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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

CiRAC: faleceu o Sr. Jacinto Nogueira, elemento do Conselho Fiscal

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Cumpre-nos o triste dever de informar que faleceu o Sr. Jacinto Nogueira, elemento do Conselho Fiscal do CiRAC.

Jacinto era um daqueles homens que através da sua alegria conseguia contagiar os que rodeava. Foi assim no passado, é assim que o queremos recordar. O mundo ficou mais pobre com o desaparecimento desta pessoa que tanto valor tinha.

A direcção do CiRAC informa que o funeral realizar-se-á amanhã, quarta-feira, pelas 16h30, na Igreja de Santa Maria de Lamas.

HISTÓRIA DE PAÇOS DE BRANDÃO

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Caros amigos (as),

Nas últimas eleições autárquicas, dirigi-me pessoalmente, a todos os candidatos a autarcas, de todos os partidos, e, aos quais perguntava: «…será audácia a mais perguntar a todos Vós, candidatos a autarcas – prestai atenção, que eu digo todos Vós – avaliais suficientemente o que representa para esta Paróquia (Paços de Brandão) o conhecimento da verdade histórica das suas origens. Não Vos peço mais do que aquilo que não podeis dar.»

É claro que em Fevereiro de 2012, já tinha manifestado e referenciado, o que estava menos correcto à Junta de Freguesia de Paços de Brandão. Se num caso já lá vão dois anos para me darem uma simples resposta, no outro, apenas um partido tomou posição, através do seu candidato à autarquia, como é óbvio, tenho que agradecer ao BE. Também tenho que reconhecer, que a nível pessoal, tenho sido contactado por pessoas, que de certa maneira estão ligadas, tanto ao PSD, como ao CDS, que me têm manifestado o seu interesse em se interessarem pela verdade histórica das origens da nossa Paróquia.

Mas porque me estou, novamente, a interessar-me por este assunto?...Seria mais vantajoso, deixar estar tudo como está, mas, como tenho dito, só tenho procurado que a verdade histórica seja encontrada, nada mais me move, e, assim continuarei. 

Caros Amigos (as), tenho constatado que pessoas, que à falta de outros argumentos, se escudam com a tradição popular, para eles, e evidentemente, para todos aqueles que se interessem por História elaborei o artigo que oportunamente foi publicado, sob o título, A TRADIÇÃO NA HISTÓRIA, talvez todos aqueles que estudaram esta disciplina, revejam os seus conhecimentos e os apliquem em consciência e com o objectivo de se encontrar a verdade histórica.

Devo lembrar-Vos de que esta questão não é nova, e, nem sequer fui o único a referir-me a ela. Já em 1996, o Sr.Dr. A. De Almeida Fernandes, a pedido do Sr. Dr. Pinto de Oliveira, se referia a este assunto, e, particularmente à data de 1095, ele nos diz: «…o ano de 1095 seria inaceitável, porque está há muito arredado da historiografia para a  vinda do conde D. Henrique: de modo que o tal ”Blandon” não podia ter fundado Paços de Brandão nesses anos e não há os 900 anos em 1995, comemorados (e “lapidados”, pelo menos em projecto.». Também em Novembro de 2007, veio à estampa, um livro, com o título, OS BRANDÕES – Origens e Varonia (938-1663),do Sr.Dr. M. Antonino Fernandes, cuja “Dedicatória” é bem explícita quanto ao conteúdo do livro: «A toda a grande família Brandoense, sobretudo os naturais de Paços de Brandão, que se prezem da terra, do sobrenome e de conhecer as suas raízes históricas.»; e na sua “JUSTIFICAÇÃO”, diz-nos: «São tão anacrónicas e fabulosas as notícias que nos dão os Armorias e Nobiliários sobre as origens de algumas famílias portuguesas, que quem procure os ascendentes mais remotos da sua linhagem fica redondamente desiludido.»; e no que se refere concretamente ao  livro do Sr.Pde.Correia, diz-nos o seguinte: «A origem dos Brandões, recentemente tão enfatuada pelo P.Joaquim Correia da Rocha, em “recordar 900 anos de Paços de Brandão”, é mais um exemplo flagrante disso mesmo.»

Em documentos que enviei aos candidatos a autarcas, bem como à Junta de Freguesia de Paços de Brandão, e que agora vou levar ao Vosso conhecimento, podem constatar   que o que se encontra escrito, quanto às origens desta Paróquia, nos 900 anos, está de tal maneira afastado da realidade histórica, que teimar em não rectificar, o que lá se encontra relacionado, e, por mim já  por diversas vezes referido, é não prezar pela história desta Terra e muito menos em ter um  pequeno, que seja, interesse pela verdade histórica das origens de Paróquia de São Cipriano de Paços de Brandão.

Paços de Brandão, 08 de Janeiro de 2014
Carlos Alberto Sequeira Varela





terça-feira, 7 de janeiro de 2014

CONTRIBUTO PARA A HISTÓRIA DE PAÇOS DE BRANDÃO

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A TRADIÇÃO NA HISTÓRIA


    Quando andava nos bancos do liceu, ensinaram-me que havia uma diferença muito grande entre as leis históricas e as das leis físico-naturais. O cientista limita-se a descobrir as relações constantes entre os fenómenos que observou, traduzindo-as em leis. O historiador tenta compreender o particularismo dos factos passados, num esforço para se libertar do seu próprio condicionalismo como sujeito moral e político que sempre é.

   Na História, o acontecimento é único, não se repete. Não é portanto uma «ciência exacta», porque não pode prever as diferentes modalidades que os factos futuros podem revestir, mas pode chegar a leis de carácter estatístico, servindo-se da história comparada.

   A síntese histórica, consiste, não só na reconstituição dos factos, mas no estabelecimento das suas relações causais. O verdadeiro historiador não é o que descreve, mas o que interpreta e compreende. Ora, só podemos compreender o acontecimento integrando-o numa síntese ordenada e inteligente. O facto é singular  mas tem infinitos liames a liga-lo ao passado e ao futuro. Estará a história subordinada ao princípio da causalidade?

   O bom historiador é aquele que, na vasta teia dos acontecimentos, vai destrinçar os fios da complexidade causal para indicar os que desempenharam o papel de mais relevo num dado fenómeno.

   A História deve ter uma narração verídica dos factos; uma narração que obedeça a uma informação verdadeira, certa, exacta, não fazer parte de qualquer pensamento mítico. Muitos escritores, falam do que merecia calar-se e calam o de que era necessário falar-se, o que se reverte numa ausência de espírito crítico nas suas narrações.

   Um facto histórico não pode ser observado directamente. Ele pertence ao pretérito…Fica, contudo, ao historiador a possibilidade de reconstruir mentalmente o acontecimento, de fazer a história buscando os factos (factum, feito). Para tal, ele tem de se socorrer dos documentos, isto é, dos traços presentes deixados pela acção do homem. Mas estes traços nem sempre são verdadeiros, nem sempre apresentam uma visão total do fenómeno a que parecem ligados. Sem documentos não se pode fazer história, mas só com eles a história não ganha autonomia de verdadeira ciência. Os documentos necessitam de ser iluminados pela crítica. Esta vai discernir o verdadeiro do falso, o provável do ilusório, o certo do duvidoso.

   Autores há que em virtude do seu subjectivismo, convicções políticas, morais, familiares, etc., se deixaram, inconscientemente levar pelo condicionalismo do seu nascimento, relatando um aspecto dos acontecimentos, aquele que mais interessava aos seus interesses particulares. A verdade histórica foi esquecida e os factos que nos apontam como verdadeiros, são escudados por uma possível «tradição popular», sem nos apresentarem qualquer prova documental que confirmem tal facto.

   Para terminar lembro que a Cultura é fruto de um trabalho de elaboração pessoal, ela não se herda espontaneamente, mas adquire-se por um esforço livre e consciente. Como diz Langevin (Écrits Philosophique et Pédagogiques, Paris,  1947), a cultura geral é «o que torna o homem aberto a tudo o que não é ele, a tudo o que ultrapassa o círculo estreito  da sua especialidade.»

  Por último lembro que chama-se tradição a transmissão dos testemunhos feita oralmente, e fixada ulteriormente por meio de monumentos ou escritos. Toda na narração, escrita mais de século depois do acontecimento, pode considerar-se tradicional.

   É sem dúvida este modo de transmissão o mais exposto a alterações e exageros; devemos pois conceder que se deve sujeitar a crítica mais rigorosa. Quanto às regras para apreciar o valor duma tradição, é preciso assegurarmo-nos:

a)      – De que os factos que constituem o seu objectivo são de importância excepcional; porque geralmente a tradição só vale para os sucessos capazes de impressionar  vivamente o espírito dos povos;
b)      -  De que é  ininterrupta; porque a tradição histórica só tem valor quando lhe podemos seguir o rasto até às testemunhas oculares;
c)      – De que é uniforme ao menos nas suas linhas gerais, e não variou nos diferentes povos, de costumes e interesses diversos;
d)      – De que não contradizem os monumentos mais estáveis da história;
e)      – Se finalmente, num dado momento, esta tradição se recolheu nalguma obra, resta fazer a crítica desta obra, e ver o  grau de confiança que nos merece.

Obrigado pela Vossa atenção,
Paços de Brandão, 06 de Janeiro de 2014
Carlos Alberto Sequeira Varela

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal!

Este ano de 2013 fica marcado como o ano em que a Junta de Paços de Brandão abriu falência (só pode)! Pelos vistos e apesar de existir no orçamento uma verba para iluminações, a Junta não colocou sequer uma lâmpada evocativa da época natalícia! Sr. Firmino sinceramente...







segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Terminou finalmente a degradação do nome Brandoense - Bernardina veio embora!

In: Revista Sábado

Possivelmente dos momentos mais degradantes que evocaram o nome da nossa freguesia - Bernardina!

 
 
«Os portugueses decidiram que Bernardina e Tiago não vão estar na grande final da 'Casa dos Segredos', que será disputada por Joana, Luís, Diogo, Sofia e Érica.A jovem de Paços de Brandão e o concorrente de Almada foram os menos votados, com 10% dos votos cada um, pelo que perderam o passaporte para a final do reality show da TVI.Diogo, Sofia e Érica foram os concorrentes apurados ontem para a final, onde já tinham presença assegurada Joana e Luís. As restantes votações registaram 33%, 28% e 19%, mas não foi revelado a quem pertenceram estes votos."Não vamos mostrar quem é quem, para não influenciar os portugueses na votação da final, que terá lugar no dia 31 de dezembro", comunicou Teresa Guilherme.A noite serviu ainda para Joana pedir desculpa a Luís pelas agressões e ofensas ao alentejano e para Tiago revelar o seu segredo: "A minha mão adivinha o futuro".»

CiRAC: Votos de Feliz Natal

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O CiRAC deseja a todos os amigos, sócios e colaboradores um Feliz Natal e um Ano de 2014  cheio de sucesso e felicidade...


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

JPS Corkgroup, grupo corticeiro Brandoense: Vídeo distinguido em França como Melhor Filme Institucional

In: Terras da Feira


 “A cortiça é a nossa especiaria” 


«O grupo corticeiro brandoense JPS – que integra as empresas Jorge Pinto de Sá, Lda, e a Sedacor – foi distinguido com o prémio Melhor Filme Institucional, da nova secção “Techniques & d’Enterprise” do festival de filmes sobre a vinha e o vinho “Oenovidéo”, organizado pelo Forum Oenologie, em Montpellier, França. 

O filme é um dos primeiros elementos de comunicação a conhecer a luz do dia no âmbito da nova estratégia com que o grupo pretende abordar o mercado, procurando exponenciar a sua ampla e diversificada gama de produtos, onde a rolha continua a ser preponderante nos seus resultados anuais, mas onde quer dar maior expressão a outras aplicações, desde os produtos de decoração, design, aos tecidos, revestimentos, pavimentos, entre outras.»

Vídeo Institucional JPS Cork Group - versão Rolhas/ Corks vencedor do prémio:


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Notícias de Paços de Brandão: Edição de Novembro de 2013

A edição do Notícias de Paços de Brandão que saiu no final do mês de Novembro marcou o regresso do Jornal. Dos temas explanados destaca-se sobretudo as eleições autárquicas e a análise dos resultados e planos de futuro dos candidatos vencedores e derrotados.







terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Padre Orlando : I´m back!

In: Terras da Feira

Não sendo um dado novo nem sequer recente, é pelo menos insólito que o Padre Orlando regressar ao trabalho seja tema de jornal... Há realmente notícias que valem a pena partilhar com os 140 mil habitantes Feirenses!


Padre Orlando Cardoso voltou a rezar as missas em Paços de Brandão e Rio Meão

«O padre Orlando Cardoso já recuperou do problema de saúde que o obrigou a estar afastado dos afazeres religiosos das freguesias de Rio Meão e de Paços de Brandão. Depois de uma complicação cardíaca, e de alguns dias internado, o pároco retomou o seu dia-a-dia e regressou à celebração das cerimónias litúrgicas das duas freguesias.»