, em parcelas de terrenos que até pertencem à Refer, sendo residuais os casos em que haverá efectivamente um choque de interesses com os proprietários dos terrenos. Esta resilência não significa, porém, que aos proprietários afectados não assista legitimidade na defesa dos seus interesses.
A questão dos despedimentos dos trabalhadores que alegadamente trabalham na reestruturação da linha.
Era importante que se fosse mais objectivo nesta denúncia:

Primeiro porque a única reestruturação que existe na linha, se é que existe, é entre Arrifana e a Z.I. do Orreiro em São João da Madeira, ao abrigo do protocolo que cria o plano de introdução de comboios frequentes no troço de linha que delimita o concelho de S.J.Madeira.
O que eu conheço, com excepção do caso referido e mesmo aí não sei se a linha será reestruturada, ou apenas serão as infraestruturas de apoio aos passageiros, não existe nenhuma reestruturação da linha, o que existe é um plano que está ser executado, o de requalificação das passagens de nível.

Na linha quanto muito, faz-se algumas obras de limpeza e manutenção. Esta bem que precisava de obras de reestruturação, mas por enquanto o que existe são obras de requalificação nas passagens de nível. Portanto, em conclusão, considero-me uma pessoa atenta às questões da linha do Vouga e já o faço há muito tempo, não fui assolado subitamente, por uma qualquer torrente de demagogia idiota que me soprou ao ouvido um apelo para falar nisto, mas esta questão da reestruturação da linha por enquanto é uma falácia.
Não obstante, a reestruturação completa de toda a infraestrutura terá que ser levada em atenção: o material circulante está degradado, o próprio balastro da linha em muitos troços precisa de obras de estabilização e consolidação e mesmo uma parte da estrutura férrea dos carris está obsoleta, conservando ainda a traça original, com mais de 100 anos, o que impede os comboios de circular a uma velocidade mais elevada., apesar de terem potencial técnico para o fazerem. As circulações actualmente existentes poderiam facilmente obter velocidades da ordem dos 60 Km/h, encurtando em muito o tempo entre estações. Só não o fazem por causa da insegurança nas passagens de nível e porque a própria linha não o permite.
Se se referem a despedimentos de trabalhadores que estão a trabalhar na requalificação das passagens de nível, aí com franqueza não sei. O que sei é que a empresa a quem foi adjudicada a obra de automatização eléctrica das passagens de nível é a Alstom. Pelo que tenho podido perceber, a obra será feita por fases, não é possível levar uma obra que esteja a ser feita numa passagem de nível do principio até ao fim. O sistema funciona em cadeia, pelo que será necessário levar a obra por fases em toda a sua extensão e em todas as passagens de nível que serão automatizadas, tal como numa casa, inicialmente é necessário preparar o terreno, depois iniciar a construção de pedreiro, depois trolha, canalizador, electricista, terminando no decorador. É bem provável que para cada fase do processo seja necessário um tipo de mão de obra especializada diferente. E a ser assim, não excluo a hipótese de alguma empresa subcontratada para determinada fase da obra, após a conclusão da sua empreitada tenha descartado trabalhadores, o que é a todos os títulos condenável.

O que me é dado a perceber, embora desconheça se cada equipa tem um número determinado de passagens de nível onde tem que actuar, é que as equipas são relativamente pequenas, não mais que 8/10 pessoas.

O que se espera, é que todo o plano de requalificação das passagens de nível, seja concluído dentro dos prazos previstos e que posteriormente, toda a infraestrutura sofra uma intervenção de fundo, desde as infraestruturas de apoio aos passageiros às condições de circulação dos comboios, que permita a revitalização total da via e a torne mais apelativa à utilização por parte das pessoas. Só assim serão compreendidos os milhões em investimentos que actualmente se gastam, ou pretendem gastar na melhoria das condições de segurança.
O comboio deve ser por todos nós defendido. Vejam o que aconteceu na linha do Tua, com o encerramento do troço Mirandela/Bragança, o prejuízo que isso acarretou para as populações que por ele eram servidas.
O comboio, ao contrário daquilo que pensam alguns dementes peregrinos cá da nossa praça, também desempenha uma função social importante, para além de ser o único meio de transporte que algumas pessoas têm disponível para se deslocarem (inclusive, dentro deste concelho da Feira, que é um paradigma da mediocridade em termos de rede de transportes). O comboio também contribui em relativa medida para a dinamização económica das freguesias por onde passa. Se hoje não tem um papel tão activo, nessa dinâmica em tempos teve e foi determinante para o desenvolvimento e progresso dessas freguesias. E este facto indesmentível deve fazer apelo à nossa memória colectiva. Além disso, por exemplo, para os utentes de Paços de Brandão e felizmente ainda são alguns que o utilizam diariamente nas suas deslocações, sendo que no Verão serão muitos mais ainda. Para estes, como dizia, ainda é o meio de transporte mais rápido e mais económico para se deslocarem à cidade de Espinho e daí para o Porto ou para Aveiro (se não acreditam façam a experiência de automóvel ou de autocarro). Pena é que em Espinho tenhamos assistido impávidos e serenos à amputação de algumas centenas de metros de linha férrea, que muito prejudicou quem quer fazer o interface, com a linha do Norte (Aveiro ou Porto). Essa distância que outrora, tal como hoje poderia estar mesmo ali ao pé, agora terão que ser os pés a calcorrear a insolência e a falta de respeito que alguns ex-autarcas sempre nutriram pela linha do Vouga e pelos seus utilizadores.
Em conclusão parece-me que só faz sentido tudo isto se o objectivo final for manter a linha do Vale do Vouga em toda a sua extensão, explorando inclusive, as suas potencialidades turísticas tudo numa perspectiva alargada de futuro sem perder de vista aquilo que é a nossa memória colectiva e afectiva ao Vouguinha .

Compete-nos a nós enquanto cidadãos estar atentos e activos se assim tiver que ser, para que a linha não morra. Paços de Brandão deve-lhe muito, está na hora de a linha lhe exigir algumas contrapartidas. E a linha exige que os Brandoenses exijam o cumprimento escrupuloso dos prazos estabelecidos para a conclusão do plano de requalificação com a melhoria alargada das condições de segurança nas passagens de nível, quanto mais não seja, pelo respeito à memória de alguns conterrâneos seus, que pereceram tragicamente em algumas das passagens de nível que existem nesta freguesia, tudo porque nunca ninguém se lembrou ao longo de 100 anos de colocar umas barreiras, uma luz encarnada intermitente ou um simples trinado de campainha que lhes permitisse escapar do seu carrasco. Devemos igualmente pugnar pela defesa dos interesses das pessoas cuja património possa ser colocado em causa, pelos caminhos alternativos à supressão de passagens de nível (na passagem de nível de Riomaior/Regadas, por exemplo, haverá algumas pessoas que verão os seus terrenos trespassados por uma estrada paralela à linha do comboio, isto merece a nossa atenção e até solidariedade, se é evidente que é necessário assegurar segurança, essa terá sempre um custo, isto não pode é ser feito a qualquer preço).
Ao actual executivo da Junta de Freguesia também compete fazer alguma coisa pela linha do Vouga. Por exemplo, para começar, há que limpar a nódoa vergonhosa e irresponsável que foi a postura do ex-presidente da junta em todo este processo que envolve a linha do Vouga, desde as comemorações do centenário, até à discussão dos planos de supressão e requalificação das passagens de nível. Em tudo isto esse senhor fez Paços de Brandão passar mal, muito mal mesmo.
A alguns políticos também se exige uma postura de seriedade, porque não é com o oportunismo da ignorância que se livram do ridículo e se credibilizam da idiotice.



sábado, 5 de dezembro de 2009

Perdidos e achados (I)


O Observatório do Engenho, durante a sua árdua tarefa de “observar” o que por cá se passa, foi encontrar, numa das áreas alvo de intervenção da já aqui referenciada “operação erva daninha”, este poste:



Não se sabe muito bem se alguém o perdeu (pode ter saltado bolso fora sem que se apercebessem!!!), ou se está a guardar sítio para a construção daquela que possa vir a ser a Fonte dos Sonhos nº 2 (se com a 1ª não conseguimos o Ignobel, talvez à 2ª lá consigamos chegar… pelo menos à 3ª será de certeza!!!)

Para já, o nosso Presidente de Junta está a mostrar um jeitinho incomparável para as limpezas, fazendo questão de, ele próprio, acompanhar as equipas in loco. Só assim foi possível chegarmos a este achado!!! Preocupa-nos é que para arrecadar o ansiado prémio (Ignobel), possa fazer falta o talento do Sr. Engº Lino Carvalho (por conseguir colocar postes a dar luz e água)!!!

Perante isto, apelamos a todos os potenciais interessados no sentido de, caso achem que são o seu legítimo dono (e desde que provem realmente sê-lo, claro!!), entrarem em contacto connosco através do mail engenhonopapel@gmail.com.

Teremos todo o gosto em informar acerca do paradeiro do desgraçado do poste. Encontra-se já em estado preocupante de subnutrição (a erva parece não encher barriga!!)

Comunicado aos trabalhadores da Rodhe em Stª. Mª da Feira

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Natal ecológico em Rio Meão

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Acidente com Ambulância mata em Esmoriz


Ontem Esmoriz foi palco de um acidente que é tanto trágico como insólito. Um sexagenário que estava a atravessar a passadeira, foi atropelado mortalmente por uma ambulância dos Bombeiros locais que seguia em marcha de urgência, cerca das 19h00, na Av. 29 de Março. A vítima não resistiu aos ferimentos, apesar dos esforços dos tripulantes da ambulância.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A hipocrisia sobre mobilidade (I)


Se na próxima quinta-feira der de caras com alguma ilustre figura da nossa terra ou deste concelho, sentado numa outra cadeira que não a do poder, não se entusiasme muito, não grite de contente, respire fundo e mantenha a postura, pois certamente será apenas uma figura do elenco de uma iniciativa que vai ser levada a cabo no concelho, onde decisores políticos, dirigentes associativos e técnicos e empresários da construção civil vão poder experimentar sentados numa cadeira de rodas quais as dificuldades reais existentes no terreno para os cidadãos com problemas de mobilidade. Esta iniciativa denominada "Sou o Outro", serve para assinalar no município o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, conforme notícia divulgada na Lusa.
Apesar de ser uma iniciativa interessante, não deixa de ser uma hipocrisia, pois ainda na passada sexta-feira, estes mesmos decisores políticos, foram protagonistas de um redondo não, a uma proposta de recomendação do Bloco de Esquerda à Câmara, para que fossem supridas todas as barreiras arquitectónicas de edifícios públicos no prazo de um ano.
Alegadamente é muito caro suprir essas barreiras, pelo que este prazo de um ano seria impossível de cumprir. Pois bem, para estes senhores que decidem tenho uma pergunta:

E se fossem vocês que estivessem numa cadeira de rodas?

Confesso que me faz uma certa confusão um executivo gastar milhares numa viagem à Terra dos Sonhos, que não serve mais que alimentar o consumismo da época e rejeitar um objectivo no tempo, para uma meta que visa resolver os problemas dos mais fracos entre os fracos, que neste caso são as pessoas com mobilidade reduzida.
Talvez o passeio em cadeira de rodas ajude a mudar de ideias...

Presépio da "Cavalinho" em S.P.Oleiros


O dia ainda não chegou, mas o espírito natalício já está aí! E para ilustrar a época, nada como o "Maior Presépio - Cascata ao ar livre em movimento e cor" da conhecida marca de malas de senhora, "Cavalinho", em S. Paio de Oleiros.

Trata-se de uma exposição que tem por objectivo oferecer à sociedade uma mostra de artesanato e entretenimento adequado à época.
É, de facto, um dos mais completos presépios
deste género no nosso país, que mistura o cristão com a tradição portuguesa. A cultura da aldeia, com os artesãos, com as romarias, as procissões e cenas do quotidiano, mistura-se com o cenário vivido em Belém a quando do nascimento de Jesus. Este ano este evento está ainda mais completo, tendo um novo espaço coberto ao qual foi dado o nome de "Gruta dos Sonhos".

Se ainda não o viu ao vivo, tem até dia 31 de Janeiro para o fazer. As entradas são gratuitas. Nós, os do Engenho, já lá fomos e deixamos aqui algumas imagens.








1º Mês de Vida - Também

Não é um post repetido. Não. Há um mês atrás demos conta aqui da tomada de posse da nossa nova Junta de Freguesia.

Briosa no primeiro mês de vida, claro está, a limpar as ruas da vila, tarefa colossal! Tanto mais por ser, segundo o jornal da terra, a pedido de um seu editorial , ou coisa parecida.
Para o 1º mês de vida - Primeira (?) nódoa!

A nossa Junta, na pessoa do seu Presidente votou contra um plano que previa estabelecer um prazo para quebrar com as barreiras arquitectónicas no Concelho de Santa Maria da Feira.
Ninguém levantou o dedo e disse: "Não podemos ser rigorosos quanto ao tempo que isso demora, mas vamos começar por algum lado". Nós por cá temos o exemplo das escolas.
Sejamos práticos: na escola EB1 da Igreja, uma escola modelo, muito às custas dos pais e sua Associação e professores que assim a têm mantido com uma postura activa.
Ajudas: barreiras arquitectónicas. Sim, a Junta pode começar por aí. Não foram ainda eliminadas, tal como na biblioteca onde decorreu a última (Assembleia Municipal). Alguém que quis assistir e valer a sua razão numa cadeira de rodas, consegui-o, mas só com a ajuda da força de alguém para poder "rolar" pelos degraus da sala... na Escola EB1 será necessário o mesmo!
Pode continuar também pelos sinais de trânsito. Parece mentira, mas é verdade... Volvidos creio que 4 (quatro anos), não há um sinal de aproximação de escola nem sequer travessia para peões.... Esqueçam.
Outra coisa: às sextas-feiras, pela 16 horas já há roulotes para a praça de sábado. Quem vai "pegar seus filhos", que estacione por aí mais à frente onde conseguir. (Fotos: no próximo post....)
Não, não se trata de pedir tudo no 1º mês de vida. Trata-se de pedir que por favor
FAÇAM ALGUMA COISA..... Sem ser a reboque.


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Resumo da Assembeia Municipal de 27 de Novembro de 2009




A noite estava fria e não aqueceu muito mais na sessão da Assembleia Municipal da passada sexta-feira, onde apesar de todos os partidos se quererem mostrar, não houve grande controvérsia nas votações. Naturalmente, a maioria PSD "asfixiou" por completo qualquer hipótese de isso acontecer.

Antes do período da ordem do dia, houve direito a uma série de intervenções de vários elementos dos partidos representados. Os representantes do PS tomaram a dianteira e começaram por referir, sob a forma de histórico, as questões já anteriormente lançadas ao executivo, relativas aos planos de higiene e segurança nas escolas. A resposta não fugiu à regra do que já havia acontecido anteriormente, isto é, "agradecemos o historial, mas a resposta é esta: os planos estão em execução e tudo leva o seu tempo". Já Telmo Gomes também do PS, num discurso com catarro e de má leitura, lá alegou a ilegalidade da construção do "Ilha Bar" (da responsabilidade municipal), que está a decorrer nas Caldas de S. Jorge, ao que o Vereador José Manuel alegou tratar-se de uma deficiência interpretativa do PDM, por parte da CCDRN.

Houve, ainda, oportunidade para se escutar a representante da CDU, Lúcia Gomes, que de uma forma eloquente expressou a preocupação desta força partidária relativamente à situação da RODHE. Questionou, também, pelo ponto de situação do saneamento, questão esta que já o Engenho publicou aqui. Referiu de seguida, a preocupação relativamente a alegadas irregularidades na construção de uma praia fluvial em Milheirós de Poiares, no rio Úl, onde se verificam incongruências entre o que diz a CCDRN e o projecto relativamente à construção de uma praia fluvial na Mámoa. A estas questões o executivo respondeu como sempre, "está tudo bem...". Sendo de realçar que veio em defesa também da obra, Adriano Martins, representante local do PS, afirmando que "esta é uma obra querida para a freguesia".

Foi, então, a vez do representante CDS, Rui Tavares, que não quis ser exaustivo (e não foi!!). Apraz-nos registar que, para além da cumplicidade, há uma certa tendência à esquerda, em virtude de as perguntas terem sido basicamente as mesmas que PS e CDU colocaram, sobre a obra das Caldas e sobre a obra de Milheirós. Porém, ficamos a saber uma novidade: segundo resposta do Vereador Emídio "antes de uma obra há sempre um projecto para a mesma" (será que quis chamar burro a todos ou só ao Deputado do CDS?).

Houve oportunidade, ainda, para ouvir o presidente da Junta de Escapães, mostrar o seu incómodo e por isso trocar galhardetes, com os Vereadores PS, relativamente a uma verba que a Câmara teria atribuído como subsídio àquela Junta.

Coube a Nuno Serrano intervir por parte do BE, em substituição de António Silva, embora tivesse um discurso confuso. Na sua abordagem lá colocou algumas questões ao Sr. Presidente da Câmara, das quais destacamos as que visavam a nossa freguesia e algumas vizinhas. Colocou a questão da limpeza das linhas de água, tendo salientado a sua importância para a imagem que se pretende transmitir do nosso Museu do Papel.

Focou, ainda, o mau estado em que se encontra a rua que fica na confluência entre o Beco de Riomaior em Paços de Brandão e a Rua das Flores (Fronteira) em S. Paio de Oleiros, e para a qual ainda não foi dada qualquer solução por parte do município. Ainda sobre Paços de Brandão, questionou o executivo sobre as obras realizadas na EB2+1 local, pois segundo informação da Câmara aos pais dos alunos, as mesmas deveriam ter começado até ao fim de Outubro, e pelos vistos estávamos em fins de Novembro e tudo na mesma. Questionaram, também, sobre as salas modulares (vulgo contentor) que por não terem sido requisitados atempadamente, obrigou a obras de improviso nos pavilhões que iriam sofrer intervenção. A isto novamente Alfredo Henriques escusou-se a responder. Referiu-se, por fim, à situação provocada pelos esgotos a cèu aberto junto ao Mini-Preço, em Santa Maria de Lamas. A todas estas questões, o executivo limitou-se a descartar responsabilidades por estarem em início de mandato (afinal ainda faltam 4 anos para a coisa andar!!!).

Ainda houve oportunidade para a apresentação por parte do BE de uma moção cujos considerandos eram: "Propor a alteração do prazo de atribuição de Bolsa de Estudo para quando saírem os resultados da atribuição de Bolsa dos respectivos Serviços Sociais Universitários e Politécnicos, ao invés do que acontece actualmente, em que a Bolsa de Estudo é atribuída apenas no final do ano, o que contribui para o abandono escolar." Esta força partidária apresentou, também, uma recomendação com o seguinte teor: "recomendar à Câmara que, no prazo de um ano, acabe com as Barreiras Arquitectónicas nos espaços públicos no Concelho, procedendo também à colocação nos edifícios públicos de Plataformas Salva-Escadas."

De salientar que ambas as propostas foram chumbadas pela maioria PSD, alegando que na moção, haveria duplicação de benefícios, e na recomendação, que os prazos impostos eram impraticáveis (sem prazos é que é bom!). De realçar a intervenção sobre este tema de uma deputada do PS com mobilidade reduzida, que insistiu que "por experiência própria", era importante haver um sinal de quem manda realmente preocupar-se com eles, e fixar um prazo era fundamental! A isto respondeu alguém da bancada do PSD que assumindo-se também ele "deficiente" os prazos considerados na proposta eram impraticáveis, pelo que era demagogia alguém na condição da deputada do PS tomar uma posição daquelas. Firmino Costa votou ao lado do PSD, por isso é contra a eliminação das barreiras arquitectónicas.

Teve ainda a palavra pelo PS, António Cardoso, que manifestou a sua indignação pela situação em Mosteirô, onde o Presidente vencedor do PS, não foi capaz de formar Jjunta, pelo que o cenário de novas eleições seria inevitável (asfixia democrática II?).

Coube terminar o debate a José Leão do PSD, que numa toada agressiva (qual domador das feras) fez saber ao PS que a sua memória era curta, e que Mosteirô não era tão diferente das Caldas S. Jorge há uns anos atrás. Referiu-se, ainda, a proposta do BE de eliminar as barreiras arquitectónicas, afirmando que seriam impossíveis de concretizar em tão curto espaço de tempo, e realçou o seu custo. Em resumo entende-se que para o PSD a mobilidade dos mais limitados não é de todo preocupação. Também pudera: para quem sempre se habituou a maiorias as minorias são sempre insignificantes!

Ainda antes da passagem à ordem do dia, Alfredo Henriques tomou a palavra para esclarecer ainda algumas questões, nomeadamente a da Rodhe. Segundo ele, a situação da Rohde “consegue-se prever, mas pouco se pode fazer”, minimizar os estragos, é umas das coisas que se pode fazer, sendo que a solução passará quase de certeza pela redução de pessoal.

Passada a ordem do dia, conforme apresentamos aqui anteriormente, todos os pontos foram aprovados pela maioria do PSD, pelo que não há muito para contar, contudo registamos o seguinte:

O IMI em Santa Maria da Feira fica com as taxas máximas!

-IMI - Prédios Urbanos – 0,7%
-Prédios urbanos avaliados, nos termos do CIMI- 0,4%
- Derrama – 1,5%
- IRS – 0,5%

Bem, agora sabemos que a nossa autarquia nem em tempos de crise poupa os Feirenses nos Impostos! Na próxima assembleia, o Engenho lá estará para aqui dar conta do que se irá passar



segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Encontro de construtores de instrumentos na Academia de Música de Paços de Brandão


Tal como aconteceu o ano passado, arranca neste próximo sábado, dia 5 de Dezembro pelas 14h:30m, o III Encontro Nacional de Luthiers (construtores de instrumentos), promovido pela Academia de Música de Paços de Brandão, e dura até às 20h00m.



Este evento, tido como único em Portugal, irá decorrer nas instalações da Academia de Música, e reserva desde já alguns motivos de interesse. Durante todo o dia haverá exposições e mostras de instrumentos, concertos e palestras pelos mais conceituados construtores de instrumentos a nível nacional, nomeadamente Orlando Trindade e Rodrigo Viterbo.

 (Programa oficial do evento)




 (clique na imagem)

domingo, 29 de novembro de 2009

O Engenho apoia a rolha de cortiça natural

Enviado por e-mail:


Nota do Administrador: o Engenho considera que a rolha de cortiça é vital para as gentes de Paços de Brandão e arredores, daí o seu apoio a esta Iniciativa!


Artigo Relacionado >>

Assalto e "carjaking" envolveu jovem de Paços de Brandão


Na madrugada de 28 de Novembro passado, na freguesia de Nogueira da Regedoura, cerca das 6:30 horas, três homens encapuçados atacaram um casal, ele residente em Paços de Brandão e ela moradora em Paramos - Espinho, que se encontrava dentro do carro, um Peugeot 106, na Urbanização do Cardoso.
Apesar de a urbanização estar bastante iluminada, isso não impediu o trio de assaltantes de efectuar o roubo.

O casal terá sido ameaçado com armas de fogo, um dos assaltantes puxou violentamente a mulher para fora do carro, ao mesmo tempo que apontavam a arma ao namorado e o agrediam a soco.

Para além da viatura, o trio obrigou ainda as vítimas a entregarem todo o dinheiro que possuíam, um telemóvel e vários documentos, fugindo de seguida. O casal acabaria por pedir ajuda a três elementos da GNR do posto de Santa Maria de Lamas que se encontravam de serviço junto a uma discoteca das proximidades, para onde se deslocaram a pé.O incidente terá deixado a jovem ferida com alguma gravidade. A viatura roubada acabaria por ser encontrada pouco tempo depois, abandonada na freguesia de Arcozelo, Vila Nova de Gaia, segundo notícia do JN.

Mãos à Obra (II)


Prometemos, cumprimos!

Pode até parecer insólito aos olhos dos mais descrentes, mas o certo é que as primeiras obras do novo executivo começaram a surgir à luz do dia: “operação erva daninha!”

E, como não poderíamos deixar passar despercebida a situação, tal como já o ansiávamos declaradamente há muito, eis-nos a dar notícia de tal efeméride. Mesmo que a reboque de outros posts, mas damos!

Reboque”… ora aí está um termo que está na ordem do dia brandoense e que passamos a esclarecer (esclarecimento, também ele a reboque!)

Se bem se lembram, já aqui foi elencado o facto de o Notícias de Paços de Brandão (NPB) ter sido o verdadeiro motor impulsionador (justiça lhe seja feita, muito embora não haja necessidade de o dizermos, já que ele próprio se encarregou de chamar a si os louros da obra, em nome das “aspirações de todos os brandoenses”!!!), que levou a Junta, a reboque, a fazer a ceifa da erva das ruas. Afinal, há quem se queixe de falta de obra nesta terra, e a solução sempre esteve ali tão perto e ao alcance de qualquer um: basta um simples apelo em editorial para que tudo se faça e resolva.

Feita esta descoberta, resolvemos comunicá-la aqui publicamente. Agora já não há desculpa para queixinhas!!! Só não resolve as suas pretensões quem não quiser. É tudo uma questão de se colocar a reboque do NPB.

E a propósito de reboque… a dada altura falávamos aqui da possibilidade de a Junta andar a preparar terreno (entenda-se das ruas!!!) para a próxima campanha, estão recordados? Será que em vez de caçambas, o nosso executivo local quer mesmo demarcar, através do corte das ervas, o local por onde irá passar o TGV? É que tendo em conta a pesada estrutura de reboques que se perspectiva que vá surgir nestes 4 anos, só mesmo o TGV para as puxar!!!

Tememos muito seriamente pelo futuro do nosso querido "Vouguinha"!!!



sábado, 28 de novembro de 2009

1º Mês de Vida




É com prazer que vivemos o nosso primeiro mês de vida.
À procura da notícia e também da opinião plural, avançaremos determinados.

Como passar de lesado a prevaricador em 8 passos

É de conhecimento generalizado o estado deplorável em que se encontra a via pública na grande maioria do concelho de Santa Maria da Feira, ao qual Paços de Brandão não é excepção.

Até aqui, parece não haver novidade. Bem lá no fundo, o cidadão comum até já se habitou à ideia que esta vila, em termos de estradas, pouco mais é que uma província terceiro-mundista. O problema levanta-se a partir do momento em que os cidadãos sentem na pele as consequências das condições a que são votados pelo município nestas matérias, a partir da altura em que são verdadeiramente lesados… melhor ainda: perfeitamente injustiçados.

Ainda ontem o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, Alfredo Henriques, se fartou de justificar a inacção do executivo, face às questões que lhe iam sendo colocadas naquela que foi a primeira Assembleia Municipal deste novo mandato, alegando que tudo era falta de atenção e pura demagogia dos diversos intervenientes. E tem toda a razão no que diz, claro está! Afinal, até é a primeira vez que o homem está no poder (é, não é?), precisando de tempo para se inteirar das coisas, para só depois colocar mãos à obra. Só por isto se compreende a razão de ser do caso de hoje, e de, entre outras coisas, se ter referido nessa mesma Assembleia que “calma minha gente: temos 4 anos para fazer as coisas”. (!!!!)

Fique-se, para já, com a ideia da demagogia e da desatenção, que mais tarde aqui voltaremos.

Mas como íamos dizendo, o caso específico de hoje, levou-nos a ponderar uma forma pedagógica de ensinar, em 8 passos, o povo a “escapar” à descaradeza dos serviços das Obras Municipais da Câmara, a quem pouco lhes importa o bem-estar das pessoas (excepção feita às falinhas mansas típicas dos períodos de campanha eleitoral, ainda bem presentes na nossa memória).

Assim, se algum dia foi (ou pretende vir a ser!!!) vítima de um episódio de “paralelos à solta nas ruas de Paços de Brandão”, com consequentes danos na sua viatura, fique a saber que:

  1. mesmo com auto policial (onde é da praxe ser verificada toda a documentação dos intervenientes no processo) não se iluda, porque não lhe será reconhecida legitimidade, enquanto requerente/queixoso, para apresentar reclamação junto dos serviços responsáveis do município, porque não há provas de que a viatura seja sequer sua;


  2. fotos que mostram, para além dos estragos, os próprios agentes policiais, não provam que estes ali estiveram na realidade (pode é dar-se o caso de eles terem surgido de surpresa só para brindar ao acidente!), pois só se tem em conta a data em que o auto é emitido e assinado (as autoridades têm de pensar seriamente em começar a trazer PC e impressora para que as coisas sejam feitas na hora… de preferência no preciso momento em que o acidente vai ocorrer!);


  3. a história dos autos policiais, das fotos, das testemunhas,… é para esquecer, porque só será exclusivamente reconhecida, pelos analistas do processo, a descrição do acidente feita pelo condutor (este que tenha paleio de trambiqueiro ou não se safa mesmo!!!);


  4. deve-se incluir o veículo “alegadamente sinistrado” no croqui (tem é de ser criativo na forma como vai dobrar e colocar o croqui no envelope com o carro lá dentro… mas isso já não é problema nosso!), mas não o pode remover jamais do “local do crime” (nem com autorização policial, nem que chovam canivetes… a carroça é que não pode sair de lá);


  5. atenção: se o tempo estiver bom e o local onde prevê vir a ocorrer o acidente for uma recta, mesmo que, em vez de paralelos, se trate de granadas, a obrigação do condutor, perante estas excelentes condições, é a de se desviar (ou acertar mesmo, se quiser fazer bingo!);


  6. ainda que as autoridades policiais o mandem remover os vestígios do acidente no local, simplesmente desobedeça… é preferível ser acusado de ter sujado a via pública e pagar respectiva multa (ou esperar que venha outro e embata nos destroços… é mesmo uma questão de gosto!!!);


  7. sempre que disponha de um razoável espaço de manobra para se desviar dos ditos paralelos, faça-o… é preferível ir contra o veículo que vem em sentido contrário, do que mal-tratar os pobres dos paralelos que, acima de tudo, são propriedade pública (logo, merecedores de todo o nosso respeito e cuidados, no sentido de se zelar pela sua preservação);


  8. ainda que os valores apresentados sejam os “normalmente” advindos em consequência de acidentes do género e que a intenção (em caso de se vir a ser ressarcido pelo prejuízo) seja a de entregar documento oficial em nome do município (já que seria este o pobre lesado que iria pagar a conta à oficina), não o faça… entregue somente Factura Pró-forma e dê o “golpe do baú” do século (será garantidamente capa de revista durante 980.000.002.002.100.003.000 semanas consecutivas!!!)

Duas questões dirigidas ao Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira (e a todos quantos ache que devam “enfiar a carapuça” dentro do seu executivo):

- Afinal, quem é que anda desatento às responsabilidades e àquilo que são os verdadeiros interesses da população feirense no tocante a acidentes nas estradas, provocados pelo mau estado das mesmas?

- Quem é o demagogo no meio de tudo isto: o povo ou o município?


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

GRIB inaugura pavilhão, na festa dos 35 anos





Tal como anunciado aqui no Engenho, no passado sábado, o GRIB, com a passagem do seu 35º Aniversário, organizou uma cerimónia de gala, e aproveitou para inaugurar oficialmente o seu novo pavilhão desportivo. António Júlio, presidente da instituição afirmou mesmo que este é “um dos três melhores pavilhões do país”.


Na cerimónia estiveram presentes vários ilustres da nossa terra e do concelho, entre eles, destacamos: Alfredo Henriques, presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, Emídio Sousa, vereador da protecção civil e ambiente, Amadeu Albergaria, deputado na Assembleia da República, Firmino Costa, Presidente da Junta, João Brito Presidente da Assembleia de Freguesia e, por fim, figura incontornável do panorama local, social e político, o pároco Julião Valente, que embora já não goste muito de sair de casa, lá fez o jeito aos amigos, e sempre foi dar a sua bênção a inauguração.
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Depois desta cerimónia, a comitiva rumou a Nogueira, ao restaurante Luso-Venezuelano, onde foi servido o jantar comemorativo do aniversário. Como não podia deixar de ser, depois do repasto, houve direito aos discursos da praxe, e também a uma destinação de atletas, treinadores e responsáveis que se tinham evidenciado no ano anterior.
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Salienta-se a homenagem póstuma feita a António Jorge Coelho, que faleceu subitamente em Janeiro passado. António Jorge sempre se entregou de alma e coração a todo este projecto do GRIB, por esta razão, se é certo que para que a obra nasça é preciso que o homem sonhe, é louvável que depois desta nascer, não se esqueçam os seus sonhadores, e o GRIB muito bem não se esqueceu!
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Da parte do Engenho, desejamos os parabéns pelo 35º Aniversário, e prometemos que estaremos atentos ao seu desempenho e aqui trazer mais sobre o basquetebol em Paços de Brandão .
(fotos gentilmente cedidas pelo GRIB)



quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Tempos de Crise

Nos tempos que correm o Engenho tambem dá uma ajuda. Conheça um evento que pode interessar a quem quer vender aquele artigo, que nos estorva e pode dar mais uns euros, ou queremos compra-lo, mas só se.....


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Façam bom proveito.

Ruas limpas - A pedido de um Editorial

Sim. Recebi novamente o jornal da nossa terra: NPB.
Li o editorial e de facto, confesso, com todo o respeito: o NPB já teve melhores dias.
Terra esta feliz como está por finalmente ver as suas ruas limpas de ervas que cresceram com a benção de Deus e a permissão dos que agora as mandaram cortar.
Não esqueçam, já alguém aqui comentou: elas voltam a crescer, depois logo veremos.
Lembram-se do que foi apresentado no Observatório do Engenho, aqui. ?
Essa zona não é de Paços de Brandão????

Esperamos que surja um editorial sobre o caso que apresentamos e a consequente boa vontade, convenhamos, resposta do senhor presidente, ao apelo desse editorial para bem desse grande dormitório.....

Ass. Municipal Santa Maria da Feira (ordem trabalhos)

Uma inovação no funcionamento da Ass. Municipal em Santa Maria da Feira, tem a ver com o facto de serem colocados no site oficial da Câmara Municipal as datas e informações sobre a ordem de trabalhos para consulta pública, o que desde já é de louvar!
(clique na imagem)

Se os bons exemplos que chegam de cima fossem para ser seguidos como regra, era de esperar que no site da Junta de Freguesia de Paços de Brandão esta inovação fosse também uma realidade, mas não é. E para mal de muitos e para o bem de muito poucos, a informação deficiente da actividade da Junta, parece que continua a ser a política usada pelo executivo recém eleito.

Sr. Presidente da Assembleia de Freguesia: informação e transparência nunca fez mal a ninguém! Faça um bom uso dos meios à sua disposição e divulgue a actividade da Junta. O povo agradece...e nós no Engenho também!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O Engenho no Papel ultrapassa as 500 visitas

Em menos de 1 mês de existência, completa dia 28 próximo, o Engenho já ultrapassou a fasquia do meio milhar de visitantes.



(clique na imagem)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Sérgio Oliveira, de Paços de Brandão, renova contrato no FCP com cláusula de rescisão de 30M€.



O jovem médio Brandoense, tornou-se conhecido em todo país, quando em Outubro, com apenas 17 anos e quatro meses, se tornou o mais jovem jogador da história a ser titular num jogo oficial do FC Porto, quando defrontou o Sertanense, em jogo da Taça de Portugal.
Sérgio Oliveira joga no clube azul e branco desde os nove anos e é apontado como um dos mais promissores jovens jogadores do futebol português, que também é internacional sub-17 .
Sérgio Oliveira foi contratado, na altura, ao Paços de Brandão por mil euros, com o tio a ser decisivo para os dragões ganharem a corrida ao Sporting, que também estava interessado no jovem jogador.

"O caminho ainda é longo, sei que tenho que ter paciência e trabalhar bem para atingir o sucesso que todos os portistas desejam. É por isso que este novo contrato só me traz mais vontade de trabalhar para alcançar os objectivos que tracei em conjunto com o clube. Sei que a responsabilidade aumenta e só posso corresponder com muito trabalho" - disse o jogador em entrevista publicada aqui.


A fonte dos sonhos de Paços de Brandão - o "IgNobel" não atribuído

Antes de tudo, cabe esclarecer os leitores sobre o que são afinal os Prémios IgNobel?
- São uma sátira dos Nobel e são dados no Outono para as descobertas científicas mais estranhas do ano. Os prémios são entregues em Harvard para honrar estudos e experiências que primeiro fazem as pessoas rir, e depois pensar. Foram criados pela revista de humor científico Annals of Improbable Research (Anais da Pesquisa Improvável).

A ideia que está na sua base é premiar pesquisas raras, honrar a imaginação e atrair o interesse público para a ciência, a medicina e a tecnologia. Foram entregues pela primeira vez em 1991, sendo que a cerimónia foi, desde então e até hoje, enriquecida e abrilhantada pela presença de verdadeiros laureados com o Nobel, que os entregam aos vencedores.

Pois bem, depois desta breve explicação, o Engenho constatou que o nosso ex-Presidente da Junta, Lino Carvalho, o homem que, segundo ele próprio, sonha com água a correr nas fontes, teve arte e engenho para ultrapassar no domínio da hidráulica tudo aquilo que era conhecido até hoje. Consegue inverter o processo de produção de energia eléctrica, fazendo com que os postes agora além de luz, sejam também capazes de dar água (engenhoso sr. Engenheiro!!!)

O ex-inquilino da Junta de Freguesia teve um ponto importante de contacto com os IgNobel e daí a comparação. Fez soar gargalhadas por todo o nosso concelho. Teria graça , se fosse anedota, mas não é, e nem sequer um IgNobel lhe foi atribuído. E merecia-o! Esperemos, por isso, que o nosso novo inquilino da Junta, especialista em construções, tenha mais arte e engenho de transformar este monumento anedótico de Paços de Brandão, nalguma coisa mais digna de ser chamado de "fontanário".

domingo, 22 de novembro de 2009

A Igreja e a politica em Paços de Brandão



Notícia encontrada no DN em 19/11/2009

A freguesia da Areosa, em Viana do Castelo, está em polvorosa porque um padre, em conflito com o presidente da Junta, escreveu à população dizendo que todos "vivem no pecado há mais de 50 anos".

A carta que está a gerar controvérsia surgiu depois de, em Outubro último, o padre Manuel Quintas - reitor do Santuário de Santa Luzia - ter apelado ao voto no candidato do PS à Junta (que perdeu).

Apesar da "oposição" do padre, transmitida até em celebrações eucarísticas, António Longarito (PSD) foi reeleito. "Eu votarei António Barreiros de Carvalho", escreveu então Manuel Quintas. "É o homem de que Areosa precisa. Isto porque Areosa precisa de se encontrar consigo mesma. Precisa de saber onde começa, por onde passa e até onde vai", adiantava, num texto ilustrado com a sua fotografia e assinado pelo seu punho.

Após os resultados, o padre voltou a escrever esta semana à população: "Não me revejo em partidos (…). Se fosse obrigatório filiar-me, filiava-me no partido do Rei. Sou Monárquico e nunca o escondi", frisou, justificando o voto no socialista por ser um "homem capaz de, preto no branco, recuperar o que tantos e tantas se desleixaram em defender" - referência aos conflitos que Areosa mantém com quase todas as freguesias vizinhas sobre limites territoriais.

Denunciando "desleixo", "inoperância" e "incapacidade" na freguesia, Manuel Quintas disse que devia explicações ao "Burgo Areosense, que vive em pecado há mais de 50 anos" - afirmações que não estão a cair bem na população.

Apesar de "para já" não se pronunciar, António Longarito admitiu que a "animosidade" do padre deverá ter origem numas que a Junta fez na igreja da Areosa. "Como ele não se dá com o pároco da Areosa, certamente não gostou que eu tivesse feito obras no adro", frisou, acrescentando: "Deve ser uma questão de ciúmes."

Esta notícia passaria despercebida, não fossem algumas semelhanças, mesmo que noutros moldes, com a realidade que se vive em Paços de Brandão há largos anos.

Ainda recentemente, antes das Festas dos Arcos, bastou que se fizessem sentir alguns ecos do altar a anunciar umas correntes de ar vindas de umas frinchas de uma porta, para que a obra da vaidade dos crentes fosse imediatamente feita, mobilizando para isso todos os recursos possíveis e impossíveis ao seu dispor. Caso para dizer "Este homem quer, a obra nasce!".

Curiosamente, a responsabilidade para a execução da obra foi entregue ao que hoje é o nosso presidente de Junta, naquilo que terá sido o lançamento estratégico da sua candidatura, pelo imediatismo que gerou e pela confusão nos crentes (eleitores), houve quem jurasse em nome de um Deus menor, que terá sido este senhor o mecenas financiador da obra. Em abono da verdade todos nós (Estado) demos uma boa fatia para isto através de financiamento concedido pela autarquia de cerca de 12.500€.

Mas a questão relevante aqui é de índole moral e ético para os protagonistas. Será legítimo a um candidato (na altura já anunciado) usar a igreja para se promover? Será legítimo e ético que a Igreja, na figura dos seus representantes locais, compactuem com isto? Quais os reais interesses que envolvem os políticos e a Igreja? Porque razão a autarquia (do PSD) financia uma obra que serve apenas a vaidade e não resolve os problemas importantes, como os das tampas altas nas estradas?...e muitas mais interrogações daqui adviriam, mas fico-me aqui, e deixo esta máxima para reflexão: "a Deus o que é de Deus e aos homens o que é dos homens."


1º Passeio BTT Brandoense "Café Leopardo"

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sábado, 21 de novembro de 2009

Ainda iremos a tempo?

Paços de Brandão, Urbanização do Cerrado, Rua 10 - Rua 15


Foi em finais da década de 90 (do século e milénio passados!!!) que surgiram os primeiros sinais de que aqui iria nascer este conjunto de 5 prédios.

Local sossegado por excelência, este viria a constituir aquilo que hoje se tornou num dos principais dormitórios da vila. E, de facto, o nome está muito bem escolhido: “dormitório”, já que pouco mais se faz por estes lados. Toda a actividade que vá além das lides confinadas ao “lar doce lar” implica, obrigatoriamente, que a viatura saia da garagem (valha-nos, ao menos, a crise petrolífera ter entrado em aparente estagnação!!!).

Mas, até aí, a situação até seria relativamente pacífica! Se esta malta (somente cerca de 140 famílias) para aqui quis vir morar, é porque fazia intenções de levar uma vidinha tranquila e descansada, sem grandes confusões e atropelos… bem longe da azáfama e dinamismo que tanto caracterizam este vila!

Não obstante, e remontando às origens destes focos habitacionais, a promessa por parte dos operadores imobiliários e respectivos construtores, qui ça para tornar mais “atractivo o produto”, centrava-se num pormenor que marcaria a diferença, no processo de decisão de compra. Diziam na altura: “nas traseiras dos prédios irá nascer zona de lazer, essencialmente constituída de infra-estruturas a pensar na diversão e segurança dos mais novos, zona essa comum aos 5 condomínios”. Acrescentavam, ainda, que: “o terreno é camarário, mas tudo está projectado nesse sentido”.

“Porreiro!!!” – pensavam os potenciais compradores. Pese embora o sossego que caracterizava este lugar, ao menos as crianças teriam um espaço concebido propositadamente para si, aliviando a preocupação dos pais, no sentido em que as mesmas não teriam necessidade de brincar na rua ou, na pior da hipóteses (é mesmo PIOR!!!), ter de se deslocar para ir para o parque do arraial. Teriam um lugar digno! Mal eles sabiam que se quisessem ir brincar para as traseiras dos prédios, deveriam eles mesmos ter de investir em equipamento para se livrarem do mato (já para não falar de outros condicionalismos legais obrigatórios) e, posteriormente, um bom stock de produtos de primeiros socorros para tratar dos ferimentos provocados pelas quedas, próprias de quem brinca em terra batida!!!

A verdade é que, pelos vistos, há prazos legais que já passaram (os tais 5 anos que os promotores da obra têm como limite máximo obrigatório para dar “assistência e garantia”). E agora? Quem se vai responsabilizar por esta questão? Construtores? Junta de Freguesia? Câmara Municipal?

O Observatório do Engenho sugere que (e permitam-nos meter a "colherada" no assunto!), se os construtores precisam de licenciamento para avançar com os projectos de construção, porque é que a Câmara não se recusa à emissão das mesmas sempre que neles não estejam previstas ou garantidas este tipo de infra-estruturas?

Reconhecemos que, em Portugal, questões deste tipo se ficam a dever, essencialmente, ao peso excessivo que o lobby da construção civil tem, no sentido de influenciar políticos e atropelar, sem pudor, os interesses superiores dos cidadãos que, obrigados a se endividarem para comprar um apartamento, desejam (e com toda a legitimidade) ter perto das suas casas um parque infantil para brincar com os filhos, um espaço verde para passear o cão ou um complexo desportivo onde possam fazer exercício ao ar livre.

Infelizmente, para a maioria dos nossos autarcas, a construção de recintos desportivos e espaços de lazer está longe de ser uma prioridade. Bem pelo contrário: é mais fácil autorizar a construção de alguns blocos de apartamentos ou de um novo centro comercial, do que exigir aos construtores civis que atendam às necessidades dos seus clientes, garantindo não apenas o estacionamento automóvel mas acrescentando ao projecto estas zonas lúdicas, também elas, conducentes à melhoria da qualidade de vida pública.

Posto isto, tudo indica que a Urbanização do Cerrado continuará “condenada” à condição de “dormitório”, nos mais vários sentidos que lhe possamos atribuir!!! A não ser que...

Ó senhor Presidente cá da vila… temos perfeita consciência que a “nova equipa” foi eleita há pouco mais de um mês (mês esse, muito provavelmente comemorado com muitas castanhas e bom vinho no Dia de S. Martinho)... mas tenha lá paciência: veja se consegue meter uma "cunha" ao Alfredo Henriques!!! Cá por nós, estamos a fazer o nosso melhor, no sentido de lhe darmos dicas para que a “obra nasça”. Ou será que também nos devemos penitenciar por só agora termos surgido e trazido esta situação a público? Afinal, ainda vamos ou não a tempo de fazer alguma coisa por estes condóminos?

A Magia da Politica



Naquela Noite :O equilíbrio de forças entre partidos no distrito de Aveiro ficou sem alterações, após a longa noite eleitoral de domingo das eleições autárquicas, que continuou de madrugada com o demorado apuramento de resultados,o PS perdeu a Câmara de Espinho, que estava entregue há vários mandatos a José Mota.
(Diz-me Bola de Cristal como pode acontecer???)
Os sociais democratas recuperam a edilidade espinhense através de Pinto Moreira que anunciou como primeira medida uma auditoria às contas.
Mas o futuro tem surpresas (????)
Ex-autarca de Espinho José Mota, é o novo Governador Civil de Aveiro sucedendo a Custódio Ramos, que teve uma breve passagem por este cargo, por força da exoneração de Filipe Neto Brandão, actual deputado do PS, por altura da campanha eleitoral para as legislativas.
O nome do ex-presidente da Câmara de Espinho, que já corria com insistência nos meios socialistas, foi confirmado esta quinta-feira através de nomeação do Conselho de Ministros por proposta do titular da pasta da Administração Interna.


Antigo sindicalista, (querer é poder), José Mota foi ainda deputado na Assembleia da República e líder distrital do PS antes de assumir a presidência da Câmara de Espinho que desempenhou até ser derrotado nas últimas eleições pelo PSD.


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Hermínio Loureiro no Instituto Superior de Paços de Brandão, dia 26 de Novembro

A Associação Académica do Instituto Superior de Paços de Brandão está a promover uma conferência intitulada "Gestão e Marketing Desportivo: Que desafios para o Futuro?" com a apresentação de Hermínio Loureiro.
A conferência terá lugar no Auditório do ISPAB, a 26 de Novembro pelas 20:00H.



Mais detalhes clique aqui.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Assembeia Municipal dia 27 de Novembro

Foi marcada para o dia 27 de Novembro, sexta-feira pelas 21:30 h., a primeira Assembleia Municipal oficial com os novos eleitos autárquicos.
O Engenho vem, por isso, dar conhecimento da mesma, e incentivar a que as pessoas interessadas estejam presentes, pois só assim poderão avaliar mais de perto aquilo que se decide na sua terra.